Paciente é diagnosticado com câncer gástrico e estenose pilórica
que impede a alimentação. É desnutrido crônico grave, porém
ainda tem reserva metabólica para realização de cirurgia. Foi
iniciada nutrição parenteral exclusiva por veia central. Após 12
dias de terapia nutricional, apresenta confusão mental, astenia,
tremores de extremidades com dificuldade de se manter em pé e
miofasciculações em musculatura de membros inferiores. Evolui
para deficiência visual com movimentos oculares anormais. O
exame físico demonstra hipotensão arterial e taquicardia, mas
não há sinais de choque.
O diagnóstico dessa situação clínica e o tratamento adequado
são, respectivamente:
Homem com DPOC por tabagismo, 57 anos, desenvolve
pneumonia comunitária que evolui para insuficiência respiratória
e necessidade de intubação e ventilação mecânica. Conversando
com a família, o médico consegue calcular o Nutritional Risk Score
(NRS) do paciente, que é de 5. Paciente está estável
hemodinamicamente no CTI, com noradrenalina em dose baixa,
diurese presente e acoplado ao ventilador.
O diagnóstico nutricional e o plano terapêutico inicial para esse
paciente são, respectivamente:
A nutrição parenteral em pacientes cirúrgicos pode ser feita, no
que tange ao acesso venoso, tanto por via central quanto por via
periférica. Há algumas diferenças e necessidades importantes
para a escolha de uma ou outra via.
Em relação à escolha do acesso para nutrição parenteral em
pacientes cirúrgicos, é correto afirmar que:
Pacientes cirúrgicos, no pré-operatório, por vezes necessitam de
nutrição parenteral para preparo nutricional, principalmente
quando se trata de desnutridos graves.
Têm indicação de início de nutrição parenteral (exclusiva ou não)
no pré-operatório os pacientes:
Pacientes desnutridos graves com estenose pilórica devem ser
alimentados por meio de nutrição parenteral (NPT). Porém, há
um risco alto de complicações metabólicas.
Em relação às medidas que visam a minimizar as complicações
relacionadas à nutrição parenteral, é correto afirmar que:
Paciente internado com quadro de semioclusão intestinal por
estenose de íleo distal por doença de Crohn apresenta distensão
abdominal e se alimenta com dieta líquida, não tolerando
alimentos sólidos. Perdeu 18% do seu peso corporal nos últimos
6 meses. Apresenta anemia ao hemograma e sua albumina sérica
é de 3,2 g/dl. Será submetido a cirurgia com possível ressecção
de segmento de intestino delgado.
O melhor plano terapêutico no pré-operatório para esse paciente é:
Pacientes submetidos a cirurgia de bypass gástrico com Y de Roux
apresentam deficiências precoces e tardias de macro e
micronutrientes.
A afirmativa que explica corretamente as deficiências pós-cirurgias de bypass gástrico com Y de Roux é:
Pacientes desnutridos graves com perda de peso acentuada são a
prática diária na cirurgia. O cálculo de energia para esses
pacientes pode ser feito de várias formas, mas atualmente a
utilização da regra de bolso (ESPEN) facilita e torna prática a
quantificação da meta calórica. Já a meta proteica também é bem
estimada nesses pacientes pelas diretrizes de terapia nutricional.
Considere um paciente com 50 quilos, estável, que será operado
de uma colectomia direita e apresenta desnutrição grave, mas se
alimenta de dieta oral sólida.
Utilizando a regra de bolso, as metas calóricas e proteicas que
devem ser prescritas para ele são, respecivamente:
Menina de 10 anos vem à consulta neurológica trazida pelos pais
porque, há cerca de 6 meses, o pé “entorta” para dentro, sem
dor, durante a marcha. Inicialmente procuraram um ortopedista,
que afastou problema articular. Como agora também observa
que o pé esquerdo está “entortando”, decidiram procurar um
neurologista. Diante desse quadro, é feita uma prova terapêutica
para a hipótese de uma determinada doença genética
autossômica.
Na doença em questão, o sintoma apresentado é responsivo ao
seguinte medicamento:
Duas irmãs, de 15 e 18 anos, são levadas ao neurologista com
suspeita de facomatose. Apresentam, desde a primeira infância,
manchas café com leite no abdômen e face, telangiectasias
oculares, ataxia e movimento coreoatetóticos.
A hipótese diagnóstica é: