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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Com relação ao número de fonemas das palavras do texto “frutas”, “corre”, “habitantes”, “abundância” e “global”, é INCORRETO afirmar que há
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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Com base nas ideias do texto, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer, mas as prateleiras dos mercados não revelam esse risco.
( ) A criação extensiva de gado não é uma prática que contribui fortemente para o aquecimento global.
( ) Problemas como o desaparecimento de inúmeras espécies vegetais revelam que a abundância de alimento é ilusória.
A sequência está correta em
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TEXTO V:
Para uma pessoa que adquire todos os alimentos de que precisa no supermercado, é difícil imaginar que a grande variedade de cereais, legumes, frutas e carnes disposta nas prateleiras corre o risco de desaparecer. Mas, num planeta que alcançará sete bilhões de habitantes neste ano – e deve chegar a nove bilhões até 2050 –, a abundância de comida é meramente ilusória. No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais, os mares possuem cada vez menos peixes, e a criação extensiva de gado é um dos grandes motores do aquecimento global.
(Istoé. 27 de julho de 2011, p. 83)
Em “No mundo todo, diariamente são extintas inúmeras espécies vegetais”, é correto afirmar que o núcleo do sujeito do verbo sublinhado é
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
Assinale a alternativa em que a frase tem o seu sentido original alterado na reescrita.
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
Em “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada.”, é correto afirmar que NÃO ocorre alteração de sentido caso se substitua a expressão destacada por
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
No trecho “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”, as aspas foram usadas para indicar a ocorrência
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TEXTO IV:
Certa vez perguntaram a Albert Einstein se ele se lembrava de um colega dos tempos da faculdade de física em Zurique, em 1895. O sujeito era um gênio. Professores e alunos eram unânimes em afirmar que seu futuro seria brilhante. Meio século depois, Einstein revolucionara a ciência – e a contribuição científica do colega promissor inexistia. “Sim, ele era brilhante”, disse Einstein. “Seus interesses abarcavam o mundo. Por isso, nunca descobriu nada. Só descobre alguma coisa quem tem um único interesse.”
(Revista Época. Ed. 671, de 28 de março de 2011, pág. 112)
No texto, as palavras “unânimes”, “revolucionara” e “promissor” foram empregadas, respectivamente, com o sentido de
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TEXTO III:
O escritor argentino Alberto Manguel gostava tanto de ler que queria “viver entre livros”. Ao completar 16 anos foi trabalhar numa livraria em Buenos Aires onde conheceu o escritor Jorge Luis Borges, que já sofria com a cegueira.
Borges disse-lhe que precisava de alguém que lesse para ele. Por dois anos, Manguel se encarregou da tarefa e leu para o grande escritor. Neste livro, o autor intercala dados e relatos curiosos com sua própria experiência de rato de biblioteca. O autor prende a atenção do leitor ao informar que, nos primórdios da civilização letrada, os textos eram gravados em tabuletas de argila – como na Mesopotâmia do século 12 a.C. – e ao contar a história de um grão-vizir da Pérsia que carregava sua biblioteca sempre que viajava. O extravagante persa enfileirava os livros em 400 camelos, treinados para andar em ordem alfabética.
(Revista Superinteressante. Ed. 208, de dezembro de 2004)
Em “que queria viver entre livros” e “em tabuletas de argila”, tem-se, respectivamente, ideia de
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TEXTO III:
O escritor argentino Alberto Manguel gostava tanto de ler que queria “viver entre livros”. Ao completar 16 anos foi trabalhar numa livraria em Buenos Aires onde conheceu o escritor Jorge Luis Borges, que já sofria com a cegueira.
Borges disse-lhe que precisava de alguém que lesse para ele. Por dois anos, Manguel se encarregou da tarefa e leu para o grande escritor. Neste livro, o autor intercala dados e relatos curiosos com sua própria experiência de rato de biblioteca. O autor prende a atenção do leitor ao informar que, nos primórdios da civilização letrada, os textos eram gravados em tabuletas de argila – como na Mesopotâmia do século 12 a.C. – e ao contar a história de um grão-vizir da Pérsia que carregava sua biblioteca sempre que viajava. O extravagante persa enfileirava os livros em 400 camelos, treinados para andar em ordem alfabética.
(Revista Superinteressante. Ed. 208, de dezembro de 2004)
Em “Ao completar 16 anos”, “nos primórdios da civilização letrada” e “para andar em ordem alfabética”, tem-se, respectivamente, ideia de
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TEXTO III:
O escritor argentino Alberto Manguel gostava tanto de ler que queria “viver entre livros”. Ao completar 16 anos foi trabalhar numa livraria em Buenos Aires onde conheceu o escritor Jorge Luis Borges, que já sofria com a cegueira.
Borges disse-lhe que precisava de alguém que lesse para ele. Por dois anos, Manguel se encarregou da tarefa e leu para o grande escritor. Neste livro, o autor intercala dados e relatos curiosos com sua própria experiência de rato de biblioteca. O autor prende a atenção do leitor ao informar que, nos primórdios da civilização letrada, os textos eram gravados em tabuletas de argila – como na Mesopotâmia do século 12 a.C. – e ao contar a história de um grão-vizir da Pérsia que carregava sua biblioteca sempre que viajava. O extravagante persa enfileirava os livros em 400 camelos, treinados para andar em ordem alfabética.
(Revista Superinteressante. Ed. 208, de dezembro de 2004)
O pronome “ele” em “que lesse para ele”, refere-se a(o)
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