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Uma paciente de 45 anos, que tem insuficiência hepática terminal e que está inscrita na lista única para transplante hepático, está em sua enfermaria. Seu irmão, de 43 anos, manifesta espontaneamente o desejo de doar parte do fígado. Durante a avaliação, ele demonstra plena capacidade civil, está ótimas condições clínicas, compatibilidade clínica e compreensão dos riscos do procedimento. Paralelamente, um potencial doador falecido é identificado em outro hospital, com diagnóstico de morte encefálica confirmada conforme a legislação vigente e autorização familiar para doação.
Em reunião, a equipe multiprofissional conclui que a seguinte afirmativa sobre a conduta está de acordo com os princípios éticos e legais que regem os transplantes de órgãos no Brasil:
 

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4266812 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Você responde a um parecer da clínica médica para um paciente de 56 anos, portador de cirrose hepática por hepatite C previamente tratada, acompanhado em ambulatório especializado. Tem diagnóstico de hipertensão portal com varizes de esôfago com um episódio de sangramento. Nos últimos 8 meses, apresentou dois episódios de ascite com necessidade de paracentese de alívio, um episódio de encefalopatia hepática revertido com tratamento clínico. Uma tomografia computadorizada evidencia um nódulo hepático único de 3,8 cm, com hipervascularização arterial e washout venoso, sem trombose portal ou evidência de metástases. Os exames laboratoriais mostram albumina de 2,8 g/dL, bilirrubina total de 2,9 mg/dL, INR de 1,9 e creatinina de 1,1 mg/dL.
Após discussão em sessão clínica multidisciplinar, a conduta mais apropriada para o caso será
 

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4266811 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: ENARE
Sua equipe de coleta de órgãos é chamada para um hospital, onde irá retirar órgãos de um homem de 35 anos que sofreu traumatismo cranioencefálico grave após colisão automobilística. Após internação em unidade de terapia intensiva, evolui com diagnóstico de morte encefálica, confirmada conforme os critérios técnicos e legais vigentes. Não tem infecção sistêmica, neoplasia maligna conhecida ou contraindicações absolutas à doação. Após autorização familiar documentada, a equipe de captação organiza a retirada múltipla de órgãos. Durante o procedimento, o cirurgião responsável enfatiza que a preservação da viabilidade dos enxertos depende da sequência operatória, do controle hemodinâmico até o clampeamento vascular e da correta perfusão com solução preservadora.
Considerando os princípios técnicos universalmente aceitos para a coleta de múltiplos órgãos sólidos, assinale a opção que descreve a conduta mais adequada.
 

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Seguindo a Diretriz 2025 da Sociedade Europeia de Medicina Intensiva (European Society of Intensive Care Medicine) sobre Choque Circulatório e Monitorização Hemodinâmica, a recomendação sobre responsividade de fluidos com melhor evidência é o
 

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Na Síndrome de Guillain-Barré, são critérios de diagnósticos e características clínicas:
 

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A respeito da sedoanalgesia em UTI, são características de sedativos e analgésicos, respectivamente,
 

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Homem, 34 anos, com diabetes Mellitus tipo 1 há 20 anos, em uso de esquema basal-bólus (uso de insulina de ação prolongada combinado com insulina de ação rápida nas refeições), é admitido na UTI por cetoacidose diabética (CAD) grave secundária à pielonefrite aguda.
À admissão, apresenta: glicemia 582 mg/dL, pH arterial 7,04, bicarbonato sérico 6 mEq/L, ânion-gap 26, cetonúria 3+, potássio sérico 5,2 mEq/L, Glasgow 14 (sonolento, mas orientado).
Nesse caso, a sequência de tratamento proposta, para a fase inicial ressuscitativa da cetoacidose diabética, é:
 

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Paciente do sexo feminino, 68 anos, internada na UTI, apresenta IMC de 40 Kg/m2 , é retrognata e necessita de ventilaçāo mecânica invasiva. O seu quadro clínico impossibilita um exame detalhado da orofaringe e pescoço. A avaliação da via aérea superior por ultrassonografia beira-leito pode indicar uma possível dificuldade para intubá-la.
As medidas dos parâmetros de distância da pele a epiglote (DPE), distância hyomental ( DHM) e espessura da língua( EL) que sugerem via aérea difícil são:
 

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Puérpera teve parto realizado e foi transferida para a UTI. O obstetra relatou ruptura de bolsa amniótica, parto realizado com instrumentos, além de alto risco de hemorragia no pós-parto.
Ao exame clínico, apresenta níveis tensionais arteriais (PA) de 90 x 45 mmHg; frequência cardíaca de 115 bpm.
É portadora de cateter peridural funcionante; útero contraído; sangramento vaginal de pequena monta no absorvente e sonda vesical de demora com 20 mL de urina clara.
O tratamento intensivo do choque obstétrico e da hemorragia pós-parto é indicado em caso de
 

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Paciente em pós-operatório de cirurgia abdominal aberta complexa e demorada está internado na UTI. Apresenta, no primeiro dia de pós-operatório, evolução para Síndrome de Compartimento Abdominal.
Nesse caso, as alterações que ocorrem em função dessa evolução são:
 

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