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A NR-01 (Disposições Gerais) estabelece o campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho. No item 1.8, verifica-se uma série de regras ao empregado. Com base neste item normativo da NR-01, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2282185 Ano: 2014
Disciplina: Nutrição
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

Instituído pela Lei nº 6.321, de 14 de abril de 1976 e regulamentado pelo Decreto nº 5, de 14 de janeiro de 1991, o PAT prioriza o atendimento aos trabalhadores de baixa renda. Qual é o significado da sigla PAT?

 

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2281859 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Sabe-se que os Planos de Benefícios da Previdência Social estão descritos na Lei nº 8.231/1991 e que o artigo 20 e seus parágrafos possuem um conjunto de regras para doenças que não são consideradas doenças do trabalho. Quanto às doenças que não podem ser consideradas como doenças do trabalho assinale a alternativa que NÃO pertence a este grupo de regras.
 

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Entenda por que algumas doenças afetam bem mais mulheres que homens
Chris Bueno
Elas vivem mais tempo, adoecem menos e lidam melhor com a dor. Realmente, o estereótipo de sexo frágil para as mulheres está mais do que ultrapassado. Mas isso não significa que elas não devam ter cuidado: existe uma série de doenças que afetam mais as mulheres, ou que são exclusivamente femininas, e que merecem atenção especial. No mundo todo as mulheres têm uma vida mais longa do que os homens: cerca de sete anos a mais. As explicações para isso são várias, mas a principal é que elas se cuidam mais do que eles e buscam mais os serviços de saúde.
As mulheres também possuem um sistema imunológico mais forte, o que faz com que adoeçam menos do que os homens. Cientistas da Universidade de Gante, na Bélgica, apontaram que isso se deve ao fato de as mulheres terem dois cromossomos X (que contém 10% de todos os microARNs do genoma, partículas responsáveis por importantes funções no sistema imunológico e por proteger o corpo contra cânceres). E, além disso, elas lidam melhor com a dor. Porém, mesmo se expressando mais em relação à dor e buscando mais ajuda para superá-la, as mulheres geralmente continuam realizando suas tarefas rotineiras com mais naturalidade que os homens. “Como as mulheres acumulam múltiplas tarefas, entre o trabalho fora e as obrigações com a casa e família, elas seguem suas atividades e responsabilidades com mais naturalidade que os homens, que costumam se esmorecer mais frente aos processos dolorosos”, aponta o neurocirurgião funcional especialista em dor Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. No entanto, existem várias doenças que são muito mais frequentes entre as mulheres do que no sexo masculino. Uma delas é a fibromialgia, que afeta sete mulheres para cada homem. Trata-se de uma síndrome que causa dores por todo o corpo por longos períodos, além de sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.
Outra doença bem mais frequente entre as mulheres é o câncer de mama. Apesar de muita gente achar que essa doença é exclusivamente feminina, ela acomete também os homens – só que em proporção esmagadoramente menor: apenas 1% dos casos. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).
“Infelizmente houve um grande aumento na incidência, por isso que a prevenção é o melhor remédio, pois diagnosticado no início, tem 90% de chance de cura”, alerta a ginecologista e obstetra Daniela Gouveia, diretora médica da Clínica Vivid – Saúde e Bem Estar.
A enxaqueca não poderia ficar de fora desta lista: ela afeta três mulheres para cada homem. Diferente da dor de cabeça, a enxaqueca costuma ser latejante e vem acompanhada por náusea, vômito e sensibilidade à luz.
Outra doença tipicamente feminina que pode afetar homens, mas em uma escala bem menor, é a cardiomiopatia de Takotsubo, também conhecida como síndrome do coração partido – doença rara que acomete principalmente mulheres na meia idade. Ela acontece depois que o paciente sofre uma forte emoção, que pode ser positiva ou negativa – geralmente uma situação de estresse emocional forte.
Os sintomas são os mesmos do infarto: dor no peito, queda de pressão e até desmaio. O coração pode mesmo chegar a parar, mas volta ao normal. O que dá a chave para o diagnóstico é que a ventriculografia mostra o coração com a ponta dilatada e inativa enquanto o restante continua se contraindo normalmente, provocando a impressão de “coração partido”. (...)
Texto adaptado: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/03/08/entenda-por-que-algumas-doencas-atingem-bem-mais
-mulheres-que-homens.htm
Em “No entanto, existem várias doenças que são muito mais frequentes entre as mulheres do que no sexo masculino.”, a expressão destacada
 

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As Conferências da OIT elaboram “regras” em decorrência dos trabalhos resultantes da OMS. Estas “regras” são conhecidas por “convenções” as quais, após seguirem os trâmites legais internos de cada país membro, passam a serem executadas e cumpridas. Com base no que foi apresentado, o que significa OIT e OMS?
 

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De acordo com as definições constantes no Decreto Presidencial nº 7.508/2011, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Portas de Entrada são os serviços de atendimento inicial à saúde do usuário no SUS.
II. Comissões Intergestores são instâncias de pactuação consensual entre os entes federativos para definição das regras da gestão compartilhada do SUS.
III. Serviços Especiais de Acesso Aberto consistem em serviços de saúde específicos para o atendimento às gestantes.
IV. Rede de Atenção à Saúde consiste no conjunto de ações e serviços de saúde articulados em níveis de complexidade crescente, com a finalidade de garantir a integralidade da assistência à saúde.
 

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De acordo com a Lei 12.550/2011, que autoriza o Poder Executivo a criar a EBSERH, a atuação dos membros da sociedade civil no Conselho Consultivo
 

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As Normas Regulamentadoras que estão diretamente relacionadas a: “serviços especializados em segurança e medicina do trabalho”; “comissão interna de prevenção de acidentes”, e “equipamentos de proteção Individual” vigentes em nossa legislação trabalhista, são, respectivamente:

 

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Entenda por que algumas doenças afetam bem mais mulheres que homens
Chris Bueno
Elas vivem mais tempo, adoecem menos e lidam melhor com a dor. Realmente, o estereótipo de sexo frágil para as mulheres está mais do que ultrapassado. Mas isso não significa que elas não devam ter cuidado: existe uma série de doenças que afetam mais as mulheres, ou que são exclusivamente femininas, e que merecem atenção especial. No mundo todo as mulheres têm uma vida mais longa do que os homens: cerca de sete anos a mais. As explicações para isso são várias, mas a principal é que elas se cuidam mais do que eles e buscam mais os serviços de saúde.
As mulheres também possuem um sistema imunológico mais forte, o que faz com que adoeçam menos do que os homens. Cientistas da Universidade de Gante, na Bélgica, apontaram que isso se deve ao fato de as mulheres terem dois cromossomos X (que contém 10% de todos os microARNs do genoma, partículas responsáveis por importantes funções no sistema imunológico e por proteger o corpo contra cânceres). E, além disso, elas lidam melhor com a dor. Porém, mesmo se expressando mais em relação à dor e buscando mais ajuda para superá-la, as mulheres geralmente continuam realizando suas tarefas rotineiras com mais naturalidade que os homens. “Como as mulheres acumulam múltiplas tarefas, entre o trabalho fora e as obrigações com a casa e família, elas seguem suas atividades e responsabilidades com mais naturalidade que os homens, que costumam se esmorecer mais frente aos processos dolorosos”, aponta o neurocirurgião funcional especialista em dor Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. No entanto, existem várias doenças que são muito mais frequentes entre as mulheres do que no sexo masculino. Uma delas é a fibromialgia, que afeta sete mulheres para cada homem. Trata-se de uma síndrome que causa dores por todo o corpo por longos períodos, além de sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.
Outra doença bem mais frequente entre as mulheres é o câncer de mama. Apesar de muita gente achar que essa doença é exclusivamente feminina, ela acomete também os homens – só que em proporção esmagadoramente menor: apenas 1% dos casos. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).
“Infelizmente houve um grande aumento na incidência, por isso que a prevenção é o melhor remédio, pois diagnosticado no início, tem 90% de chance de cura”, alerta a ginecologista e obstetra Daniela Gouveia, diretora médica da Clínica Vivid – Saúde e Bem Estar.
A enxaqueca não poderia ficar de fora desta lista: ela afeta três mulheres para cada homem. Diferente da dor de cabeça, a enxaqueca costuma ser latejante e vem acompanhada por náusea, vômito e sensibilidade à luz.
Outra doença tipicamente feminina que pode afetar homens, mas em uma escala bem menor, é a cardiomiopatia de Takotsubo, também conhecida como síndrome do coração partido – doença rara que acomete principalmente mulheres na meia idade. Ela acontece depois que o paciente sofre uma forte emoção, que pode ser positiva ou negativa – geralmente uma situação de estresse emocional forte.
Os sintomas são os mesmos do infarto: dor no peito, queda de pressão e até desmaio. O coração pode mesmo chegar a parar, mas volta ao normal. O que dá a chave para o diagnóstico é que a ventriculografia mostra o coração com a ponta dilatada e inativa enquanto o restante continua se contraindo normalmente, provocando a impressão de “coração partido”. (...)
Texto adaptado: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/03/08/entenda-por-que-algumas-doencas-atingem-bem-mais
-mulheres-que-homens.htm
A regra de acentuação aplicada à palavra “síndrome” é a mesma estabelecida para
 

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Qual é o valor de 20% de !$ \large{1 \over 4} !$ em um total de 500 unidades?
 

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