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Paciente do sexo feminino, 27 anos, previamente hígida,
procurou atendimento neurológico com quadro de dor à
movimentação do olho direito, seguida de redução progressiva
da acuidade visual no mesmo olho ao longo de quatro dias. O
oftalmologista confirmou o déficit visual e identificou papilite ao
exame de fundoscopia. A paciente foi internada para investigação
e tratamento.
Realizou ressonância magnética de crânio que evidenciou 2 focos
ovalados hiperintensos em T2/FLAIR sem realce periventricular. A
ressonância magnética da coluna demonstrou lesão hiperintensa
em T2/STIR intramedular no cordão lateral esquerdo em C3-C4,
sem efeito expansivo ou realce pelo contraste. A análise do líquor
revelou: 3 leucócitos/mm³; proteínas: 38 mg/dL; glicose: 67
mg/dL (glicemia: 98 mg/dL); bandas oligoclonais IgG positivas no
líquor.
Em relação aos critérios de diagnóstico de esclerose múltipla, é correto afirmar que
Em relação aos critérios de diagnóstico de esclerose múltipla, é correto afirmar que
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Paciente feminina de 22 anos apresentou quadro de dormência
nos pés que ascendeu para os membros inferiores até a região da
cicatriz umbilical em 7 dias e persistiu por 15 dias sem
modificação, quando começou a melhorar. No momento da
consulta estava assintomática. O exame neurológico evidenciou
leve hipoestesia tátil e dolorosa em membros inferiores e
abdome inferior até o umbigo, hiperreflexia patelar e reflexo
cutâneo-plantar em extensão bilateralmente.
Considerando o diagnóstico topográfico, o seguinte exame complementar está indicado:
Considerando o diagnóstico topográfico, o seguinte exame complementar está indicado:
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Paciente masculino, 32 anos, procura ambulatório de neurologia
com queixa de cefaléia orbital e temporal a direita há 3 semanas.
Relata que a dor ocorre 1x ao dia, sempre no mesmo horário por
volta das 11 h da manhã, de forte intensidade, dura 60 minutos e
não melhora com dipirona ou anti-inflamatórios. Observa
entupimento nasal e inquietação no momento da dor. Relata que
do mesmo jeito que a dor aparece ela vai embora e não tem
sintomas entre as crises. Nega foto e fonofobia. Nega náuseas e
vômitos. Relata que há 3 anos apresentou quadro semelhante
que durou 30 dias e permaneceu assintomático até o quadro
atual. Traz uma tomografia computadorizada de crânio normal.
Não tem comorbidades.
Com base no quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é
Com base no quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é
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Paciente de 6 anos é levado ao pronto-atendimento com quadro
de febre alta, cefaleia e prostração. Ao examina-lo em decúbito
dorsal, observa que os membros inferiores flexionam ao realizar a
mobilização passiva da nuca.
O sinal semiótico descrito é o
O sinal semiótico descrito é o
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Num posto de saúde da família dá entrada mulher de 50 anos,
após ter apresentado em casa um quadro compatível com uma
crise epiléptica generalizada tônico-clônica, com recuperação da
consciência após alguns minutos. O exame neurológico é normal
e a paciente fica em observação. Evoluiu no setor de internação
com perda súbita de consciência seguindo-se abalos tônicoclônicos nos 4 membros que não cessam espontaneamente. É
então administrado Diazepam 10 mg venoso por 2 vezes, sem
resposta.
A próxima conduta nesse caso é
A próxima conduta nesse caso é
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Paciente de 16 anos, com alterações menstruais e obesidade,
desenvolve quadro de cefaleia holocraniana, persistente e
progressiva associada a vômitos. A fundoscopia revela
borramento das bordas da papila óptica bilateralmente, sem
outras alterações ao exame neurológico.
A conduta a seguir, diante dessa paciente, é
A conduta a seguir, diante dessa paciente, é
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Paciente feminina de 20 anos, busca atendimento no
ambulatório de neurologia por apresentar episódios de cefaleia
de forte intensidade desde os 16 anos de idade. A dor tem
localização temporoparietal de um dos lados da cabeça, pulsátil,
acompanhada de náusea, foto e fonofobia e pode persistir até 3
dias. A frequência das crises é de aproximadamente seis
episódios ao mês. A dor piora ao realizar atividade física rotineira
com o subir escadas. O exame neurológico é normal. Realizou
uma tomografia computadorizada de crânio durante uma crise
forte, que foi normal.
A classificação da cefaleia e o esquema terapêutico indicado para o caso são:
A classificação da cefaleia e o esquema terapêutico indicado para o caso são:
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Paciente feminina, 38 anos, encontra-se em acompanhamento
reumatológico pelo diagnóstico de Lupus Eritematoso Sistêmico.
Relata numa consulta de rotina que está apresentando
dormência, formigamento e fraqueza nos quatro membros
inicialmente nos pés, tendo evoluído para as pernas e mãos nos
últimos 2 meses.
Ao exame neurológico, apresenta fraqueza distal nos quatro
membros, arreflexia global e hipopalestesia nos membros
inferiores.
O diagnóstico sindrômico é de
O diagnóstico sindrômico é de
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Paciente de 20 anos é internada com cefaleia intensa e febre alta
há 24 horas. Ao exame neurológico há dificuldade na mobilização
passiva da nuca, sem sinais de localização. Realizada punção
lombar para análise do liquor, que mostrou aspecto límpido,
pressão inicial de 25 cm água, 500 leucócitos por mm3 com
predomínio de linfócitos, glicorraquia de 60 mg (glicemia de 80
mg) e proteína de 65 mg/dL. Culturas negativas.
A hipótese etiológica é
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Paciente vítima de traumatismo cranioencefálico é admitido no
Hospital as 22:00h, já intubado e com acesso venoso periférico. É
acoplado ao ventilador mecânico e levado a UTI. O exame
neurológico inicial evidenciou sinais vitais normais, Escala de
Coma de Glasgow de 3, reflexos profundos presentes, pupilas
midriáticas sem resposta a luz e ausência de reflexo córneopalpebral.
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
Para a abertura do protocolo de morte encefálica, nesse caso, é necessário
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