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Uma paciente cisgênero de 60 anos refere que há 3 meses notou
nódulo de crescimento rápido em sua mama esquerda, em
quadrante superolateral. Traz mamografia digital e
ultrassonografia de mamas realizadas 7 dias antes da consulta. A
mamografia identifica nódulo de 15 centímetros em quadrante
superolateral de mama esquerda, de limites mal definidos. A
ultrassonografia de mamas e axilas corrobora nódulo hipoecoico,
de limites mal definidos e contornos mal delimitados; acrescenta
que, dentro do nódulo, há áreas anecoicas de permeio.
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
Ao exame físico: mamas de médio volume, nódulo firme de 17 centímetros palpável em quadrante superolateral de mama esquerda mergulhando sob a aréola por 3 cm, pouco móvel, com abaulamento local presente. Axilas sem linfonodos alterados. Mama esquerda sem alterações ao exame físico.
O diagnóstico de biópsia de fragmento da lesão foi sarcoma de mama indiferenciado. O rastreamento de implantes a distância solicitado foi negativo
Neste caso, o tratamento cirúrgico é:
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Uma mulher cisgênero, preocupada com sua história familiar,
procura geneticista para consulta. Ela teve mãe, duas tias
maternas e avó materna com histórico de carcinoma de mama
antes dos 50 anos. Pergunta sobre os genes que apresentam
mutação germinativa com variante patogênica mais comuns na
população brasileira e que são associados à ocorrência de
carcinoma de mama.
A resposta para a pergunta do paciente, com os genes ordenados do primeiro para o terceiro gene mais frequente no Brasil, é:
A resposta para a pergunta do paciente, com os genes ordenados do primeiro para o terceiro gene mais frequente no Brasil, é:
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Um homem cisgênero de 60 anos comparece ao consultório com
diagnóstico de câncer de mama na mama direita.
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
A biópsia de fragmento evidencia carcinoma invasivo da mama tipo não especial. Receptores de estrogênio e progesterona positivos em 100%, Allred 8 em ambos. HER2/Neu 0. Ki-67: 10%. Ao exame físico: nódulo retroareolar à direita de 2,5 cm, ocupando a região retroareolar à direita, sem infiltração de pele. Mama esquerda sem nódulos. Axilas, fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodos alterados.
Na condução desse caso, deve-se:
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Uma paciente cisgênero de 62 anos procura assistência com
queixa de nódulo de mama esquerda palpado durante o banho
há 20 dias e vermelhidão na mama esquerda.
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
Ao exame físico: mamas médias, hiperemia e edema de pele de mama esquerda (pele em casca de laranja) ocupando três dos quatro quadrantes da mama esquerda; nódulo palpável em quadrante superolateral de mama esquerda, pétreo, aderido a planos superficiais e profundos de 5 cm; linfonodos axilares à direita não palpáveis. Na axila esquerda, palpavam-se dois linfonodos firmes, endurecidos, tendendo à fusão. Fossas supraclaviculares e infraclaviculares sem linfonodomegalias. Uma mamografia realizada 2 dias antes da consulta apresentava, em mama esquerda, nódulo mal delimitado de 5 cm, em quadrante superolateral de mama esquerda, além de edema difuso de pele de mama esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A ultrassonografia de mamas e axilas realizada 1 dia antes da consulta evidencia nódulo irregular, com margens espiculadas, heterogêneo, em quadrante superolateral de mama esquerda, de 4,5 cm, e dois linfonodos globosos com perda de hilo em axila esquerda, categoria 5 BI-RADS.
A biópsia da nodulação da mama esquerda com agulha grossa (com inserção de clip de titânio) foi positiva para malignidade: carcinoma invasivo da mama tipo não especial, grau histológico 3. A biópsia por agulha grossa de um linfonodo axilar foi positiva para metástase de carcinoma mamário. A imunohistoquímica evidenciou:
• receptores de estrogênio: negativo; • receptores de progesterona: negativo; • HER2/Neu: negativo; • Ki-67: 75%.
A paciente foi então encaminhada para tratamento clínico medicamentoso (oncológico) neoadjuvante. Ao final da neoadjuvância, houve resposta clínica e radiológica completas (mamografia e ultrassonografia de mamas e axilas).
Após a neoadjuvância em mama e axila esquerdas, a conduta cirúrgica frente ao caso deve ser:
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Uma mulher cisgênero de 58 anos apresentou quadro de
carcinoma de mama direita localmente avançado. Após
tratamento neoadjuvante, foi submetida a mastectomia radical
modificada a Madden à direita. Ao estudo histopatológico da
peça cirúrgica, verificaram-se: carcinoma residual de 2 cm em
quadrante superolateral de mama direita e 4 linfonodos positivos
de 25 ressecados. Três meses depois, em consulta de retorno, o
mastologista percebe, ao exame físico, que a escápula à direita se
encontrava mais longe da linha média em relação à escápula
esquerda, em especial quando o membro superior direito era
elevado para frente.
Frente ao quadro clínico acima exposto e histórico cirúrgico da paciente, houve lesão do seguinte nervo:
Frente ao quadro clínico acima exposto e histórico cirúrgico da paciente, houve lesão do seguinte nervo:
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Paciente de 78 anos tem diagnóstico de neoplasia maligna
avançada. Todas as medidas terapêuticas contra a doença foram
implementadas, porém não existe mais perspectiva de cura. O
paciente ainda não sabe dessa condição e as más notícias
precisam ser informadas.
Nesse caso, deve-se adotar o protocolo SPIKES, que inclui 6 etapas, entre as quais:
Nesse caso, deve-se adotar o protocolo SPIKES, que inclui 6 etapas, entre as quais:
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A demência de Alzheimer (DA) ou transtorno cognitivo devido a
doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo
progressivo e fatal que se manifesta pela deterioração cognitiva e
da memória, comprometimento progressivo das atividades de
vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e
alterações comportamentais.
Sobre o diagnóstico da DA, é correto afirmar que:
Sobre o diagnóstico da DA, é correto afirmar que:
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Paciente de 61 anos, sem comorbidades associadas, procura
ajuda de médico geriatra com queixa de perda de memória. Após
completar a avaliação geriátrica ampla, com testes integrados de
avaliação cognitiva (psicométricos) e de funcionalidade, e realizar
alguns exames complementares (sangue e imagem), a conclusão
diagnóstica foi a de que se tratava de um transtorno cognitivo
leve (ou comprometimento cognitivo leve).
Com base nesse diagnóstico, é correto afirmar que:
Com base nesse diagnóstico, é correto afirmar que:
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Os “critérios de Beers” (da American Geriatric Society) são uma
ferramenta para identificação de medicamentos potencialmente
inapropriados para idosos. Seu conhecimento é essencial para
evitar maiores riscos associados à prescrição medicamentosa
para esse grupo de pacientes.
Considere uma paciente de 67 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo II, que já fez as mudanças de estilo de vida de forma adequada, mas ainda mantém níveis glicêmicos e de hemoglobina glicada que indicam início de tratamento medicamentoso, tem função renal normal e não possui outra comorbidade. Considerando-se os medicamentos potencialmente inadequados para idosos (categoria 1 dos critérios de Beers), a medicação de escolha nesse caso é:
Considere uma paciente de 67 anos, com diagnóstico de diabetes mellitus tipo II, que já fez as mudanças de estilo de vida de forma adequada, mas ainda mantém níveis glicêmicos e de hemoglobina glicada que indicam início de tratamento medicamentoso, tem função renal normal e não possui outra comorbidade. Considerando-se os medicamentos potencialmente inadequados para idosos (categoria 1 dos critérios de Beers), a medicação de escolha nesse caso é:
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No Brasil, apesar de as referências sobre diversos instrumentos
validados de avaliação da dor no idoso terem aumentado nos
últimos anos, a subavaliação e o subtratamento pelos
profissionais de saúde ainda são uma realidade. Esse fato
contribui para o controle inadequado da dor, deixando o idoso
vulnerável a consequências decorrentes da perda da
funcionalidade secundária ao subtratamento da dor. Por meio de
educação em dor, é possível minimizar as fragilidades na
avaliação e no manejo inadequados da dor no idoso.
No tratamento da dor do paciente idoso, em relação aos analgésicos opioides, é correto afirmar que:
No tratamento da dor do paciente idoso, em relação aos analgésicos opioides, é correto afirmar que:
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