Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia
hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a
foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas,
melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de
cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos
últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade,
quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem
foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Senhor com 62 anos e sem comorbidades vem à consulta
acompanhado por sua esposa, que refere notar, há mais de seis
meses, que ele está mais parado, andando com dificuldade. Diz
que pela manhã ela precisa ajudá-lo a se levantar da cama. Há 3
meses surgiu discreto tremor na mão direita, que ela observa
mais quando estão sentados vendo a novela. O neurologista
examina o paciente e observa rigidez maior à direita, tremor de
repouso intermitente na mão direita e bradicinesia. Prescreve
então uma medicação de uso contínuo. O paciente retorna à
consulta após 4 meses relatando melhora da mobilidade. Quando
questionado sobre atividades que realiza no cotidiano, relata
estar apresentando compulsão por jogos, o que não apresentava
anteriormente.
A medicação relacionada a esse quadro é:
Paciente de 25 anos, feminina, branca, acorda pela manhã com
fraqueza de membro inferior direito. Após 1 semana, melhora
mesmo sem tratamento. No momento do atendimento está
assintomática. Ao exame neurológico, é observado reflexo
cutâneo-plantar em extensão à direita. Solicitada ressonância
magnética de crânio e coluna cervical e torácica. Diante do
resultado, a paciente foi diagnosticada com esclerose múltipla e
encaminhada para centro de referência.
Os achados da ressonância que corroboraram o diagnóstico
foram:
Paciente de 40 anos procura ambulatório de neurologia com
queixa de fraqueza e atrofia nas mãos e pé direito se
desenvolvendo há 6 meses. Ao exame neurológico, é constatada
paresia para extensão da mão esquerda, abdução dos dedos da
mão direita e fraqueza para dorsoflexão do pé direito, atrofia e
arreflexia nos segmentos afetados. Exame da sensibilidade
mostrou-se normal.
O diagnóstico sindrômico é consistente com:
Paciente masculino de 10 anos é levado ao neurologista pelos
pais, que relatam que a criança apresenta episódios de agitação
poucas horas após adormecer. Eles descrevem que o filho grita,
chora, parece estar assustado, mostra-se confuso ao ser
questionado sobre o que está sentindo, chega a sentar na cama,
fica vermelho e suado, e o coração dispara. Ao se acalmar, volta a
dormir e, no dia seguinte, não se lembra do que acontece.
Inicialmente achavam que era ansiedade, mas, pela recorrência,
estão preocupados e buscam avaliação.
O transtorno do sono apresentado pelo paciente é:
Paciente de 25 anos, sexo feminino, relata que há 6 meses vem
apresentando cansaço, queda das pálpebras e diplopia ao final do
dia, que melhoram ao descansar e dormir. No exame
neurológico, é observada ptose palpebral à direita com queixa de
diplopia após manobras de esgotamento, sem outras alterações.
Diante desse cenário clínico, a investigação complementar inicial
deve incluir:
Paciente masculino de 46 anos, previamente hígido, é levado ao
serviço de emergência por familiares com quadro de diplopia há
3 dias. Nas últimas 24 horas, está com dificuldade para
deambular. Ao exame clínico apresenta PA = 120 x 80 mmHg, FC
= 90 bpm, tórax e abdômen inocentes, sem edema em membros
inferiores. Ao exame neurológico está acordado, lúcido e
orientado, com discurso fluente e coerente. Abertura ocular
preservada, com paralisia dos movimentos oculares extrínsecos.
Demais nervos cranianos sem alterações. Força preservada nos 4
membros. Arreflexia profunda e hipotonia nos 4 membros.
Dismetria nos 4 membros.
Nesse cenário clínico, o principal diagnóstico etiológico é:
Lactente de 6 meses é levado a consulta de rotina com o
pediatra, e a mãe relata que ele vem apresentando episódios de
contrações abruptas dos braços e cabeça para frente há 1 mês. O
desenvolvimento está normal até o momento. Um EEG é
solicitado, e o resultado indica um padrão de hipsarritmia.
Considerando-se o quadro clínico desse paciente, a conduta
inicial mais adequada é iniciar:
Paciente de 65 anos, hipertensa e tabagista, apresenta
subitamente hemiplegia braquiocrural à direita, desvio da
comissura labial para a esquerda, ptose palpebral à esquerda,
midríase paralítica à esquerda e paralisia dos movimentos
oculares (medial, superior e inferior) à esquerda.
O diagnóstico topográfico da lesão é:
Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose
múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura
neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial
unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte
intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância
magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR
em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem
captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é: