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Um caminhoneiro realizou uma viagem em três etapas, sempre viajando com a mesma velocidade média. Na primeira etapa, percorreu 1 350 km, trafegando 6 horas por dia, e em 3 dias. Na segunda etapa, ele percorreu 1 500 km, trafegando 5 horas por dia. Na terceira etapa, ele percorreu 1 800 km, trafegando 4 horas por dia.
O total de dias gastos pelo caminhoneiro nas três etapas dessa viagem, foi
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Observe a tabela que mostra as datas de partidas, de um mesmo porto, dos navios A, B e C.
| NAVIOS | PARTIDA 1 | PARTIDA 2 | PARTIDA 3 | PARTIDA 4 |
| A | 02.04.2023 | 05.04.2023 | 08.04.2023 | 11.04.2023 |
| B | 02.04.2023 | 06.04.2023 | 10.04.2023 | 14.04.2023 |
| C | 02.04.2023 | 07.04.2023 | 12.04.2023 | 17.04.2023 |
Esses navios mantêm a regularidade da frequência dos dias de partida conforme mostram as primeiras partidas indicadas na tabela. Os navios sempre chegam ao porto na manhã do dia que partirão novamente, o que acontece sempre à tarde. Um pesquisador precisa viajar nesses três navios nas seguintes condições:
I. iniciar essas viagens no navio A, depois no B e por último no C.
II. viajar pelo menos uma vez em cada um deles.
III. só desembarcar de um navio no dia em que puder embarcar no navio seguinte.
Se o pesquisador embarcar no navio A na data da partida 1, ele desembarcará, após cumprir minimamente as condições de viagem, no dia
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Observe que, nos resultados das potências de base 2: 21 = 2, 22 = 4, 23 = 8, 24 = 16, 25 = 32 o algarismo das unidades é sempre 2, 4, 8, 6, e o ciclo repete-se sempre nessa ordem. Já nos resultados das potências de base 3: 31 = 3, 32 = 9, 33 = 27, 34 = 81, 35 = 243, o algarismo das unidades é sempre 3, 9, 7, 1, e o ciclo repete-se sempre nessa ordem.
Sendo assim, o algarismo das unidades do resultado da adição dos resultados das potências 215 e 314 é o
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Os 200 funcionários de uma empresa foram separados em três grupos. O primeiro grupo, composto por !$ 3 \over 5 !$ dos funcionários, o segundo grupo composto !$ 3 \over 10 !$ dos funcionários e os demais no terceiro grupo. Foi verificado que !$ 1 \over 4 !$ dos funcionários do primeiro grupo têm mais de 45 anos, que todos os funcionários do segundo grupo têm mais de 45 anos, e !$ 1 \over 2 !$ dos funcionários do terceiro grupo têm mais de 45 anos.
O número de funcionários dessa empresa que têm mais de 45 anos é
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Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito sem prejuízo da norma-padrão de colocação pronominal.
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Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa.
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Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.
(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
No trecho “Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação” (5º parágrafo), observa-se ideia de
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Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.
(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
Um vocábulo empregado em sentido próprio, no contexto em que se encontra, está destacado em:
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Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.
(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
Nos trechos “Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum…” (2º parágrafo) e “Quase sempre o êxito vem do talento artístico…” (4º parágrafo), os vocábulos destacados, no contexto em que se encontram, têm, respectivamente, como sinônimo e antônimo:
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Você sabe que os anos estão passando quando não identifica mais quem são as pessoas que a maioria da população admira. Há um sem-número de ídolos populares que, se entrassem num elevador comigo, eu não faria ideia de quem seriam, enquanto, para seus fãs, compartilhar com eles os poucos segundos entre o térreo e o décimo andar ressignificaria a vida. Muitos artistas estão neste exato instante quebrando recordes, fazendo lives acompanhadas por milhões de seguidores, e, ao ouvir seus nomes pela primeira vez, eu talvez os confundisse com algum ex-colega de faculdade.
Parece absurdo que alguém nunca tenha escutado a respeito da cantora Anitta, por exemplo, mas, há pouco tempo, um advogado me perguntou quem era. Fiquei chocada. Questiono-me se é possível jamais ter ouvido falar de Anitta. Foi aí que me dei conta de que eu estava caindo na armadilha comum de achar que, se alguém ignora a existência de uma celebridade, não passa de um esnobe.
Antigamente, as capas de revista consagravam carreiras. A televisão era o eletrodoméstico mais importante da casa. Todo mundo conhecia o rei do iê iê iê, o galã da novela, a miss de cetro e coroa. Eram intocáveis, distantes, quase sobrenaturais — pois raros.
Hoje você grava um vídeo caseiro, posta na internet, cai nas graças de uns, viraliza e dentro de um ano pode estar morando numa mansão, e quem vai dizer que o valor passou ao largo? Quase sempre o êxito vem do talento artístico, mas pode vir também do faro para tendências, para criar conteúdo motivacional, para fazer dinheiro nas redes.
Nós, os sobreviventes da era analógica, não conseguimos acompanhar tanta novidade circulando pelo palco digital. Eu já me perdoei por não conseguir estar informada sobre tudo e sobre todos, mesmo trabalhando num veículo de comunicação. De que planeta eu vim?
De outro século e deste aqui, vim lá de trás e de hoje cedo, administro como posso o meu passado e este presente intenso, me espanto com a oferta atordoante de eventos e existências, tantas que nem todas são por mim assimiladas. Não é esnobismo, não; é esse tempo agora, voraz.
(Martha Medeiros. Tanto tudo. https://oglobo.globo.com, 14.11.2021. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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