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Homem de 71 anos com enfisema pulmonar avançado, dispneico
aos mínimos esforços, FEV1 650 ml (28%), PaCO2 44 mmHg, foi
encaminhado ao serviço médico para avaliar a indicação de
cirurgia redutora do volume pulmonar.
No que se refere aos aspectos radiológicos, esse paciente poderá
ser o melhor candidato para eventual indicação desse tipo de
cirurgia se apresentar:
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Um paciente de 34 anos, encaminhado para o serviço de cirurgia
torácica para avaliar indicação de bulectomias, tem histórico de
tuberculose extensa bilateral tratada corretamente há cerca de
10 anos. Apresenta dispneia aos médios esforços. FEV1: 1,3 litro.
Nega outros sintomas respiratórios. Raio X do tórax mostra
grandes bolhas no pulmão direito.
Nesse caso, está correto afirmar que:
Nesse caso, está correto afirmar que:
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Um paciente de 43 anos, portador de enfisema pulmonar severo
por deficiência de alfa1 antitripsina, estava dependente de O2 há
um ano. A espirometria mostra: FEV1 de 440 ml (14%), PaCO2 de
62 mmHg, DLCO de 15% e PAP de 28 mmHg. A cintilografia
revelou 58% de perfusão no pulmão esquerdo.
Sobre essa situação, é correto afirmar que:
Sobre essa situação, é correto afirmar que:
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Em uma criança de 6 anos do sexo masculino, com queixa de dor
torácica e evidência de uma massa na goteira costovertebral à
esquerda, o diagnóstico provável será:
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Uma paciente de 47 anos foi ao atendimento de urgência
apresentando um quadro de disfagia com engasgos e sensação
de sufocação ao deitar-se de longa evolução. A radiografia do
tórax em PA e perfil mostrava uma massa bem delimitada
ocupando o estreito superior do tórax com desvio da traqueia e
esôfago. A suspeita de um grande bócio coloide foi confirmada
posteriormente aos exames laboratoriais e tomografia
computadorizada do tórax. Uma cervicotomia possibilitou a
ressecção completa com facilidade. No pós-operatório imediato,
a paciente foi extubada, mas teve que ser rapidamente
reintubada por apresentar dessaturação importante e forte
estridor inspiratório.
Das hipóteses operacionais, nesse contexto clínico, a que deve ser cogitada é:
Das hipóteses operacionais, nesse contexto clínico, a que deve ser cogitada é:
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Uma paciente de 25 anos, encaminhada para avaliação pela
cirurgia torácica, apresenta volumoso derrame pleural esquerdo
e alargamento do mediastino. Ao exame, há a presença de
linfonodomegalias supraclaviculares bilaterais que revelam
doença de Hodgkin. Na biópsia, a citologia do líquido pleural
coletado na toracocentese foi positiva para malignidade,
compatível com linfoma.
No contexto desse caso, é correto afirmar que:
No contexto desse caso, é correto afirmar que:
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Paciente feminina de 83 anos, conduzida pelo resgate em
prancha e colar cervical ao setor de emergência do HU com relato
de queda da própria altura ocorrida há cerca de 40 minutos,
apresentava dor torácica de forte intensidade, VA pérvia e
dificuldade para falar pela dor. A ausculta, identificou MV
diminuído nas bases, sem ruídos aéreos, RCR, BNF, boa perfusão,
FC 77 bpm, respiração levemente superficial FR 25 inc/min, SPO2
94%, pulsos simétricos, PA 190 / 105 mmHg, sem lesões visíveis
na cabeça, sem déficit motor, GCS 15, (estando consciente e
orientada). HPP: HAS, DM2, DLP em uso de AAS, antihipertensivo e atorvastatina; nega alergias; prótese bilateral de
joelho e histórico de DAC com revascularização do miocárdio. A
tomografia computadorizada evidenciou fratura desalinhada de 3
arcos costais com 1 arco costal insinuando para dentro do tórax e
pequeno hemotórax esquerdo. Evoluiu com dor incontrolável
requerendo morfina constante (12 mg/24 h), sonolência, agitação
e confusão. Foi realizada a avaliação cardiológica com ECO (boa
fração de ejeção), US de carótidas (69% obstrução da carótida
direita) e cintilografia miocárdica (sem isquemia). Sua creatinina
estava em 2,75 e ureia em 106. Apresentou melhora temporária
desses parâmetros com as medidas clínicas. Na tomografia houve
piora do desalinhamento das fraturas com aumento do
hemotórax. Este foi drenado, e o dreno foi retirado, após 03 dias.
Voltou a apresentar piora respiratória com catéter contínuo de
O2 e VNI intermitente e melhora da função renal, manteve,
entretanto, quadro álgico intenso e rebaixamento do nível de
consciência, sendo submetida a IOT.
Nesse quadro evolutivo, a alternativa mais eficaz é:
Nesse quadro evolutivo, a alternativa mais eficaz é:
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Jovem masculino de 33 anos, previamente hígido, foi vítima de
acidente automobilístico (moto X carro), sem capacete,
inicialmente atendido em unidade de emergência do interior do
estado, com TCE grave. Necessitou IOT por 15 dias, seguida por
traqueostomia. A evolução clínica foi boa, não necessitando de
intervenção neurocirúrgica. Permaneceu internado em
acompanhamento, por dificuldade de decanulação, quando foi
transferido via central de regulação para um hospital
universitário. Nesse hospital foi admitido em BEG, LOTE, corado,
hidratado, eupneico em ar ambiente, usando cânula metálica na
traqueostomia, entretanto sem tolerar sua oclusão, afônico, com
boa aceitação da dieta via oral e deglutição preservada. A
avaliação com tomografia computadorizada do tórax e pescoço e
a avaliação broncoscópica evidenciaram uma estenose traqueal
em fundo cego de cerca de 3 cm de extensão desde o óstio da
traqueostomia até o limite da cricoide. Esta se apresentava
preservada, bem como toda a via aérea distal ao óstio.
Nesse cenário, o manejo indicado é:
Nesse cenário, o manejo indicado é:
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Jovem de 18 anos, masculino, branco, estudante, não tabagista,
iniciou quadro de dor torácica à direita, de caráter intermitente,
não relacionada a esforço físico. Evoluiu com dor cervical e
turgência jugular à direita, broncoespasmo, dispneia aos grandes
esforços, além de sensação de “pressão na cabeça”.
Concomitantemente, apresentou episódios febris. Negava tosse,
hemoptise ou perda ponderal. Nos exames de imagem (RX
simples PA/perfil), demonstrava hipotransparência arredondada
em topografia de mediastino anterossuperior com maior
projeção à direita e com limites bem definidos. Na TC, foi definida
a massa mediastinal heterogênea, lobulada, com área hipodensa
central, de 13 X 7,8 X 14,4 cm em íntimo contato com estruturas
adjacentes e com linfonodomegalia paratraqueal superior
esquerda. Hemograma, TAP/PTT, bioquímica, alfafetoproteína e
beta-hCG normais. Foi suubmetido à mediastinoscopia com
biopsias da massa e do linfonodo da cadeia 2R, ambas positivas
para seminoma. Palpação e US de testículos foram negativas.
A conduta para esse caso deve ser:
A conduta para esse caso deve ser:
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Paciente de 61 anos, masculino, ex-tabagista de 40 maços/ano,
em acompanhamento de lesão pulmonar em lobo superior
direito, medindo aproximadamente 3 cm com componente sólido
de 2,5 cm, hipermetabólica ao PET- CT e com mediastino
negativo. A biópsia transparietal guiada por tomografia
computadorizada foi conclusiva para carcinoma de origem
pulmonar primária. O EBUS foi inconclusivo.
Considerando o estadiamento TNM (8ª Edição IASLC), a classificação desse caso é:
Considerando o estadiamento TNM (8ª Edição IASLC), a classificação desse caso é:
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