Lactente de 14 meses, em insegurança alimentar, chega ao
pronto atendimento com emagrecimento importante, apatia,
hipotermia, edema em membros inferiores, lesões descamativas
em pele e cabelo hipopigmentado. Glicemia capilar é 48 mg/dL. A
equipe considera desnutrição aguda grave.
A seguinte conduta está mais alinhada ao protocolo
recomendado:
Menina, 11 anos, IMC no percentil 98 para idade e sexo, acantose
nigricans cervical, pai com diabetes tipo 2 e queixa de fadiga. ALT
discretamente elevada e ultrassonografia sugere esteatose
hepática. A família solicita uma dieta rígida apenas para a criança.
A abordagem inicial mais adequada é
Menino de 4 anos é levado à consulta para avaliação nutricional.
Peso e estatura aferidos e plotados nas curvas da OMS. O IMC
para-idade encontra-se em escore Z +2,3, enquanto a estatura
para-idade está em escore Z -0,5.
O estado nutricional pelo IMC-para-idade é classificado como
Homem, 39 anos, obeso, com diabetes tipo 2 mal controlado e
consumo frequente de álcool, apresenta triglicerídeos de 1.480
mg/dL em jejum, HDL baixo e dor abdominal leve sem sinais de
pancreatite. Amilase e lipase normais.
A melhor estratégia inicial é
Homem, 42 anos, com diabetes mellitus tipo 1 há 18 anos, em
esquema basal-bolus, relata episódios de hipoglicemia após o
jantar quando substitui arroz por salada e mantém a mesma dose
de insulina rápida. Em outros dias, consome pizza e apresenta
hiperglicemia tardia.
Mulher, 68 anos, institucionalizada, com pouca exposição solar,
osteopenia em densitometria e uso crônico de anticonvulsivante,
procura avaliação nutrológica. Nega nefrolitíase. O cálcio sérico é
normal.
A conduta mais adequada para confirmar deficiência de vitamina
D é
Mulher, 62 anos, com diabetes de longa data e esclerodermia
limitada, relata distensão abdominal, flatulência, diarreia
intermitente e perda de peso. Vitamina B12 baixa, folato normal
alto e esteatorreia leve. Há suspeita de supercrescimento
bacteriano intestinal.
Homem, 57 anos, com pancreatite crônica alcoólica, apresenta
perda ponderal, fezes volumosas, oleosas e de odor fétido,
distensão abdominal e deficiência de vitaminas lipossolúveis.
Glicemia de jejum é 132 mg/dL.
Assinale a opção que melhor integra diagnóstico e tratamento
para o caso.
Mulher, 31 anos, apresenta diarreia crônica, distensão
abdominal, anemia ferropriva recorrente e perda ponderal
discreta. Refere irmã com doença celíaca. Está em dieta contendo
glúten.
Homem, 49 anos com alcoolismo, IMC 16 kg/m2, perda de 15%
do peso em 3 meses e ingestão desprezível há 8 dias será
realimentado durante internação. Fósforo de 2,1 mg/dL, potássio
3,3 mEq/L e magnésio 1,6 mg/dL.
O protocolo inicial mais apropriado para prevenir síndrome de
realimentação é