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Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.
O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.
No trecho: “Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele.”, predomina:
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Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.
O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.
Em : “...as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum.”, a palavra destacada recebe acento pelo mesmo motivo que a palavra sublinhada na frase:
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Essa sensação vem dos movimentos que acionam receptores nervosos, que ficam na superfície da pele. Não existe um tipo de estímulo específico que faça com que a pessoa sinta cócegas. Pode ser um movimento mais leve ou mais brusco, de acordo com a região do corpo, mas uma coisa é certa: ele é totalmente inesperado. Aliás, é por isso que não conseguimos fazer cócegas em nós mesmos. Os lugares mais sensíveis às cócegas, como a sola dos pés, as axilas ou os joelhos também não têm nenhuma característica em comum. Talvez elas sejam as regiões mais “coceguentas” porque são estimuladas com menor frequência. A sensação de prazer que provoca o riso também varia de pessoa para pessoa.
O guia dos curiosos. 10 curiosidades sobre o corpo humano. Disponível em: < http://guiadoscuriosos.uol.com.br/categorias/1022/1/corpohumano. html>. Acesso em 06/12/2017.
A única afirmação que se pode fazer com certeza a respeito das cócegas, segundo o texto, é:
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Era uma vez
Kell Smith
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.
A expressão “Dá pra viver”, se utilizada fora do contexto da letra da canção, é mais apropriada em textos que exijam a utilização de uma linguagem:
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Era uma vez
Kell Smith
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.
A acentuação das palavras “dói” e “herói” justifica-se pela regra:
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Era uma vez
Kell Smith
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.
Há um exemplo de antítese nos versos:
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Era uma vez
Kell Smith
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.
A letra da canção compõe um retrato da ingenuidade da infância ao mesmo tempo em que se estabelece como um alerta para não deixar morrer por completo a visão de criança na fase adulta. As frases que expressam essas dessas ideias são, respectivamente:
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Era uma vez
Kell Smith
O dia em que todo dia era bom
Delicioso gosto e o bom gosto das nuvens
Serem feitas de algodão
Dava pra ser herói no mesmo dia
Em que escolhia ser vilão
E acabava tudo em lanche
Um banho quente e talvez um arranhão
Dava pra ver, a ingenuidade, a inocência
Cantando no tom
Milhões de mundos e os universos tão reais
Quanto a nossa imaginação
Bastava um colo, um carinho
E o remédio era beijo e proteção
Tudo voltava a ser novo no outro dia
Sem muita preocupação
É que a gente quer crescer
E quando cresce quer voltar do início
Porque um joelho ralado
Dói bem menos que um coração partido
Dá pra viver
Mesmo depois de descobrir que o mundo ficou mau
É só não permitir que a maldade do mundo Te pareça normal
Pra não perder a magia de acreditar na felicidade real
E entender que ela mora no caminho e não no final
Disponível em: < https://www.vagalume.com.br/kell-smith/era-umavez. html>. Acesso em 05/12/2017.
Sobre a letra da música “Era uma vez”, só não se pode afirmar que:
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. RJ, José Olympio, 1985. p. 80
Na frase: “Renovei a água do vaso.”, a parte sublinhada exerce a função sintática de:
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FURTO DE FLOR
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Carlos Drummond de Andrade. Contos plausíveis. RJ, José Olympio, 1985. p. 80
Segundo a classificação morfológica das palavras na gramática normativa, na frase: “Temi por sua vida” temos, respectivamente:
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