Paciente masculino de 46 anos, previamente hígido, é levado ao
serviço de emergência por familiares com quadro de diplopia há
3 dias. Nas últimas 24 horas, está com dificuldade para
deambular. Ao exame clínico apresenta PA = 120 x 80 mmHg, FC
= 90 bpm, tórax e abdômen inocentes, sem edema em membros
inferiores. Ao exame neurológico está acordado, lúcido e
orientado, com discurso fluente e coerente. Abertura ocular
preservada, com paralisia dos movimentos oculares extrínsecos.
Demais nervos cranianos sem alterações. Força preservada nos 4
membros. Arreflexia profunda e hipotonia nos 4 membros.
Dismetria nos 4 membros.
Nesse cenário clínico, o principal diagnóstico etiológico é:
Lactente de 6 meses é levado a consulta de rotina com o
pediatra, e a mãe relata que ele vem apresentando episódios de
contrações abruptas dos braços e cabeça para frente há 1 mês. O
desenvolvimento está normal até o momento. Um EEG é
solicitado, e o resultado indica um padrão de hipsarritmia.
Considerando-se o quadro clínico desse paciente, a conduta
inicial mais adequada é iniciar:
Paciente de 65 anos, hipertensa e tabagista, apresenta
subitamente hemiplegia braquiocrural à direita, desvio da
comissura labial para a esquerda, ptose palpebral à esquerda,
midríase paralítica à esquerda e paralisia dos movimentos
oculares (medial, superior e inferior) à esquerda.
O diagnóstico topográfico da lesão é:
Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose
múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura
neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial
unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte
intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância
magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR
em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem
captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é:
Mulher de 30 anos, vegana, procura neurologista porque vem
apresentando desequilíbrio progressivo para caminhar. No teste
de Romberg, cai; apresenta dismetria nas manobras dedo-nariz e
calcanhar-joelho, que se agrava com o fechamento dos olhos, e
sinal de Babinski bilateral.
Diante desse quadro clínico, o que se espera encontrar na
avaliação da sensibilidade é:
Menina de 10 anos é levada ao neurologista porque apresenta
dificuldade no relaxamento muscular das mãos, sem dor, ao
acordar. Não há atrofia muscular e a percussão da região tenar
bilateralmente com martelo demonstra o fenômeno. A
eletromiografia confirmou o diagnóstico. A mãe, atualmente com
40 anos, refere que, desde pequena, tem o mesmo problema,
que em nada a prejudicou, afinal, trabalha como secretária, se
casou, teve dois filhos e tem atividades de vida diária normais. Os
sintomas melhoram com um medicamento oral que usa
regularmente.
Esse medicamento é:
Homem de 70 anos, hipertenso mal controlado, acorda e nota
que não está enxergando do olho direito. Após o oftalmologista
excluir glaucoma, catarata e outras causas oculares, o
oftalmologista indica prednisona oral (60 mg/dia/5 dias). No
encaminhamento para a neurologia, emite o seguinte laudo:
“perda visual grave com edema de papila à direita”.
Diante desse quadro, a hipótese é
Homem de 54 anos, com esclerose multipla progressiva
secundária (EDSS = 8.0), em uso de ocrelizumabe há 1 ano
(600 mg/dose, ultima infusão há 30 dias), é internado na
emergência por apresentar, há 48 horas, dor cervical, febre baixa,
agravamento da fraqueza muscular e ardência no braço
esquerdo. O médico observa lesões cutâneas avermelhadas, em
bolhas no 4º e 5º quirodáctilos, região hipotênar e antebraço a
esquerda.
A conduta adequada do médico é:
Mulher de 30 anos com diagnóstico de esclerose múltipla é
encaminhada pelo SISREG para centro de referência público para
receber tratamento preventivo fornecido pelo SUS. O
neurologista decide indicar um medicamento oral.
Além do exame de RM de crânio com contraste, esse médico
solicita os seguintes exames obrigatórios, de acordo com
protocolo:
Mulher de 20 anos com diagnóstico de esclerose múltipla (EM)
desenvolve, de forma subaguda, disfunção visual unilateral. O
neurologista indica medicação a ser usada EV por cinco dias
consecutivos.
A medicação padrão-ouro para tratamento de surto na EM é: