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Lucas, agente público competente, responsável por compor
equipe de fiscalização ao Tabelionato de Notas ABC, localizado no
Município Alfa, negou publicidade, de forma dolosa, aos atos
oficiais inerentes à fiscalização, sem que houvesse razão para o
sigilo. Na verdade, Lucas assim agiu, gerando lesividade relevante
ao bem jurídico tutelado, por força de sua amizade de longa data
com o responsável pela referida serventia extrajudicial.
Nesse cenário, à luz das disposições da Lei nº 8.429/1992 e da Lei nº 14.230/2021, Lucas praticou ato de improbidade administrativa que:
Nesse cenário, à luz das disposições da Lei nº 8.429/1992 e da Lei nº 14.230/2021, Lucas praticou ato de improbidade administrativa que:
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- Organização dos PoderesPoder JudiciárioSTF: Supremo Tribunal Federal
- Organização dos PoderesPoder JudiciárioJustiça Estadual
- Controle de ConstitucionalidadeControle Abstrato ou ConcentradoADI: Ação Direta de inconstitucionalidade
Foi promulgada emenda à Constituição do Estado Alfa dispondo
que os mandados de segurança impetrados contra atos de
notários e registradores seriam processados e julgados
originariamente pelo Tribunal de Justiça do Estado Alfa (TJEA).
Por entender que essa previsão normativa é dissonante da
Constituição da República de 1988, um legitimado deflagrou o
controle concentrado de constitucionalidade perante o órgão
jurisdicional competente.
O referido órgão jurisdicional observou corretamente que a emenda é:
O referido órgão jurisdicional observou corretamente que a emenda é:
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Ao ser atendido no âmbito de determinada serventia
extrajudicial, um usuário do serviço argumentou quanto à
necessidade de ser observado certo direito fundamental
introduzido pela Emenda Constitucional nº X (ECX), promulgada
poucos dias antes. Esse direito foi previsto em norma de
aplicabilidade imediata e eficácia contida, não tendo sido objeto
de qualquer regulamentação no plano infraconstitucional,
colidindo com a norma infraconstitucional nº Y (NIY), que seria
aplicada pela serventia na situação concreta.
Na situação descrita, é correto afirmar que:
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- Introdução ao Direito Notarial e RegistralDelegação da Função Pública Notarial e de Registro
- Lei 8.935/1994: Serviços Notariais e de RegistroDas Infrações Disciplinares e das Penalidades (arts. 31 ao 36)
- Lei 8.935/1994: Serviços Notariais e de RegistroDa Fiscalização pelo Poder Judiciário (arts. 37 e 38)
João respondia interinamente pelo Registro Civil das Pessoas
Naturais do Município Alfa, quando a Corregedoria-Geral da
Justiça do Estado Beta recebeu a notícia, instruída com provas
documentais, de que João praticara atos incompatíveis com a
moralidade administrativa. Em razão dessa notícia, decidiu-se
pela cessação da interinidade, em decisão motivada e
individualizada. Irresignado, por entender que deveria ter sido
aberto processo administrativo para a sua destituição, o que não
foi feito, João formulou pedido, em procedimento de controle
administrativo (PCA) direcionado ao Conselho Nacional de Justiça
(CNJ), que não foi conhecido. Ato contínuo, João ajuizou ação
originária perante o Supremo Tribunal Federal (STF), que
reconheceu sua incompetência para processar e julgar a ação.
À luz da Constituição da República de 1988, é correto afirmar que a situação descrita:
À luz da Constituição da República de 1988, é correto afirmar que a situação descrita:
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Foi editada a Lei nº X, no âmbito do Estado Alfa, destinada à
reestruturação dos serviços notariais e de registro. Para a
realização desse objetivo, embasado em estudos técnicos, esse
diploma normativo dispôs que haveria um Tabelionato de Notas
para cada 150 mil habitantes no respectivo município. O mesmo
diploma normativo dispôs que, no caso de vacância de serventias,
a Corregedoria-Geral da Justiça deveria promover as anexações e
as desanexações necessárias à implementação da imprescindível
proporcionalidade entre o referencial demográfico e o número
de serventias.
Ao ser submetida ao controle concentrado de constitucionalidade perante o órgão jurisdicional competente, a Lei nº X deverá ser julgada:
Ao ser submetida ao controle concentrado de constitucionalidade perante o órgão jurisdicional competente, a Lei nº X deverá ser julgada:
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João atuou como escrevente em serventia extrajudicial do registro
civil e se aposentou, em data posterior à promulgação da ordem
constitucional vigente, pela Carteira de Previdência das Serventias
Notariais e de Registro, de caráter contributivo, existente no
âmbito do respectivo ente federativo. Com base na legislação
vigente à época da aposentadoria, de natureza pré-constitucional,
o valor do benefício previdenciário foi fixado em múltiplos do
salário mínimo, de modo a mantê-lo atualizado. Além disso, foi
estabelecida uma alíquota fixa de 5% para a contribuição
previdenciária a cargo dos inativos. Em momento posterior, a
legislação de regência foi alterada, sendo instituído novo critério de
atualização do benefício previdenciário, que deixou de ser o salário
mínimo, bem como foi majorada a referida alíquota. Irresignado
com as alterações, ao que se somou a revisão administrativa do
valor do benefício, o que decorreu do entendimento administrativo
da inconstitucionalidade da legislação anterior, João judicializou a
questão.
Em relação à situação descrita, é correto afirmar que:
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- Organização do EstadoOrganização do Estado: Municípios
- Organização dos PoderesRepartição de Competências Constitucionais
A incorporadora Delta elaborou um projeto para parcelar uma
imensa gleba urbana situada no Município Alfa, prevendo a abertura
de três novas vias de circulação interna para viabilizar o acesso a 40
novos lotes. Com o intuito de eximir-se da obrigação legal de destinar
áreas do empreendimento para uso público comunitário, a empresa
protocolou o pedido no órgão municipal classificando formalmente o
projeto como mero “desmembramento”.
No entanto, o Município Alfa, no exercício de sua competência constitucional expressa para promover o adequado ordenamento territorial e o controle do parcelamento do solo urbano, indeferiu o requerimento, reclassificando o projeto de ofício e impondo as restrições urbanísticas pertinentes.
Considerando as competências delineadas na Constituição da República de 1988 e as normas gerais da legislação federal (Lei nº 6.766/1979), a decisão do ente municipal revela-se:
No entanto, o Município Alfa, no exercício de sua competência constitucional expressa para promover o adequado ordenamento territorial e o controle do parcelamento do solo urbano, indeferiu o requerimento, reclassificando o projeto de ofício e impondo as restrições urbanísticas pertinentes.
Considerando as competências delineadas na Constituição da República de 1988 e as normas gerais da legislação federal (Lei nº 6.766/1979), a decisão do ente municipal revela-se:
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Arthur, registrado ao nascer com o sexo feminino e com o nome
de Ana, é uma pessoa civilmente capaz de 25 anos. Contudo,
vivencia desde a infância uma profunda incongruência entre o
sexo biológico que lhe foi designado e a sua identidade de
gênero. Reconhecendo-se e apresentando-se socialmente como
homem, adota publicamente o nome de Arthur. Buscando
adequar seus documentos à sua autoidentificação, e amparado
pelos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana e
da inviolabilidade da vida privada, Arthur comparece ao Cartório
de Registro Civil das Pessoas Naturais.
No local, ele formaliza requerimento para a alteração direta de seu prenome e do gênero em seu assento de nascimento. O oficial do cartório, atuando na qualificação do título, indefere o pedido de imediato. Em sua nota devolutiva, o registrador justifica que, em prol da segurança jurídica e da veracidade dos registros públicos, a modificação estrutural pretendida não pode ser feita diretamente na via administrativa por mera declaração de vontade, exigindo, cumulativamente: (i) prévia autorização judicial; (ii) laudo médico e psicológico que ateste a disforia de gênero; e (iii) comprovação de cirurgia de redesignação sexual ou, no mínimo, a realização de tratamento hormonal contínuo.
À luz da Constituição da República de 1988 e do entendimento firmado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (ADI 4275), a recusa do oficial de Registro Civil revela-se:
No local, ele formaliza requerimento para a alteração direta de seu prenome e do gênero em seu assento de nascimento. O oficial do cartório, atuando na qualificação do título, indefere o pedido de imediato. Em sua nota devolutiva, o registrador justifica que, em prol da segurança jurídica e da veracidade dos registros públicos, a modificação estrutural pretendida não pode ser feita diretamente na via administrativa por mera declaração de vontade, exigindo, cumulativamente: (i) prévia autorização judicial; (ii) laudo médico e psicológico que ateste a disforia de gênero; e (iii) comprovação de cirurgia de redesignação sexual ou, no mínimo, a realização de tratamento hormonal contínuo.
À luz da Constituição da República de 1988 e do entendimento firmado pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal (ADI 4275), a recusa do oficial de Registro Civil revela-se:
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- Introdução ao Direito Notarial e RegistralDelegação da Função Pública Notarial e de Registro
- Lei 8.935/1994: Serviços Notariais e de RegistroDos Notários e Registradores (arts. 5º ao 13)
O Estado Beta editou a Lei Estadual nº YY/2026, com o objetivo
de regulamentar a atividade notarial e de registro em seu
território. Um dos dispositivos da legislação previu a possibilidade
de permuta direta de delegações entre notários e registradores
titulares há mais de 5 anos, com o escopo de dispensá-los da
submissão a um novo certame.
Com base nessa norma, Antônio, titular de um Tabelionato de Notas na capital, e Bruno, titular de um Registro de Imóveis no interior, realizaram a troca de suas respectivas serventias. O Ministério Público Estadual, contudo, questionou a validade da lei.
À luz do texto da Constituição da República de 1988 e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a referida previsão legislativa é:
Com base nessa norma, Antônio, titular de um Tabelionato de Notas na capital, e Bruno, titular de um Registro de Imóveis no interior, realizaram a troca de suas respectivas serventias. O Ministério Público Estadual, contudo, questionou a validade da lei.
À luz do texto da Constituição da República de 1988 e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a referida previsão legislativa é:
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A Assembleia Legislativa do Estado Alfa aprovou a Lei Estadual
nº XX/2026. O diploma normativo estabeleceu duas inovações
para as serventias extrajudiciais situadas em seu território.
O Art. 1º reduziu o prazo legal máximo para o registro de títulos
translativos de propriedade imobiliária, com o fito de
desburocratizar o mercado imobiliário local. O Art. 2º, por sua
vez, concedeu isenção do pagamento de emolumentos
cartorários para entidades beneficentes de assistência social
devidamente certificadas.
Inconformada, a Associação de Notários e Registradores do Brasil aciona o legitimado competente para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade em face da referida norma.
À luz da repartição de competências na Constituição da República de 1988 e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a referida lei estadual é:
Inconformada, a Associação de Notários e Registradores do Brasil aciona o legitimado competente para a propositura de ação direta de inconstitucionalidade em face da referida norma.
À luz da repartição de competências na Constituição da República de 1988 e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, a referida lei estadual é:
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