Uma mulher de 63 anos, portadora de adenocarcinoma de mama
metastático, apresenta dispneia progressiva, ortopneia e fadiga.
Ao exame, apresenta hipotensão arterial, taquicardia, turgência
jugular e bulhas cardíacas hipofonéticas. O ecocardiograma
evidencia derrame pericárdico volumoso com sinais de
tamponamento cardíaco. A tomografia demonstra espessamento
irregular do pericárdio.
Após a estabilização inicial, a conduta definitiva mais adequada é
Um homem de 69 anos, com exposição ocupacional prolongada
ao asbesto, apresenta dor torácica, dispneia e derrame pleural à
direita. A tomografia evidencia espessamento pleural difuso e
nodular, envolvendo as pleuras parietal, mediastinal e
diafragmática, sem lesões pulmonares. A citologia do líquido
pleural é negativa para malignidade.
Diante da suspeita de mesotelioma pleural maligno, a conduta
mais adequada é
Um homem de 58 anos apresenta febre, tosse produtiva, dor
torácica e dispneia há oito dias, sem melhora após
antibioticoterapia oral. A tomografia computadorizada evidencia
derrame pleural loculado com espessamento pleural (sinal da
pleura dividida), e a ultrassonografia confirma múltiplas
septações.
Nesse contexto, a conduta inicial mais adequada será
Uma mulher de 67 anos, portadora de adenocarcinoma pulmonar
metastático, apresenta dispneia progressiva associada a derrame
pleural direito recidivante. Foi submetida inicialmente a
toracocentese de alívio, com retirada de 1.500 mL de líquido
citologicamente positivo para malignidade. Devido à recorrência
precoce do derrame, foi realizada drenagem pleural tubular para
programação de pleurodese.
A radiografia de tórax após a drenagem demonstra persistência
de pneumotórax ex vacuo e reexpansão incompleta do pulmão,
apesar da adequada drenagem da cavidade pleural. Após
controle dos sintomas, a equipe assistente passa a discutir a
melhor estratégia para prevenção da recorrência do derrame
pleural.
Nesse contexto, o principal fator associado ao insucesso da
pleurodese química é
Uma mulher de 54 anos foi submetida à ressecção em bloco de
um tumor da parede torácica envolvendo a 4ª à 6ª costelas
esquerdas. Permaneceu defeito ântero-lateral de 12 × 10 cm,
com exposição parcial do pulmão e sem sinais de infecção.
Considerando esse cenário, a reconstrução mais adequada
consiste em
Três pacientes foram encaminhados para avaliação de lesões
primárias da parede torácica.
Caso 1: Mulher de 28 anos apresenta dor discreta e aumento de
volume na parede torácica posterior. A tomografia
computadorizada demonstra lesão expansiva intramedular
envolvendo o arco posterior da sétima costela, com
adelgaçamento da cortical, limites bem definidos e aspecto
homogêneo em “vidro fosco”, sem reação periosteal ou invasão
de partes moles.
Caso 2: Homem de 22 anos refere aumento progressivo de uma
massa endurecida na parede torácica anterior desde a
adolescência. A tomografia evidencia lesão exofítica pediculada
originada da face externa da quarta costela, apresentando
continuidade entre a cortical e a medular da lesão com o osso de
origem, sem sinais de destruição cortical.
Caso 3: Adolescente de 17 anos apresenta dor progressiva e
aumento de volume na parede torácica lateral. A tomografia
revela
lesão
expansiva,
insuflativa,
multiloculada,
predominantemente lítica, com adelgaçamento cortical e
múltiplos níveis líquido-líquido em seu interior, sem evidências de
metástases.
Com base nas características clínico-radiológicas apresentadas, os
diagnósticos mais prováveis dos casos 1, 2 e 3 são,
respectivamente,
Um homem de 46 anos procura atendimento por dor localizada
na parede torácica anterior direita há oito meses, de caráter
progressivo e predominante no período noturno. Ao exame físico
observa-se massa endurecida, fixa ao gradil costal, medindo
aproximadamente 6 cm de diâmetro, dolorosa à palpação. A
tomografia
computadorizada evidencia lesão expansiva
envolvendo o arco anterior da sexta costela, com destruição
cortical, calcificações em anéis na matriz tumoral e extensão para
os tecidos moles adjacentes, sem sinais de invasão pulmonar;
sem evidencia de doença à distância. A biópsia por agulha grossa
revelou neoplasia cartilaginosa de baixo grau. Na discussão
multidisciplinar, concluiu-se tratar-se de um tumor primário da
parede torácica.
Nesse contexto, a conduta mais adequada consiste em
Um adolescente de 16 anos é encaminhado ao ambulatório de
cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da
parede anterior do tórax desde a infância, com acentuação
durante a puberdade. Relata desconforto estético importante e
dispneia aos esforços intensos. Ao exame físico observa-se um
afundamento da região central do tórax. Não há sinais clínicos de
síndrome do tecido conjuntivo.
O cirurgião classificou a deformidade como pectus excavatum, a
qual consiste em
Um adolescente de 15 anos é encaminhado ao ambulatório de
cirurgia torácica por apresentar deformidade progressiva da
parede anterior do tórax, percebida desde os 12 anos e
acentuada durante o estirão puberal. Ele refere desconforto
estético, sem limitação para atividades físicas.
Ao exame físico, observa-se projeção anterior do gládio com
preservação do alinhamento do manúbrio. Não há escoliose
significativa nem outras malformações associadas.
Com base nessas características anatômicas, essa deformidade é
classificada como pectus carinatum condrogladiolar porque
consiste em
Um homem de 58 anos, internado em ventilação mecânica por
traumatismo cranioencefálico, foi submetido à traqueostomia há
12 dias. Após um pequeno sangramento autolimitado pela
cânula, evoluiu seis horas depois com hemorragia maciça pela
traqueostomia, associada à hipotensão arterial e taquicardia. A
equipe inicia reposição volêmica e aciona imediatamente o
cirurgião torácico.
A conduta imediata mais apropriada para controlar
temporariamente a hemorragia é