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Foram encontradas 50 questões.

2289001 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Um paciente está apresentando na gasometria arterial um pH: 7,36; PCO2: 50 mmHg; O2: 80 mmHg, HCO3: 29 mmol/L, que representa uma
 

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2288893 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Com base no relato do caso a seguir, responda a questão.
“Paciente, 26 anos, interna com quadro de febre alta por 2 dias, cefaleia, dor, ventilatório dependente, dispneia e tosse produtiva. Pelo raio X, pode ser observado áreas de consolidação e infiltrados bilaterais tendo como diagnóstico Pneumonia bilateral. No segundo dia de internação, o paciente apresentou piora do quadro clínico com IRA e necessidade de IOT. O fisioterapeuta fez os ajustes da VMI em : VCV, VC: 580 ml, FR: 12 rpm, fluxo inspiratório de 40 L/min, PEEP: 8 cmH2O e FiO2: 80%, Pplatô: 40 cmH2O. Após uma hora da intubação, foi coletado a gasometria arterial, no qual se apresentou: pH: 7,2; PCO2: 75 mmHg; PO2: 70 mmHg, HCO3: 24 mmol/L .”
Assinale a alternativa que apresenta o índice de oxigenação (IO) e sua classificação correta quanto ao paciente
 

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2288754 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Em relação aos benefícios da mobilização precoce descritos até o momento, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2288421 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Analise o relato de caso a seguir e responda a questão.
“Paciente 48 anos no 2°PO de cirurgia torácica, foi avaliado pelo fisioterapeuta com a manovacuometria onde pode ser observado uma Pimax de -50 cmH2O, sendo que, no Pré-operatório, apresentava-se com uma Pimax -65 cmH2O. Como uma das condutas, o fisioterapeuta selecionou o Threshold IMT.”
Para iniciar a terapia com o threshold no 2° PO, o fisioterapeuta poderá inicialmente regular a carga em
 

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2288060 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
As causas mais comuns do aparecimento da PEEPi ou fatores que aumentam o risco do seu aparecimento são, EXCETO
 

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2288038 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Analise o relato de caso a seguir e responda a questão.
“Paciente 48 anos no 2°PO de cirurgia torácica, foi avaliado pelo fisioterapeuta com a manovacuometria onde pode ser observado uma Pimax de -50 cmH2O, sendo que, no Pré-operatório, apresentava-se com uma Pimax -65 cmH2O. Como uma das condutas, o fisioterapeuta selecionou o Threshold IMT.”
Analisando a Pimax do Pré-operatório e do Pós-operatório, pode-se dizer que sua classificação é, respectivamente:
 

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Começar a se exercitar depois dos 40 anos não é tarde
demais, diz estudo
Pesquisadores compararam a função cardíaca de homens
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
Um estudo apresentado nesta sexta-feira no Congresso EuroPRevent 2014, na Holanda, apontou que começar a fazer exercícios intensos antes dos 30 ou depois dos 40 anos oferece os mesmos efeitos positivos ao coração. Com isso, os pesquisadores concluíram que iniciar a prática de atividade física após os 40 anos não é tarde demais para beneficiar a saúde cardíaca.
Segundo cientistas, começar a realizar exercícios intensos aos 30 ou 40 anos oferece os mesmos benefícios ao coração.
O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos. Os participantes foram divididos de acordo com a quantidade de exercício que realizavam e a idade em que deixaram o sedentarismo. Dez voluntários nunca tinham se exercitado por mais de duas horas por semana em toda a vida e trinta se exercitavam por pelo menos 7 horas semanais por cinco anos seguidos. Dos participantes fisicamente ativos, dezesseis iniciaram na atividade física antes dos 30 anos e catorze depois dos 40. As modalidades escolhidas eram, sobretudo, ciclismo ou corrida. Cada um dos homens foi avaliado por teste ergométrico e ecocardiograma. Os exames constataram que a frequência cardíaca em repouso foi similar entre os dois grupos que faziam atividade física. No caso dos sedentários, a frequência era 10 batidas por minuto (bpm) mais rápida — ou seja, o coração deles precisa de mais batimentos para bombear sangue. O consumo máximo de oxigênio — medida de condicionamento físico — também foi parecido entre os que se exercitavam, mas foi significantemente menor nos sedentários.
Os cientistas constataram que a função diastólica (a capacidade do ventrículo esquerdo de se encher de sangue quando o coração está relaxado) foi melhor nos praticantes de atividades físicas, independentemente da idade em que tenham começado a se exercitar, do que entre sedentários. “Nunca é tarde demais para mudar o estilo de vida e começar a se exercitar. A atividade física sempre será benéfica para o coração e o bem-estar. Trocar o elevador pelas escadas já é um ótimo começo”, diz o coautor da pesquisa David Matelot, da Universidade de Rennes, na França.
Novatos na corrida
Existem regras básicas que valem para todos os iniciantes na corrida – independentemente de idade, condicionamento físico e histórico de saúde. A primeira das regras: embora a corrida seja um esporte prático que não exige equipamentos, é preciso ter um bom tênis. Não precisa ser o modelo mais caro ou mais novo da loja – basta que ele tenha bom amortecimento e seja confortável. Além disso, é indicado que pessoas que praticam corrida sigam uma planilha para controlar a evolução dos treinos. “O ideal é ter uma planilha feita por um professor. Mas, se não for possível, seguir treinos prontos publicados em revistas, por exemplo, é sempre melhor do que não seguir nenhum”, diz o educador físico Renato Dutra. Conhecer o seu próprio condicionamento físico é essencial para saber o ponto de partida da corrida – se mais moderado ou intenso. Por fim, alimentação e hidratação são essenciais antes, durante e depois da prática. “O ideal é beber 200 mililitros de água ou isotônico a cada 15 minutos de corrida”, diz o nutrólogo Celso Cukier.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comecar-a-se-exerciar- depois-dos-40-anos-nao-e-tarde-demais-diz-estudo.
Em “A atividade física sempre será benéfica...”, o termo destacado é
 

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Começar a se exercitar depois dos 40 anos não é tarde
demais, diz estudo
Pesquisadores compararam a função cardíaca de homens
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
Um estudo apresentado nesta sexta-feira no Congresso EuroPRevent 2014, na Holanda, apontou que começar a fazer exercícios intensos antes dos 30 ou depois dos 40 anos oferece os mesmos efeitos positivos ao coração. Com isso, os pesquisadores concluíram que iniciar a prática de atividade física após os 40 anos não é tarde demais para beneficiar a saúde cardíaca.
Segundo cientistas, começar a realizar exercícios intensos aos 30 ou 40 anos oferece os mesmos benefícios ao coração.
O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos. Os participantes foram divididos de acordo com a quantidade de exercício que realizavam e a idade em que deixaram o sedentarismo. Dez voluntários nunca tinham se exercitado por mais de duas horas por semana em toda a vida e trinta se exercitavam por pelo menos 7 horas semanais por cinco anos seguidos. Dos participantes fisicamente ativos, dezesseis iniciaram na atividade física antes dos 30 anos e catorze depois dos 40. As modalidades escolhidas eram, sobretudo, ciclismo ou corrida. Cada um dos homens foi avaliado por teste ergométrico e ecocardiograma. Os exames constataram que a frequência cardíaca em repouso foi similar entre os dois grupos que faziam atividade física. No caso dos sedentários, a frequência era 10 batidas por minuto (bpm) mais rápida — ou seja, o coração deles precisa de mais batimentos para bombear sangue. O consumo máximo de oxigênio — medida de condicionamento físico — também foi parecido entre os que se exercitavam, mas foi significantemente menor nos sedentários.
Os cientistas constataram que a função diastólica (a capacidade do ventrículo esquerdo de se encher de sangue quando o coração está relaxado) foi melhor nos praticantes de atividades físicas, independentemente da idade em que tenham começado a se exercitar, do que entre sedentários. “Nunca é tarde demais para mudar o estilo de vida e começar a se exercitar. A atividade física sempre será benéfica para o coração e o bem-estar. Trocar o elevador pelas escadas já é um ótimo começo”, diz o coautor da pesquisa David Matelot, da Universidade de Rennes, na França.
Novatos na corrida
Existem regras básicas que valem para todos os iniciantes na corrida – independentemente de idade, condicionamento físico e histórico de saúde. A primeira das regras: embora a corrida seja um esporte prático que não exige equipamentos, é preciso ter um bom tênis. Não precisa ser o modelo mais caro ou mais novo da loja – basta que ele tenha bom amortecimento e seja confortável. Além disso, é indicado que pessoas que praticam corrida sigam uma planilha para controlar a evolução dos treinos. “O ideal é ter uma planilha feita por um professor. Mas, se não for possível, seguir treinos prontos publicados em revistas, por exemplo, é sempre melhor do que não seguir nenhum”, diz o educador físico Renato Dutra. Conhecer o seu próprio condicionamento físico é essencial para saber o ponto de partida da corrida – se mais moderado ou intenso. Por fim, alimentação e hidratação são essenciais antes, durante e depois da prática. “O ideal é beber 200 mililitros de água ou isotônico a cada 15 minutos de corrida”, diz o nutrólogo Celso Cukier.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comecar-a-se-exerciar- depois-dos-40-anos-nao-e-tarde-demais-diz-estudo.
Em “O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos...” as vírgulas foram utilizadas para
 

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2287618 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
O mecanismo de depuração das vias aéreas pode ser comprometido por diversos fatores, EXCETO
 

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2287374 Ano: 2014
Disciplina: Fisioterapia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Uma modificação abrupta no estado clínico do paciente, ou apenas uma dificuldade em adequar os ajustes para o funcionamento do ventilador, pode ser detectado com a mensuração seriada da complacência, a qual pode estar diminuída na presença das seguintes condições clínicas, EXCETO
 

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