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Foram encontradas 80 questões.

Uma mulher de 45 anos apresenta aumento progressivo de fluxo e da duração menstrual há 4 anos, associado a dismenorreia importante com piora após nascimento do filho por parto cesáreo há 6 anos. Atualmente, sangra até 12 dias, com necessidade de uso de absorventes noturnos. Ao exame, verificase o útero aumentado de volume, palpável à altura da sínfise púbica, globoso e móvel. A ultrassonografia transvaginal mostrou útero de aspecto globoso, tipo “bala de canhão”, volume estimado de 760 mL, sem outros comemorativos. A ressonância magnética de pelve evidenciou uma zona juncional de 23 mm, com aspecto heterogêneo.
Dadas as informações acima, a principal hipótese diagnóstica é:
 

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Uma paciente de 16 anos, fenótipo feminino, em amenorreia, apresenta genitália externa sem alterações aparentes, mamas M4 e pilificação P2 de Tanner. A ultrassonografia pélvica não evidenciou útero. Gônadas foram visualizadas. Os exames laboratoriais evidenciaram FSH de 6,7 UI/L, testosterona com 540 ng/mL e estradiol a 47,1 pg/mL.
Considerando as informações acima, o cariótipo de banda G esperado para essa paciente é:
 

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Uma mulher de 53 anos, ao realizar mamografia de rotina, apresenta um conjunto de microcalcificações pleomórficas agrupadas no quadrante superior externo da mama direita, medindo 1,5 cm (BI-RADS 4). Não há outras lesões ou alterações na mamografia. Ao exame físico, verificam-se mamas de médio volume, sem alterações à inspeção, parênquima mamário homogêneo sem nódulos palpáveis, axilas livres e descarga ductal ausente. Em seu histórico familiar, sua mãe e tia materna tiveram diagnóstico de câncer de mama aos 61 anos e 58 anos, respectivamente. É, então, realizada a mamotomia da lesão com a colocação de clipe metálico. O diagnóstico histopatológico identifica hiperplasia ductal atípica, com presença de focos de necrose celular, mas com margens livres na peça.
A melhor conduta a ser traçada nesse caso é:
 

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Uma mulher de 57 anos queixa-se do surgimento de um caroço na mama esquerda há 2 meses. Ao exame, verifica-se que o nódulo está endurecido, pouco móvel, indolor, medindo 2,0 cm de comprimento, em quadrante superior externo da mama esquerda. Não há comprometimento de pele e a relação tumor/mama está inferior a 20%. As axilas apresentam-se sem linfonodomegalias palpáveis. A mamografia identificou nódulo espiculado, de 2,0 cm, no quadrante superior externo da mama esquerda, categoria BI-RADS 5. Realizada a mamotomia, o laudo foi de carcinoma lobular invasivo.
Considerando as informações acima, a melhor conduta inicial para o caso é:
 

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Uma mulher de 52 anos, obesa, dislipidêmica, com ciclos menstruais irregulares há 2 anos, apresenta queixas de fogachos noturnos intensos nos últimos 6 meses. Refere que mãe teve câncer de mama aos 78 anos. O exame físico revela peso de 70 kg, altura de 160 cm, mamas sem alterações, exame ginecológico com diminuição do trofismo da mucosa vaginal, sem outras alterações relevantes, em membros inferiores e presença de varizes bilaterais. A mamografia recente apresenta BI-RADS categoria 2. A ultrassonografia transvaginal registra ovários de pequeno volume e eco endometrial de 4 mm.
Das opções abaixo, aquela que contém a proposta terapêutica mais adequada é:
 

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Uma mulher de 67 anos, não tabagista, tem histórico de emagrecimento de 15 kg nos últimos 8 meses. Ao exame físico, há presença de massa anexial direita palpável ao toque vaginal, de aproximadamente 7 cm, móvel, indolor. A ultrassonografia identificou anexo direito ocupado por massa heterogênea, medindo 6,3 x 5,4 cm, predominantemente anecoico, com traves hiperecogênicas de permeio e fluxo periférico ao doppler de baixa resistência vascular. O CA-125 apresenta 37,0 UI/mL. Foi realizada uma biópsia guiada por rádio-intervenção para esclarecimento diagnóstico, com o achado histopatológico de mucina intracelular, presença de células em anel de sinete e infiltração sarcomatoide difusa no estroma ovariano.
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável e a conduta adequada são, respectivamente:
 

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Uma mulher de 37 anos, casada, sem filhos, está tentando engravidar há 3 anos, sem sucesso. Desde que suspendeu a contracepção hormonal para iniciar tentativas de gravidez, seus ciclos menstruais passaram a apresentar dismenorreia progressiva. Há 1 ano, apresenta queixas de dispareunia profunda. O desejo familiar do casal é de ter 3 filhos. Exame físico: o toque vaginal evidencia útero em RVF, fixo, tamanho normal, anexos impalpáveis, nódulo endurecido em fundo de saco vaginal posterior, de 3 cm. Exames complementares: o espermograma do marido apresenta parâmetros normais; a histerossalpingografia evidencia prova de Cottè positiva, bilateralmente, sendo a trompa direita fixa distamente e a esquerda algo enovelada. O hormônio antimulleriano está a 0,51 ng/mL. A ressonância magnética de pelve evidencia espessamento em ligamento largo direito, endometrioma de 1,5 cm em ovário direito, placa de endometriose em fundo de saco posterior, de 3,5 cm x 2,5 cm com invasão de 0,5 cm da parede miometrial posterior, sem sinais de acometimento intestinal. Não há sinais de acometimento de raízes nervosas ou ureteres.
Considerando o caso clínico acima, a conduta mais adequada para o casal em termos de tratamento da infertilidade é:
 

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Uma mulher de 27 anos, sem desejo de engravidar no momento, comparece à consulta ginecológica queixando-se de dismenorreia progressiva no último ano. O quadro iniciou-se após a suspensão da pílula contraceptiva, substituída por uso de preservativo em função do desejo de evitar o método hormonal. Nos últimos 3 ciclos menstruais, apresentou dor incapacitante com necessidade de realização de analgesia endovenosa no período menstrual. Nega patologias e cirurgias anteriores. Realizou ultrassonografia transvaginal no início da fase folicular do seu ciclo menstrual, que evidenciou útero retroversofletido, de tamanho normal, miométrio homogêneo e endométrio centrado, homogêneo, medindo 0,4 cm. O ovário direito apresenta parênquima homogêneo, com pequenos folículos, medindo 2,1 cm x 2,4 cm x 1,7 cm. O ovário esquerdo apresenta parênquima heterogêneo, rechaçado perifericamente, às custas de formação hipoecogênica de 4,0 cm x 3,5 cm x 3,0 cm. As medidas do ovário são 6,0 cm x 5,1 cm x 4,0 cm.
Com base nas informações acima, e na principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada para o caso é:
 

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Uma mulher de 67 anos, com histórico de 2 partos vaginais há 35 e 30 anos, obesa, portadora de diabetes melitus tipo 2, controlada com uso de metformina, apresenta queixas de não conseguir segurar a urina até chegar ao banheiro e de perda urinária involuntária ao tossir há 8 meses. Realizou cultura de urina, que foi negativa. A avaliação urodinâmica a que foi submetida evidenciou contrações involuntárias do detrursor na cistometria e uma pressão de perda urinária ao esforço de 48 cmH2O.
Considerando o quadro acima, é correto afirmar que a paciente apresenta incontinência urinária:
 

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Uma mulher de 27 anos apresenta quadro clínico de ciclos menstruais irregulares, chegando a ficar mais de 90 dias sem menstruar, associado a queixas de acne e queda de cabelos de longa data. Ao exame, apresenta peso de 90,1 kg, 158 cm de altura e avaliação pela escala de Ferriman-Gallwey de 12 pontos. Os exames complementares registraram ultrassonografia transvaginal evidenciando ovário direito com volume 13 mL e presença de 21 folículos antrais inferiores a 10 mm e ovário esquerdo com volume 11 mL e presença de 29 folículos antrais inferiores a 10 mm, dosagem de FSH 5,6 UI/L, LH 12,2UI/L. TSH 2,4 mUI/L, prolactina 18,0 ng/mL, cortisol salivar noturno < 0,2 mcg/mL, SDHEA 205,0 mcg/dL e 17-OH-progesterona 28,0 ng/dL.
Considerando as informações acima, o diagnóstico mais provável é:
 

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