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Foram encontradas 80 questões.

2763618 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539952-1

WillTirando – www.willtirando.com.br

A forma verbal destacada na frase: “Hoje falaremos sobre a segunda guerra...” encontra-se:

 

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2763617 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539951-1

WillTirando – www.willtirando.com.br

Sobre o texto 3, só não é possível afirmar que

 

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2763616 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

TEXTO 3

Enunciado 3539950-1

WillTirando – www.willtirando.com.br

Sobre a presença de linguagem verbal na tirinha, só se pode afirmar que:

 

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2763615 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Oração de um jovem triste- Antonio Marcos

Eu tanto ouvia falar em ti

por isso hoje estou aqui

eu sempre tive tudo que eu quis,

mas te confesso não sou feliz

(...)

por isso venho buscar em ti

o que não tenho, o que perdi

vestido em ouro te imaginei

e tão humilde te encontrei

cabelos longos iguais aos meus

tu és o Cristo, filho de Deus

tanta ternura em teu olhar

tua presença me faz chorar

eu ergo os olhos para o céu

e a luz do teu amor me deixa tão feliz

se, se jamais acreditei,

perdoa-me, Senhor, pois hoje te encontrei

O gênero letra de música segue estrutura semelhante à do gênero

 

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2763614 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Oração de um jovem triste- Antonio Marcos

Eu tanto ouvia falar em ti

por isso hoje estou aqui

eu sempre tive tudo que eu quis,

mas te confesso não sou feliz

(...)

por isso venho buscar em ti

o que não tenho, o que perdi

vestido em ouro te imaginei

e tão humilde te encontrei

cabelos longos iguais aos meus

tu és o Cristo, filho de Deus

tanta ternura em teu olhar

tua presença me faz chorar

eu ergo os olhos para o céu

e a luz do teu amor me deixa tão feliz

se, se jamais acreditei,

perdoa-me, Senhor, pois hoje te encontrei

A canção “Oração de um jovem triste” foi gravada pelo cantor e ator global Antonio Marcos, na década de 1970, depois de ele receber o prêmio de melhor intérprete no V Festival da Música Popular Brasileira.

Sobre a letra da música, é possível afirmar que:

 

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2763613 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados

Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima

Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44

A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.

As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.

Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).

Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.

“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.

Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.

Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.

Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.

De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.

“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).

Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-

consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.

O plural de “cana-de-açúcar” é:

 

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2763612 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados

Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima

Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44

A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.

As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.

Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).

Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.

“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.

Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.

Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.

Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.

De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.

“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).

Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-

consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.

A palavra “flex” está grafada entre aspas no texto

 

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2763611 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados

Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima

Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44

A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.

As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.

Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).

Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.

“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.

Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.

Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.

Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.

De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.

“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).

Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-

consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.

Considerando os seguintes trechos: “... terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção...”, “... três usinas no Amazonas ...” e “... licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima...”, é correto afirmar:

 

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2763610 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados

Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima

Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44

A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.

As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.

Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).

Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.

“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.

Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.

Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.

Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.

De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.

“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).

Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-

consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.

Leia o trecho:

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

Sobre a escrita desse trecho só não se pode afirmar que:

 

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2763609 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFRR
Orgão: EAGRO-UFRR

Consórcio quer investir US$ 1 bi em usinas de etanol de milho em 3 Estados

Millenium Bioenergy visa implementar unidades em Mato Grosso, Amazonas e Roraima

Estadão Conteúdo 22 Out 2019 - 19h41 Atualizado em 22 Out 2019 - 19h44

A Millenium Bioenergy, consórcio de empresas de vários setores, pretende investir cerca de US$ 1 bilhão para a construção de usinas de etanol de milho e outros produtos derivados do processamento de grãos.

As duas primeiras unidades serão em Mato Grosso, nos municípios de Tabaporã e Jaciara, mas a companhia já busca licenças ambientais para três plantas no Amazonas e uma em Roraima. O projeto de Tabaporã, município do norte mato-grossense, será o único “flex”, ou seja, modelo que utilizará cana-de-açúcar e milho na fabricação do biocombustível.

Segundo Eduardo Lima, CEO da Millenium, a companhia terá sete mil hectares disponíveis com cana para ser processada juntamente com o grão. As outras usinas são “full”, com o uso apenas do cereal, e terão como modelo a unidade de Jaciara, também em Mato Grosso (MT).

Cada usina custará cerca de US$ 170 milhões e terá capacidade anual de processar 480 mil toneladas de milho, produzir 206 milhões de litros de etanol e 150 mil toneladas ano de DDGS, farelo de alta proteína utilizado como ração animal.

“Cada planta industrial desse modelo deve ficar pronta em até 24 meses a partir do início das obras e terá a possibilidade de ser ampliada para dobrar a produção”, disse Lima ao Broadcast Agro.

Segundo o executivo, o consórcio já tem licenciamento prévio para a construção de três usinas no Amazonas - em Manaus e nos municípios vizinhos de Rio Preto da Eva e Itacoatiara - e espera ainda para este mês o licenciamento para a sexta unidade, a primeira a produzir etanol em Roraima, no município de Bonfim.

Para abastecer as unidades do Amazonas, a Millenium buscará milho de Mato Grosso. “O Amazonas já recebe soja há muito tempo para ser exportada. Só vamos trocar pelo milho para utilizar nas usinas e gerar emprego e renda aqui no Brasil”, disse.

Outra fonte de matéria-prima é o próprio Estado de Roraima, onde o cultivo de grãos avança e a cultura de milho é uma opção tanto para a produção de etanol como para a de proteína animal. A fonte de energia desses dois Estados deve ser o gás natural ou o gás liquefeito de petróleo produzido na própria região, segundo Lima.

De acordo com o CEO da Millenium os recursos para os projetos virão de fundos de investimentos, principalmente europeus e asiáticos, e todas as futuras usinas só sairão do papel com uma demanda garantida pelo etanol e o DDGS exportado.

“Não se faz nada se não tiver demanda certa. No caso do DDGS já há contratos de fornecimento de dez anos”, garantiu.

O modelo de consórcio é formado, entre outras, por empresas de tecnologia, engenharia, ambientais, serviços e químicas.

“A gestão do consórcio é dividida em três empresas: a corretora Marsh (risco), a Hill International (obras) e a Fluor Corporation (engenharia)”, afirmou Lima. Além do Brasil, a Millenium tem projetos em Queensland (Austrália) e na Flórida (Estados Unidos).

Revista Globo Rural. Disponível em: <https://revistagloborural.globo.com/ Estadao/ noticia/2019/10/globo-rural-

consorcio- quer-investir-us-1-bi-em-usinas-de-etanol-de-milho-em-3-estados.html>. Acesso em 30 de outubro de 2019.

Sobre o projeto da Millenium Bioenergy de produção de etanol no Brasil é correto afirmar que

 

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