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Paciente com leucemia linfocítica crônica (LLC) de células B, de “risco intermediário” conforme o sistema modificado de estadiamento de Rai, traz os seguintes exames à consulta: alta expressão de CD38 na superfície das células do clone anormal e mutações inativantes em P53. O que seria mais correto falar para o paciente e/ou sua família com base nestes exames?
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Mulher, 30 anos, internada com dor abdominal, náuseas, vômitos, distensão abdominal e “retenção urinária”, evoluiu com confusão mental, psicose, e perda rapidamente progressiva da força muscular, inclusive respiratória, o que culminou em intubação orotraqueal e ventilação mecânica em UTI. Na UTI, constatou-se: febre, taquicardia, hipertensão e uma urina “cor de vinho” após sondagem vesical. Após o descarte de todas as outras possibilidades, foi aventada uma porfiria.
Qual exame inicial deve ser solicitado para confirmar esta hipótese?
Qual exame inicial deve ser solicitado para confirmar esta hipótese?
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Paciente tem anemia por deficiência de vitamina B6. Assinale a alternativa correta em relação a esse caso clínico.
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São possíveis causas de anemia megaloblástica, EXCETO:
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Paciente masculino, 47 anos, com anemia moderada (Hb 8g/dL), reticulocitopenia (0,2%), neutropenia grave (390 neutrófilos/mm3), trombocitopenia importante (14.000 plaquetas/mm3) e medula óssea muito hipocelular (24% de celularidade). Qual é o diagnóstico mais provável?
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Paciente é submetido à ablação hipofisária (tumor).
Quais são as consequências hematológicas mais prováveis?
Quais são as consequências hematológicas mais prováveis?
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São complicações conhecidas da terapia com eritropoetina recombinante humana (EPO-rh) em pacientes anêmicos com doença renal crônica terminal, EXCETO:
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Sobre o manejo de um paciente com deficiência de cobalamina, assinale a alternativa correta.
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Paciente apresenta anemia perniciosa. NÃO são achados laboratoriais esperados neste caso:
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Unesco: mundo precisará mudar consumo para garantir
abastecimento de água
20/03/15
Relatório da Organização das Nações Unidas para a
Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) mostra que há
no mundo água suficiente para suprir as necessidades de
crescimento do consumo, “mas não sem uma mudança
dramática no uso, gerenciamento e compartilhamento".
Segundo o documento, a crise global de água é de
governança, muito mais do que de disponibilidade do
recurso, e um padrão de consumo mundial sustentável
ainda está distante.
De acordo com a organização, nas últimas décadas
o consumo de água cresceu duas vezes mais do que a
população e a estimativa é que a demanda cresça ainda
55% até 2050. Mantendo os atuais padrões de consumo,
em 2030 o mundo enfrentará um déficit no abastecimento
de água de 40%. Os dados estão no Relatório Mundial das
Nações Unidas sobre o Desenvolvimento de Recursos
Hídricos 2015 – Água para um Mundo Sustentável.
O relatório atribui a vários fatores a possível falta
de água, entre eles, a intensa urbanização, as práticas
agrícolas inadequadas e a poluição, que prejudica a oferta
de água limpa no mundo. A organização estima que 20%
dos aquíferos estejam explorados acima de sua capacidade.
Os aquíferos, que concentram água no subterrâneo e
abastecem nascentes e rios, são responsáveis atualmente
por fornecer água potável à metade da população mundial e
é de onde provêm 43% da água usada na irrigação.
Os desafios futuros serão muitos. O crescimento da
população está estimado em 80 milhões de pessoas por
ano, com estimativa de chegar a 9,1 bilhões em 2050,
sendo 6,3 bilhões em áreas urbanas. A agricultura deverá
produzir 60% a mais no mundo e 100% a mais nos países
em desenvolvimento até 2050. A demanda por água na
indústria manufatureira deverá quadruplicar no período de
2000 a 2050.
Segundo a oficial de Ciências Naturais da Unesco na
Itália, Angela Ortigara, integrante do Programa Mundial
de Avaliação da Água (cuja sigla em inglês é WWAP) e
que participou da elaboração do relatório, a intenção do
documento é alertar os governos para que incentivem
o consumo sustentável e evitem uma grave crise de
abastecimento no futuro. “Uma das questões que os países
já estão se esforçando para melhorar é a governança da
água. É importante melhorar a transparência nas decisões
e também tomar medidas de maneira integrada com os
diferentes setores que utilizam a água. A população deve
sentir que faz parte da solução."
Cada país enfrenta uma situação específica. De maneira
geral, a Unesco recomenda mudanças na administração
pública, no investimento em infraestrutura e em educação.
“Grande parte dos problemas que os países enfrentam,
além de passar por governança e infraestrutura, passa por
padrões de consumo, que só a longo prazo conseguiremos
mudar, e a educação é a ferramenta para isso", diz o coordenador de Ciências Naturais da Unesco no Brasil, Ary
Mergulhão.
No Brasil, a preocupação com a falta de água ganhou
destaque com a crise hídrica no Sudeste. Antes disso, o país
já enfrentava problemas de abastecimento, por exemplo no
Nordeste. Ary Mergulhão diz que o Brasil tem reserva de
água importante, mas deve investir em um diagnóstico para
saber como está em termos de política de consumo, atenção
à população e planejamento. “É um trabalho contínuo. Não
quer dizer que o país que tem mais ou menos recursos
pode relaxar. Todos têm que se preocupar com a situação.
O relatório será mundialmente lançado hoje (20) em
Nova Délhi, na Índia, antes do Dia Mundial da Água (22).
O documento foi escrito pelo WWAP e produzido em
colaboração com as 31 agências do sistema das Nações
Unidas e 37 parceiros internacionais da ONU-Água. A
intenção é que a questão hídrica seja um dos Objetivos de
Desenvolvimento Sustentável, que vêm sendo discutidos
desde 2013, seguindo orientação da Conferência Rio+20
e que deverão nortear as atividades de cooperação
internacional nos próximos 15 anos.
Texto adaptado - Fonte: http://afolhasaocarlos.com.br/noticias/
ver_noticia/5215/controler:noticias
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