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Foram encontradas 80 questões.

2763608 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539922-1

Disponível em: <https://publicideias.wordpress.com/2010/05/20/trabalho-de-midia/>

Em: “O planeta está em suas mãos”, a palavra destacada classifica-se, morfologicamente, como:

 

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2763607 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539921-1

Disponível em: <https://publicideias.wordpress.com/2010/05/20/trabalho-de-midia/>

Sobre a linguagem não-verbal do anúncio, está incorreta a afirmação:

 

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2763606 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539920-1

Disponível em: <https://publicideias.wordpress.com/2010/05/20/trabalho-de-midia/>

Na frase: “O planeta não é brinquedo.”, temos uma metáfora que foi usada

 

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2763605 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539919-1

Disponível em: <https://publicideias.wordpress.com/2010/05/20/trabalho-de-midia/>

A mensagem “O planeta está em suas mãos”, procura transmitir ao interlocutor que este é:

 

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2763604 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

Em: “Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus.”, sintaticamente, os verbos destacados são, respectivamente:

 

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2763603 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

Em: “A página vira, o são delira, então a gente pira.”, a palavra destacada, segundo o sentido que tem no texto, tem como sinônimos:

 

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2763602 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

A palavra “degraus” apresenta plural pela mesma regra que se faz o plural de:

 

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2763601 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

Em: “E dá-lhe antidepressivos”, a posição do pronome em relação ao verbo constitui um caso de:

 

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2763600 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

Em: “Soltos a voar dispostos/A achar um ninho”, a palavra destacada constitui um caso de:

 

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2763599 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Passarinhos – Emicida

Despencados de voos cansativos

Complicados e pensativos

Machucados após tantos crivos

Blindados com nossos motivos

Amuados, reflexivos

E dá-lhe antidepressivos

Acanhados entre discos e livros

Inofensivos

Será que o sol sai pra um voo melhor

Eu vou esperar, talvez na primavera

O céu clareia e vem calor vê só

O que sobrou de nós e o que já era

Em colapso o planeta gira, tanta mentira

Aumenta a ira de quem sofre mudo

A página vira, o são delira, então a gente pira

E no meio disso tudo

Tamo tipo

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

Passarinhos

Soltos a voar dispostos

A achar um ninho

Nem que seja no peito um do outro

A Babilônia é cinza e neon, eu sei

Meu melhor amigo tem sido o som, ok

Tanto carma lembra Armagedon, orei

Busco vida nova tipo ultrassom, achei

Cidades são aldeias mortas, desafio nonsense

Competição em vão, que ninguém vence

Pense num formigueiro, vai mal

Quando pessoas viram coisas, cabeças viram degraus

No pé que as coisas vão, Jão

Doidera, daqui a pouco, resta madeira nem pro caixão

Era neblina, hoje é poluição

Asfalto quente queima os pés no chão

Carros em profusão, confusão

Água em escassez, bem na nossa vez

Assim não resta nem as barata

Injustos fazem leis e o que resta pro ceis?

Escolher qual veneno te mata

(...)

A letra da música traz uma mensagem:

 

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