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Foram encontradas 40 questões.

216144 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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A tirinha destaca um exemplo de:

enunciado 216144-1

 

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216143 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Assinale a alternativa que apresenta erro de acentuação:

 

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216142 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Assinale a alternativa em que estão devidamente classificadas as formas verbais em destaque:

Ao identificar o culpado, esperei que ficasse surpreso.

 

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216141 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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As escolas ainda __________ suas rígidas regras, porém os alunos não __________ em sua eficácia e __________ de seu regulamento.

Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do texto:

 

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216140 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente:

 

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216139 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Indique o segmento em que o antônimo da palavra destacada está CORRETO:

 

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216138 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Dadas as palavras:

I- Trans-tor-no.

II- Tun-gs-tê- nio.

III- Psi-co-lo-gi –a.

Assinale a alternativa em que a separação silábica está CORRETA:

 

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216137 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Leia o texto e responda as questões de 1 a 3.


INUNDAÇÃO


Há um rio que atravessa a casa. Esse rio, dizem, é o tempo. E as lembranças são peixes nadando ao invés da corrente. Acredito, sim, por educação. Mas não creio. Minhas lembranças são aves. A haver inundação é de céu, repleção de nuvem. Vos guio por essa nuvem, minha lembrança.


A casa, aquela casa nossa, era morada mais da noite do que dia. Estranho, dirão. Noite e dia não são metades, folha e versos? Como podiam o claro e o escuro repartir-se em desigual? Explico. Bastava que a voz de minha mãe em canto se escutasse para que, no mais lúcido meio-dia, se fechasse a noite. Lá fora, a chuva sonhava, tamborileira. E nós éramos meninos para sempre.


Certa vez, porém, de nossa mãe escutámos o pranto. Era um choro delgadinho, um fio de água, um chilrear de morcego. Mão em mão, ficámos à porta do quarto dela. Nossos olhos boquiabertos. Ela só suspirou:

--- Vosso pai já não é meu. [...]


COUTO, Mia. O fio das missangas: contos.

São Paulo: Companhia das Letras, 2009. P 25. (Fragmento).

Marque a alternativa em que os termos destacados são pronomes:

 

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216136 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Leia o texto e responda as questões de 1 a 3.


INUNDAÇÃO


Há um rio que atravessa a casa. Esse rio, dizem, é o tempo. E as lembranças são peixes nadando ao invés da corrente. Acredito, sim, por educação. Mas não creio. Minhas lembranças são aves. A haver inundação é de céu, repleção de nuvem. Vos guio por essa nuvem, minha lembrança.


A casa, aquela casa nossa, era morada mais da noite do que dia. Estranho, dirão. Noite e dia não são metades, folha e versos? Como podiam o claro e o escuro repartir-se em desigual? Explico. Bastava que a voz de minha mãe em canto se escutasse para que, no mais lúcido meio-dia, se fechasse a noite. Lá fora, a chuva sonhava, tamborileira. E nós éramos meninos para sempre.


Certa vez, porém, de nossa mãe escutámos o pranto. Era um choro delgadinho, um fio de água, um chilrear de morcego. Mão em mão, ficámos à porta do quarto dela. Nossos olhos boquiabertos. Ela só suspirou:

--- Vosso pai já não é meu. [...]


COUTO, Mia. O fio das missangas: contos.

São Paulo: Companhia das Letras, 2009. P 25. (Fragmento).

Assinale a alternativa em que se justifica a relação da mãe com os filhos, baseado no seguinte trecho: Bastava que a voz de minha mãe em canto se escutasse para que, no mais lúcido meio-dia, se fechasse a noite.

 

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216135 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: DEMSUR
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Leia o texto e responda as questões de 1 a 3.


INUNDAÇÃO


Há um rio que atravessa a casa. Esse rio, dizem, é o tempo. E as lembranças são peixes nadando ao invés da corrente. Acredito, sim, por educação. Mas não creio. Minhas lembranças são aves. A haver inundação é de céu, repleção de nuvem. Vos guio por essa nuvem, minha lembrança.


A casa, aquela casa nossa, era morada mais da noite do que dia. Estranho, dirão. Noite e dia não são metades, folha e versos? Como podiam o claro e o escuro repartir-se em desigual? Explico. Bastava que a voz de minha mãe em canto se escutasse para que, no mais lúcido meio-dia, se fechasse a noite. Lá fora, a chuva sonhava, tamborileira. E nós éramos meninos para sempre.


Certa vez, porém, de nossa mãe escutámos o pranto. Era um choro delgadinho, um fio de água, um chilrear de morcego. Mão em mão, ficámos à porta do quarto dela. Nossos olhos boquiabertos. Ela só suspirou:

--- Vosso pai já não é meu. [...]


COUTO, Mia. O fio das missangas: contos.

São Paulo: Companhia das Letras, 2009. P 25. (Fragmento).

“Acredito, sim, por educação. Mas não creio. Minhas lembranças são aves”. As lembranças do autor são aves, porque:

 

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