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Foram encontradas 80 questões.

Paciente de 82 anos apresenta estenose aórtica crítica. Possui fibrilação atrial e amiloidose cardíaca, por ATTR-wild type (forma selvagem) e possui múltiplas internações por insuficiência cardíaca descompensada, nos últimos 6 meses. O paciente é portador de déficit cognitivo avançado, doença renal crônica estágio 4, doença pulmonar crônica-GOLD estágio 4 (2024) e possui importante sarcopenia. Encontra-se restrito a cadeira de rodas. O paciente foi definido de alto risco para cirurgia de troca valvar aórtica.

O time cardiológico (heart team) esteve reunido e estabeleceu a seguinte abordagem:

 

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Paciente feminina, 60 anos, portadora de hipertensão arterial leve. Apresentou súbita cefaleia pulsátil intensa, seguida de convulsões e rigidez da nuca, seguidas de coma profundo (escala de Glasgow 3). Angioressonância realizada identificou aneurisma roto da artéria comunicante anterior.

Após 6 horas, foi observado quadro de edema agudo de pulmão. ECG: ritmo de fibrilação atrial taquicárdico de 105 bpm. Nota-se supradesnivelamento do segmento ST de V1-V6 de 4 mm. Ecocardiograma identificou área de acinesia ântero-apical do ventrículo esquerdo (VE), com fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 30%. A paciente foi submetida ao cateterismo cardíaco, que evidenciou artérias coronárias normais. Realizou ressonância cardíaca, sendo observadas disfunção leve de 44% e discreta hipocinesia apical do VE (realizada após 48h da admissão hospitalar).

O cardiointensivista definiu como principal hipótese diagnóstica:

 

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O cardiologista avaliou uma paciente portadora de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (FEVE de 22% – método Simpson) e identificou deficiência de ferro, a partir de achados laboratoriais.

O time de IC resolveu indicar reposição do ferro, objetivando promover o seguinte desfecho clínico:

 

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Paciente de 45 anos, africano, natural de Moçambique, apresenta quadro de falta de ar, intolerância ao esforço e fadiga. É portador de anemia falciforme. Não apresenta crises álgicas, nos últimos 3 anos, com o emprego diário de hidroxiureia.

O paciente foi encaminhado pelo médico de família que, ao solicitar um ecodopplercardiograma, identificou o seguinte achado de mau prognóstico:

 

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Homem de 35 anos apresentou quadro de síncope sem relação com esforço. Ao chegar na emergência, o seu ECG mostrava bloqueio atrioventricular total e frequência cardíaca de 32bpm. Realizado o Rx de tórax, foi evidenciada importante adenomegalia hilar bilateral e mediastinal. Apresentava história de paralisia facial bilateral e de cálculo renal. Exames prévios mostravam cálcio iônico baixo e hipercalciúria. Ecocardiograma evidencia área de fibrose e afilamento da região septal próxima a via de saída do ventrículo esquerdo. A fração do ventrículo esquerdo foi de 42% (método de SIMPSON).

O cardiologista clínico suspeita,como causa da miocardiopatia, de

 

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Paciente de 17 anos, masculino, “pessoa em situação de rua”, foi encaminhado pelo SAMU com forte dor torácica, em aperto há 4 horas. Apresenta quadro de falta de ar e na emergência observa pulso radial de 112 bpm e PA 90 x 70 mmHg. Frequência respiratória: 33 incursões respiratórias, por minuto. SAPO2: 88%, temperatura axilar: 37,8 oC. Painel respiratório viral positivo para adenovírus. Foi vacinado para Gripe e Covid-19, há 3 meses. Pressão venosa jugular elevada. Ausculta cardíaca: ritmo cardíaco regular, 3 tempos bulha protodiastólica. Ausculta pulmonar: estertores bibasais. Restante do exame físico normal. ECG: ritmo sinusal. Supradesnivelamento do segmento ST de 3 mm – derivações DI e aVL e V1-V6. Fragmento do QRS derivações DI e aVL. Eco/POCUS – acinesia da parede ântero-lateral. Linhas B 10 por campo, no ultrassom pulmonar. No cateterismo coronário, artérias sem obstrução. Na Ressonância cardíaca, edema miocárdico na parede ântero-lateral, acinesia na parede lateral e hipocinesia ântero-apical. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo: 30%.

O cardiologista chamado para avaliar o caso apresentou corretamente o diagnóstico principal de

 

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Um conjunto de alterações observadas no coração de atletas de Endurance, tais como dilatação cavitária, grau de hipertrofia concêntrica, dilatação do ventrículo direito e hipertrabeculação, podem ocorrer também em condições patológicas.

Nos casos em que a avaliação do ecodopplercardiograma sejam duvidosos, o próximo exame de cardioimagem a ser solicitado para um atleta de Endurance deve ser

 

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Indivíduo de 22 anos, triatleta, foi fazer uma avaliação para uma competição internacional e descobriu ter um coração dilatado - padrão de hipertrofia cardíaca excêntrica. Foi encaminhado então ao cardiologista para definir se a hipertrofia seria fisiológica ou patológica.

O seguinte achado, obtido por meio do ecodopplercardiograma do paciente, favorece a presença de hipertrofia fisiológica

 

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Paciente masculino de 25 anos, natural do sertão de Pernambuco, fisiculturista, apresentou quadro de falta de ar e inchaço nas pernas e foi admitido na emergência com hipoxemia – SAPO2 de 88%. O valor observado do BNP é de 3000 pg/dL e a dosagem dos hormônios FSH e LH mostram-se diminuídos. O ECG mostra ritmo sinusal, crescimento biatrial e bloqueio completo do ramo esquerdo. Ecodopplercardiograma revela aumento das 4 câmaras e disfunção grave biventricular. Fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 18% e presença de volumoso trombo no interior do ventrículo esquerdo móvel, aderido ao ápice do ventrículo esquerdo. Angiotomografia das artérias coronárias tem resultado normal. A ressonância cardíaca demonstrava hipertrofia excêntrica do VE, com fração de ejeção do VE de 20% e aumento biatrial do VD. Trombo intracavitário do VE. Ausência de edema e de captação do gadolínio.

O time de insuficiência cardíaca definiu corretamente a principal etiologia como

 

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Paciente de 70 anos, portador de câncer de pulmão, inicia uma combinação de imunoterapia. No sétimo dia, apresentou falta de ar saturando 88%, associado com ECG dentro da normalidade e aumento da troponina I, em 200 vezes o valor de referência e BNP de 6000 Pg/dL. O ecocardiograma mostrou função ventricular preservada com leve hipertrofia concêntrica e elação E/e’ de 20.

O cardioncologista foi chamado e sua principal hipótese diagnostica foi de

 

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