Foram encontradas 80 questões.
Um rapaz de 24 anos com tonteira procura a unidade de saúde
pela quinta vez. Refere episódios abruptos de tonteira com
sensação de turvação visual e de desmaio iminente, sem relação
com esforço físico, que vêm acontecendo há semanas,
acompanhados de palpitação. A entrevista revela ainda um rapaz
sadio, sem outras queixas, que trabalha e estuda (Faculdade de
Administração). Ele está totalmente assintomático no momento.
Ao partirmos para o exame físico, devemos descartar
inicialmente uma condição que pode apontar para a causa da
tonteira.
Para isso, deve-se dar especial atenção:
Para isso, deve-se dar especial atenção:
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Um paciente de 31 anos tem história de tratamento
antimicrobiano para “inflamação no testículo” há 3 semanas.
Apesar de o desconforto ter melhorado, ele sentiu “algo
estranho” no testículo esquerdo. Por tal motivo, procurou
atendimento médico para nova avaliação. Ao exame, verifica-se
uma massa testicular à esquerda, indolor à palpação. Não há
outras alterações. O médico solicita, então, uma ultrassonografia
da bolsa escrotal.
Diante da suspeita de câncer testicular, estão indicados os seguintes exames laboratoriais:
Diante da suspeita de câncer testicular, estão indicados os seguintes exames laboratoriais:
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Uma mulher de 38 anos é atendida no ambulatório com queixa
de aproximadamente 4 a 5 episódios de cistite sintomáticas por
ano nos últimos 3 anos, com significativo impacto na sua
qualidade de vida. Relata ter sido submetida, nesse período, a
investigação com ultrassonografia, tomografia e múltiplos
exames de urina. Não há alterações nos exames ginecológicos.
No momento da consulta, encontra-se assintomática e com
exame de urina recente sem alterações.
Visando à prevenção de infecções urinárias de repetição nessa paciente, entre as alternativas abaixo, o esquema mais recomendado é:
Visando à prevenção de infecções urinárias de repetição nessa paciente, entre as alternativas abaixo, o esquema mais recomendado é:
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Uma mulher de 50 anos, que vinha em acompanhamento
oncológico por câncer de mama, é internada com dor óssea
refratária às medicações orais. Foram detectadas metástases
ósseas, hepáticas e pulmonares. A dor foi bem controlada e
foram realizados todos os exames pertinentes ao quadro clinico
apresentado. Além disso, a equipe médica discutiu sobre a
importância da avaliação da espiritualidade da paciente.
Em relação à avaliação da espiritualidade em pacientes que estão em cuidados paliativos, é correto afirmar que:
Em relação à avaliação da espiritualidade em pacientes que estão em cuidados paliativos, é correto afirmar que:
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Um paciente de 68 anos, com diagnóstico de câncer de próstata,
foi internado para realização de prostatectomia. Estava em uso
de anlodipino 10 mg ao dia e atorvastatina 20 mg ao dia. Relatou
que no passado fez uso de “medicação para arritmia”, mas
suspendeu por conta própria há 5 anos. Apresentava placa
ateromatosa não obstrutiva em carótidas bilateralmente. Foi
avaliado pela equipe de clínica médica no dia anterior da cirurgia.
O exame físico não apresentava alterações significativas.
A pressão arterial era de 148 por 90 mmHg e a frequência
cardíaca, de 69 batimentos por minuto.
Nesse caso, a conduta correta é:
Nesse caso, a conduta correta é:
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Um paciente idoso atendido em consulta ambulatorial com perda
ponderal significativa não intencional poderia ser classificado
com síndrome consumptiva na dependência de outros sinais e
sintomas.
As principais possibilidades para síndrome consumptiva em idosos ambulatoriais são:
As principais possibilidades para síndrome consumptiva em idosos ambulatoriais são:
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Uma paciente de 58 anos foi internada por confusão mental e dor
em ombro direito. É portadora de neoplasia de mama em estágio
avançado com metástases ósseas. Havia relato, pela anamnese
dirigida, de constipação e distensão abdominal. O marido
confirmou que, nos últimos dias, ela já não conseguia levantar-se
e tomar adequadamente seus medicamentos. Durante a
internação confirmou-se a fratura patológica de cabeça do úmero
e hipercalcemia da malignidade (PTH suprimido). Houve redução
dos níveis séricos de cálcio (Ca: 15 mg/dl para 12 mg/dl em
2 dias), e a creatinina sérica, que na entrada era de 3,8 mg/dl,
caiu para 2,0 mg/dl em 48 horas. Os medicamentos
reintroduzidos com a melhora clínica da paciente após 3 dias de
hidratação e pamidronato foram: metadona, amitriptilina,
duloxetina e gabapentina – os últimos por dor radicular.
Infelizmente, os sintomas de distensão abdominal, náuseas,
vômitos e constipação se evidenciaram, levando à realização de
exame tomográfico do abdômen e pelve. Observou-se distensão
de ceco (9,0 cm em maior diâmetro), cólon ascendente,
transverso e cólon descendente com presença de fecaloma em
sigmoide.
Diante da principal hipótese diagnóstica, a melhor conduta imediata é:
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Um homem de meia-idade retornou ao ambulatório de clínica
médica em cadeira de rodas, trazido pela esposa, relatando estar
a maior parte do tempo acamado. O início das dores lombares foi
há 4 meses. A dor situa-se principalmente na transição
toracolombar, permanece durante a noite e já está refratária a
uso de opioides fracos. A constipação piorou (última evacuação
há 5 dias) e o paciente não urina com tanta frequência. Quando
sente vontade de urinar, não consegue segurar completamente.
A esposa relata que o marido perdeu pelo menos uns 8 kg nos
4 meses desde o início do quadro, havendo febre vespertina
ocasional não aferida. A esposa também atualiza o quadro
dizendo que a dor parece já estar presente há mais tempo (uns
6 meses). Há aproximadamente 1 mês, ele havia sentido uma
fraqueza mais proeminente nas pernas, que o levou a cair
sentado. Desde então, não conseguiu se levantar.
Exame físico: paraplegia espástica e hiperreflexia de membros inferiores, com redução de sensibilidade para tato, temperatura e pressão e dor com nível sensitivo na altura dos mamilos. Havia redução da sensibilidade profunda caracterizada por perda completa da propriocepção e sensibilidade vibratória. O restante do exame físico revela paciente hipocorado, um pouco desidratado, com distensão abdominal e redução dos ruídos intestinais. Massa palpável em hipogástrio, indolor, sugerindo bexigoma.
Nos exames solicitados, revelaram-se anemia normocítica, normocrômica, VHS 88 mmHg, PCR: 95 (N: até 10 mg/L), creatinina: 1,6 mg/dl; outros exames estavam normais, incluindo hepatograma, Na, K, Ureia, PSA. Na radiografia de coluna lombar, não se evidenciou fratura, mas havia alterações degenerativas comuns para a idade em região sacroilíaca e acetabular. O radiologista sugeriu redução da densidade óssea, mas não havia lesões líticas ou blásticas. Havia achados de fecalitos em região retossigmoideana e provável bexigoma pela análise da radiografia. O médico decidiu interná-lo imediatamente para investigação e tratamento.
Em relação a esse caso, é correto afirmar que:
Exame físico: paraplegia espástica e hiperreflexia de membros inferiores, com redução de sensibilidade para tato, temperatura e pressão e dor com nível sensitivo na altura dos mamilos. Havia redução da sensibilidade profunda caracterizada por perda completa da propriocepção e sensibilidade vibratória. O restante do exame físico revela paciente hipocorado, um pouco desidratado, com distensão abdominal e redução dos ruídos intestinais. Massa palpável em hipogástrio, indolor, sugerindo bexigoma.
Nos exames solicitados, revelaram-se anemia normocítica, normocrômica, VHS 88 mmHg, PCR: 95 (N: até 10 mg/L), creatinina: 1,6 mg/dl; outros exames estavam normais, incluindo hepatograma, Na, K, Ureia, PSA. Na radiografia de coluna lombar, não se evidenciou fratura, mas havia alterações degenerativas comuns para a idade em região sacroilíaca e acetabular. O radiologista sugeriu redução da densidade óssea, mas não havia lesões líticas ou blásticas. Havia achados de fecalitos em região retossigmoideana e provável bexigoma pela análise da radiografia. O médico decidiu interná-lo imediatamente para investigação e tratamento.
Em relação a esse caso, é correto afirmar que:
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Um lactente de 9 meses, com fácies sindrômica, assintomático,
apresenta ausculta cardíaca com ritmo regular, bulhas
normofonéticas com desdobramento variável da segunda bulha,
sopro sistólico 2+/6+ mais audível em borda esternal esquerda
baixa, sem irradiação, que diminui com a posição sentada. Os
pulsos femorais são palpáveis.
Nesse caso, o médico deve
Nesse caso, o médico deve
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A ventilação com máscara fácil é de fundamental importância na segurança do paciente submetido à anestesia geral. Características relacionadas ao paciente interferem na dificuldade em conduzir o procedimento.
O fator independente mais importante para ocorrência de ventilação difícil sob máscara é:
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