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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
|
fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
O R² ajustado (Adjusted R Square) foi inferior a 0,9.
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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
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fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
A estimativa de σ² foi igual a 10.
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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
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fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
O desvio padrão amostral do número de leitos por habitante foi superior a 10 leitos por habitante.
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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
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fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
A razão F da tabela ANOVA refere-se ao teste de significância estatística do intercepto β0, em que se testa a hipótese nula H0 : β0 = 0 contra a hipótese alternativa !$ H_A : \beta _0 \ne 0 !$.
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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
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fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
A correlação linear entre o número de leitos hospitalares por habitante (y) e o indicador de qualidade de vida (x) foi igual a 0,9.
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Determinado estudo considerou um modelo de regressão linear simples na forma yi = β0 + β1xi + εi, em que yi representa o número de leitos por habitante existente no município i; xi representa um indicador de qualidade de vida referente a esse mesmo município i, para i = 1, ..., n. A componente εi representa um erro aleatório com média 0 e variância σ². A tabela a seguir mostra a tabela ANOVA resultante do ajuste desse modelo pelo método dos mínimos quadrados ordinários.
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fonte de variação |
soma dos quadrados |
graus de liberdade |
média dos quadrados |
razão F | P-valor |
| modelo | 900 | 1 | 900 | 90 | <0,001 |
| erro | 100 | 10 | 10 | ||
| total | 1.000 | 11 |
A partir das informações e da tabela apresentadas, julgue o item subsequente.
O referido estudo contemplou um conjunto de dados obtidos de n = 11 municípios.
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Uma pesquisa revelou características da população de uma pequena comunidade composta apenas por casais e seus filhos.
Todos os casais dessa comunidade são elementos do conjunto !$ A \cup B \cup C !$, em que
A = {casais com pelo menos um filho com mais de 20 anos de idade};
B = {casais com pelo menos um filho com menos de 10 anos de idade};
C = {casais com pelo menos 4 filhos}.
Considerando que n(P) indique a quantidade de elementos de um conjunto P, suponha que !$ n(A) = 18; n(B) = 20; n(C) =25; n(A \cap B) = 13; n (A \cap C) = 11; n (B \cap C) = 12 \quad e \quad n(A \cap B \cap C) = 8 !$. O diagrama a seguir mostra essas quantidades de elementos.

Com base nas informações e no diagrama precedentes, julgue o item a seguir.
A referida comunidade é formada por menos de 180 pessoas.
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Uma pesquisa revelou características da população de uma pequena comunidade composta apenas por casais e seus filhos.
Todos os casais dessa comunidade são elementos do conjunto !$ A \cup B \cup C !$, em que
A = {casais com pelo menos um filho com mais de 20 anos de idade};
B = {casais com pelo menos um filho com menos de 10 anos de idade};
C = {casais com pelo menos 4 filhos}.
Considerando que n(P) indique a quantidade de elementos de um conjunto P, suponha que !$ n(A) = 18; n(B) = 20; n(C) =25; n(A \cap B) = 13; n (A \cap C) = 11; n (B \cap C) = 12 \quad e \quad n(A \cap B \cap C) = 8 !$. O diagrama a seguir mostra essas quantidades de elementos.

Com base nas informações e no diagrama precedentes, julgue o item a seguir.
Se um casal dessa comunidade for escolhido ao acaso, então a probabilidade de ele ter menos de 4 filhos será superior a 0,3.
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Texto
São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em 1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram encontrados em locais com concentração de recipientes, denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos municípios e a realização de delimitações de foco, quando do encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava presente em um município quando continuava presente nos imóveis após a realização das medidas de controle que vinham associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a aplicação de controle, as quais não foram suficientes para eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue. Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano) apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em 2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e, em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
Apesar de não se descartar a hipótese de que o aumento progressivo das incidências da dengue no município já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
Os vocábulos “mosquito” e “patógeno” têm o mesmo referente no texto: “Aedes aegypti”.
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Texto
São José do Rio Preto, centro urbano de tamanho médio, com cerca de 408 mil habitantes em 2010, localizada na região noroeste do estado de São Paulo, em área de clima tropical, é uma cidade reconhecida pelo seu calor intenso. Em 1985, a Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo detectou a presença de focos do Aedes aegypti em doze cidades paulistas, entre elas, São José do Rio Preto, e confirmou sua reintrodução no estado. Os focos foram encontrados em locais com concentração de recipientes, denominados pontos estratégicos (PEs). Foi então estruturado o Programa de Controle de Aedes aegypti em São Paulo, que previa a visitação sistemática e periódica aos PEs dos municípios e a realização de delimitações de foco, quando do encontro de sítios positivos. Considerava-se que o vetor estava presente em um município quando continuava presente nos imóveis após a realização das medidas de controle que vinham associadas à delimitação de foco.
Logo após a detecção de focos positivos do mosquito em São José do Rio Preto, realizaram-se as delimitações e a aplicação de controle, as quais não foram suficientes para eliminar o vetor. Diante da situação, em 1985, o município foi definido como área de infestação domiciliar e risco de dengue. Os primeiros casos autóctones da dengue no município foram registrados em 1991, atribuídos ao sorotipo DENV1. A primeira grande epidemia ocorreu em 1995, com 1.462 casos autóctones. Posteriormente, com a introdução dos demais sorotipos, as incidências (casos/100 mil habitantes/ano) apresentaram comportamento cíclico: em 1999, 1.351,1; em 2006, 2.935,7; em 2010, ano da maior incidência, 6.173,8; e, em 2015, até outubro, a segunda maior incidência, 5.070,8.
Apesar de não se descartar a hipótese de que o aumento progressivo das incidências da dengue no município já seria um efeito do aumento das temperaturas, parece que esse fenômeno estaria mais relacionado com a circulação dos múltiplos sorotipos do vírus da dengue. De modo geral, a persistência e a intensidade da dengue em São José do Rio Preto são esperadas por se tratar de cidade de clima tropical e com condições ideais para o desenvolvimento do vetor e de sua relação com o patógeno.
Internet: <www revistas usp br> (com adaptações)
A respeito de aspectos linguísticos do texto, julgue o item a seguir.
A expressão “com a introdução dos demais sorotipos” exprime ideia de causa.
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