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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
No trecho: “Ouvi nosso amo dizer...”, a palavra destacada pode ser substituída, sem perder o sentido que tem no texto, por:
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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
Um ditado popular que poderia constituir a moral desse texto é:
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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
O gênero desse texto é:
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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
O conselho não teve o efeito desejado
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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
A razão pela qual o boi pediu conselho ao burro foi
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O CONSELHEIRO
Contam que um certo lavrador possuía um burro que o repouso engordara e um boi que o trabalho abatera.
Um dia, o boi queixou-se ao burro e perguntou-lhe:
“Não terás, ó irmão, algum conselho que me salve desta dura labuta?” O burro respondeu: “Finge-te de doente e não comas tua ração. Vendo-te assim, nosso amo não te levará para lavrar o campo e tu descansará”.
Dizem que o lavrador entendia a linguagem dos animais, e compreendeu o diálogo entre o burro e o boi.
Na manhã seguinte, viu que o boi não comera a sua ração: deixou-o e levou o burro em seu lugar. O burro foi obrigado a puxar o arado o dia todo, e quase morreu de cansaço. E lamentou o conselho que dera ao boi.
Quando voltou à noite perguntou-lhe o boi: “Como vais, querido irmão?”. Vou muito bem, respondeu o burro.
Mas ouvi algo que me fez estremecer por tua causa. Ouvi nosso amo dizer: “Se o boi continuar doente, deveremos matá-lo para não perdermos sua carne. Minha opinião é que tu comas tua ração e voltes para tua tarefa a fim de evitar tamanho infortúnio”.
O boi concordou, e devorou imediatamente toda a sua ração.
O lavrador estava ouvindo, e riu.
CHALLITA, Mansour. As mais belas páginas da literatura árabe. Petrópolis: Vozes, 1973. p. 281
No texto, o papel de conselheiro é exercido pelo:
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Falando em liberdade
Eu falo de liberdade
como quem fala de pão
de algo que se reparte.
Eu falo de liberdade
como quem fala de arte
de algo que se inventa.
Eu falo de liberdade
como a dos anos sessenta
"faça amor, não faça guerra".
Eu falo de liberdade
como quem fala da terra
a que todos têm direito.
Eu falo de liberdade
porque carrego no peito
uma flecha atravessada.
Eu falo de liberdade
como quem fala de amor
para a pessoa amada.
A POESIA SE ENCONTRA NA FLORESTA. I Encontro Amazônico de Poetas da América Latina. Trad. Thiago de Mello. Manaus: Editora Valer e Governo do Estado do Amazonas, 2001. 384 p.
Disponível em: <http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/
roraima/eliakim _rufino.h tml>. Acesso em: 30 de outubro de 2018.
Nas frases abaixo, considerando os termos destacados, só não temos uma relação de hiperonímia em:
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Falando em liberdade
Eu falo de liberdade
como quem fala de pão
de algo que se reparte.
Eu falo de liberdade
como quem fala de arte
de algo que se inventa.
Eu falo de liberdade
como a dos anos sessenta
"faça amor, não faça guerra".
Eu falo de liberdade
como quem fala da terra
a que todos têm direito.
Eu falo de liberdade
porque carrego no peito
uma flecha atravessada.
Eu falo de liberdade
como quem fala de amor
para a pessoa amada.
A POESIA SE ENCONTRA NA FLORESTA. I Encontro Amazônico de Poetas da América Latina. Trad. Thiago de Mello. Manaus: Editora Valer e Governo do Estado do Amazonas, 2001. 384 p.
Disponível em: <http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/
roraima/eliakim _rufino.h tml>. Acesso em: 30 de outubro de 2018.
Na terceira estrofe há uma expressão escrita entre aspas.
A razão da utilização das aspas nesse caso é:
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Falando em liberdade
Eu falo de liberdade
como quem fala de pão
de algo que se reparte.
Eu falo de liberdade
como quem fala de arte
de algo que se inventa.
Eu falo de liberdade
como a dos anos sessenta
"faça amor, não faça guerra".
Eu falo de liberdade
como quem fala da terra
a que todos têm direito.
Eu falo de liberdade
porque carrego no peito
uma flecha atravessada.
Eu falo de liberdade
como quem fala de amor
para a pessoa amada.
A POESIA SE ENCONTRA NA FLORESTA. I Encontro Amazônico de Poetas da América Latina. Trad. Thiago de Mello. Manaus: Editora Valer e Governo do Estado do Amazonas, 2001. 384 p.
Disponível em: <http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/
roraima/eliakim _rufino.h tml>. Acesso em: 30 de outubro de 2018.
As estrofes, à exceção da quinta, possuem em comum o seu início: “Eu falo de liberdade como...”. Das possibilidades abaixo, só podemos admitir, a partir da compreensão do poema, a seguinte interpretação para a quebra da repetição na quinta estrofe:
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Falando em liberdade
Eu falo de liberdade
como quem fala de pão
de algo que se reparte.
Eu falo de liberdade
como quem fala de arte
de algo que se inventa.
Eu falo de liberdade
como a dos anos sessenta
"faça amor, não faça guerra".
Eu falo de liberdade
como quem fala da terra
a que todos têm direito.
Eu falo de liberdade
porque carrego no peito
uma flecha atravessada.
Eu falo de liberdade
como quem fala de amor
para a pessoa amada.
A POESIA SE ENCONTRA NA FLORESTA. I Encontro Amazônico de Poetas da América Latina. Trad. Thiago de Mello. Manaus: Editora Valer e Governo do Estado do Amazonas, 2001. 384 p.
Disponível em: <http://www.antoniomiranda.com.br/poesia_brasis/
roraima/eliakim _rufino.h tml>. Acesso em: 30 de outubro de 2018.
Sobre a ideia de liberdade e como é tratada pelo eu lírico no poema, só não se pode afirmar que:
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