Foram encontradas 80 questões.
Homem de 70 anos, submetido há dois anos à ressecção cirúrgica
de adenocarcinoma colorretal, passa a apresentar
comportamento estranho. Os familiares observam que ele coloca
o relógio no braço direito, faz a barba apenas no lado direito do
rosto e frequentemente esquece de calçar a sandália do pé
esquerdo. Ao exame neurológico, encontra-se lúcido, orientado, sem
alterações da memória, da linguagem, da força muscular ou da
sensibilidade. O teste do desenho do relógio confirma a hipótese
diagnóstica sindrômica.
A seguinte síndrome neurológica explica melhor esse quadro clínico:
A seguinte síndrome neurológica explica melhor esse quadro clínico:
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Adolescente de 12 anos apresenta discreta escoliose, pés cavos e
outros dismorfismos congênitos. É levado ao serviço de
emergência após sofrer queimadura no membro superior direito
ao encostar acidentalmente em um forno aquecido, sem
perceber a dor no momento do acidente.
Ao exame neurológico, apresenta sensibilidade tátil preservada
em ambos os membros superiores, porém é incapaz de
identificar estímulos dolorosos e térmicos. Não apresenta déficit
motor. A ressonância magnética da coluna cervical confirmou o
diagnóstico.
A síndrome medular que melhor explica esse quadro clínico é a
A síndrome medular que melhor explica esse quadro clínico é a
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Recém-nascido a termo, por parto vaginal complicado por
distocia de ombro, apresenta ptose palpebral direita com miose
e mão direita, em posição de garra, com importante redução da
motilidade dos dedos.
A seguinte síndrome neurológica explica esse quadro clínico:
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Mulher de 70 anos, previamente saudável, é admitida na
emergência após início súbito de dificuldade para caminhar.
Encontra-se consciente e orientada, informando corretamente
seu nome e endereço. Refere intenso desequilíbrio para
deambular e dificuldade para abrir os olhos. Ao exame
neurológico, apresenta oftalmoplegia do III nervo craniano à
esquerda, ptose palpebral bilateral, paralisia bilateral da elevação
dos olhos e ataxia cerebelar no dimídio direito.
Com base nesses achados clínicos, a síndrome neurológica que melhor explica esse quadro é a
Com base nesses achados clínicos, a síndrome neurológica que melhor explica esse quadro é a
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Mulher de 50 anos, previamente hígida, iniciou, há 6 meses,
rouquidão. Foi avaliada por otorrinolaringologista, que não
identificou alterações estruturais da laringe. Três meses depois,
devido a disartria, foi encaminhada ao neurologista. Ao exame,
apresentava fasciculações na língua e redução da mobilidade do
véu palatino. Meses depois, os familiares passaram a observar
episódios frequentes e imotivados de riso e choro, que
atribuíram ao nervosismo. Em nova consulta, apresentava
hiperreflexia, sinal de Babinski bilateral, reflexo mandibular
exaltado e resposta ao reflexo palmo-mentoniano.
As síndromes neurológicas presentes nesse caso são a
As síndromes neurológicas presentes nesse caso são a
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Homem de 60 anos apresenta crises recorrentes de cefaleia
retro-orbitária unilateral há cerca de 10 anos, com ocorrência de
uma a duas vezes por ano, geralmente à noite. A dor é intensa,
acompanhada de lacrimejamento, hiperemia conjuntival e miose
ipsilaterais. As crises podem ser desencadeadas pela ingestão de
bebidas alcoólicas durante os períodos sintomáticos.
A conduta mais adequada na emergência para o tratamento da crise aguda é
A conduta mais adequada na emergência para o tratamento da crise aguda é
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Um homem de 22 anos, vítima de agressão física, é levado ao
serviço de emergência apresentando hematoma periorbitário à
esquerda. Ao exame neurológico, em resposta a estímulos
dolorosos, não abre os olhos, apresenta retirada inespecífica dos
membros e não emite resposta verbal. As pupilas são
anisocóricas, com midríase fixa à esquerda. A pressão arterial é
de 100 x 70 mmHg, e a saturação de oxigênio é de 95%.
Na Escala de Coma de Glasgow com avaliação pupilar, a pontuação desse paciente é
Na Escala de Coma de Glasgow com avaliação pupilar, a pontuação desse paciente é
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Idoso tem queda da própria altura e bate a cabeça no chão.
Mantém-se acordado e não apresenta sintomas imediatamente
após o trauma, por isso não busca avaliação médica. Após 1 mês
acorda confuso e nos dias subsequentes fica sonolento e com e
dificuldade motora em dimidio esquerdo. Procura então o serviço
de emergência. O médico de plantão confirma as queixas e
solicita tomografia computadorizada de crânio que evidencia
coleção extra-axial fronto-temporo-occipital com forma em
crescente hipodensa a direita.
O diagnóstico é
O diagnóstico é
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Paciente de 67 anos, com diagnóstico de Doença de Parkinson
recente, informa, pela primeira vez, que apresenta, de vez em
quando, noites agitadas, nas quais grita e faz movimentos
bruscos incluindo chutes e socos contra sua esposa. Esse quadro
passou a acontecer anos antes de os sintomas do Parkinson
aparecerem, mas está mais frequente atualmente, tanto que sua
esposa passou a dormir em quarto separado há 3 meses. Quando
questionado, se lembra apenas de sonhos vívidos no geral de
pesadelos onde está sendo atacado e revidar ou estar fugindo de
alguém, associados a este quadro. O transtorno do sono
apresentado pelo paciente é denominado
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Paciente de 82 anos, juiz de direito aposentado, procura
atendimento neurológico com quadro de esquecimentos de fatos
recentes há 2 anos. Relata que perde objetos com frequência
pois não sabe onde os colocou, como chaves e celular. Já
encontrou a chave dentro do sapato e a carteira é esquecida com
frequência no carro. Esposa relata que ele se tornou repetitivo,
fazendo a mesma pergunta várias vezes. Continua administrando
suas finanças e pagando as contas sem dificuldades. Nega
episódios de desorientação espacial. A avaliação
neuropsicológica que mostrou preservação do funcionamento
cognitivo global e independência para as atividades de vida
diária, além de queixa subjetiva de dificuldade de memória com
evolução nos 2 anos. Objetivamente evidenciou
comprometimento acentuado da memória episódica e da
memória anterógrada. A ressonância magnética de
crânio mostrou microangiopatia leve (FAZEKAS=1) e atrofia
hipocampal (MTA= 2). PET-CT com marcador beta-amilóide
demonstrou acúmulo moderado de beta-amilóide cerebral.
O diagnóstico sindrômico e etiológico nesse momento é
O diagnóstico sindrômico e etiológico nesse momento é
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