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TEXTO II
Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros: a
saúde mental como legado da nova geração
Jovens atletas vêm destacando a importância do cuidado
com a saúde mental e o poder da psicologia esportiva na
alta performance
Por Fernanda Zalcman
Era 28 de julho de 2021 quando Simone Biles parou o
mundo do esporte: a multicampeã da ginástica artística
havia desistido de disputar a final do individual geral nos
Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 para priorizar sua saúde
mental, retirando-se também das finais por aparelhos
posteriormente. A decisão da atleta dividiu opiniões. Muitos
criticaram, mas outros também apoiaram, o que diz muito
sobre o tema nos dias de hoje.
Durante muito tempo, a saúde mental foi um assunto
pouco falado no meio esportivo, praticamente um tabu. Ela
não fazia parte da preparação dos atletas de alto
rendimento, que muitas vezes sofriam em silêncio. Michael
Phelps, por exemplo, conviveu por muito tempo com a
depressão sem revelar publicamente, com medo de que isso
pudesse ser visto como um sinal de fraqueza, dando
vantagem aos adversários.
[...]
A decisão de Simone Biles foi um divisor de águas e
seguiu o caminho oposto de Phelps e outros tantos que
vieram antes dela. A tenista japonesa Naomi Osaka, por
exemplo, seguiu o mesmo rumo da ginasta e também optou
por deixar as quadras para cuidar de sua saúde mental aos
anos. Aliado a isso, outras atletas como Rebeca Andrade,
Rayssa Leal e Iga Swiatek falam abertamente como a
psicologia esportiva é um dos principais trunfos para
alcançar o topo e, principalmente, se manter lá.
A terapia na vida de Rebeca Andrade e Rayssa Leal
Campeã mundial e medalhista olímpica da ginástica
artística, Rebeca começou a terapia aos 13 anos, quando a
prática já fazia parte das iniciativas da equipe multidisciplinar
do Comitê Olímpico Brasileiro. “Eu seria uma pessoa
totalmente diferente [se não tivesse feito terapia]. Teria mais
medo, mais dúvida, mais inseguranças, porque, ao mesmo
tempo que eu me conheci dentro da ginástica, me conheci
na vida”, contou Rebeca em entrevista ao UOL.
[...]
á nas pistas de skate, Rayssa Leal despontou para o
mundo muito cedo. Aos 15 anos, já acumula diversos títulos
e uma medalha olímpica. O sucesso precoce, porém, teve
grande impacto na vida de Fadinha. Quem a vê nas
competições, tão segura de si, nem imagina o que acontece
por trás.
“Eu tinha muito medo dos campeonatos, de ‘ai, se eu não
me dar bem’. Outras várias coisas, dos obstáculos serem
altos... Sei que consigo jogar, mas minha mente acaba
falando ‘ai, não tenta’. Ela [psicóloga esportiva Gissele Serra
Angeliéri] vai me ajudando a meio que desbloquear isso”,
disse ao Olympics.com. “Foi uma das melhores coisas para
mim como atleta, porque sou muito novinha e tudo
aconteceu muito rápido. A ajuda dela e da minha equipe foi
essencial para mim”.
Saúde mental no futebol
Na final da Copa Libertadores 2024, uma cena chamou a
atenção: o agradecimento de Jhon Arias à Emily Gonçalves,
psicóloga do Fluminense, após a conquista do título.
“Obrigado por tudo. Você me faz ser o que eu sou hoje”,
disse o jogador de 26 anos.
A saúde mental no futebol, porém, ainda é um tema
delicado, especialmente no masculino. Segundo um
levantamento do site Trivela de setembro de 2023, apenas
dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro
tinham psicólogos em suas equipes. No entanto, o processo
de mudança, ainda que gradual, vem acontecendo a
exemplo dos demais esportes olímpicos, também com os
testemunhos de jovens atletas que resolvem falar sobre o
assunto publicamente.
Arias foi um dos exemplos, assim como Richarlyson no
ano passado. Vivendo uma temporada difícil no Tottenham e
na seleção brasileira, o atacante foi flagrado chorando no
banco do Brasil após ser substituído no jogo contra a Bolívia
pelas Eliminatórias. Ao final daquela Data Fifa, ele disse que
planeja trabalhar com um terapeuta para tratar essas
questões.
“Agora eu sei o peso que o Ronaldo [Nazário, o
"Fenômeno"] carregou, que outros grandes jogadores que
vestiram essa camisa carregaram. Porque quando se veste
a camisa nove, é sinônimo de gol. E você tem que estar
preparado para vesti-la, porque a pressão é muito grande”,
afirmou ao Olympics.com.
ZALCMAN, Fernanda. Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros: a saúde mental como legado da nova geração. Olympics. Disponível em: https://www.olympics.com/pt/noticias/rebeca-rayssa-leal-iga-swiatek-saude-mental-legado-nova-geracao. Acesso em 19/11/2025. Adaptado.
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TEXTO II
Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros: a
saúde mental como legado da nova geração
Jovens atletas vêm destacando a importância do cuidado
com a saúde mental e o poder da psicologia esportiva na
alta performance
Por Fernanda Zalcman
Era 28 de julho de 2021 quando Simone Biles parou o
mundo do esporte: a multicampeã da ginástica artística
havia desistido de disputar a final do individual geral nos
Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 para priorizar sua saúde
mental, retirando-se também das finais por aparelhos
posteriormente. A decisão da atleta dividiu opiniões. Muitos
criticaram, mas outros também apoiaram, o que diz muito
sobre o tema nos dias de hoje.
Durante muito tempo, a saúde mental foi um assunto
pouco falado no meio esportivo, praticamente um tabu. Ela
não fazia parte da preparação dos atletas de alto
rendimento, que muitas vezes sofriam em silêncio. Michael
Phelps, por exemplo, conviveu por muito tempo com a
depressão sem revelar publicamente, com medo de que isso
pudesse ser visto como um sinal de fraqueza, dando
vantagem aos adversários.
[...]
A decisão de Simone Biles foi um divisor de águas e
seguiu o caminho oposto de Phelps e outros tantos que
vieram antes dela. A tenista japonesa Naomi Osaka, por
exemplo, seguiu o mesmo rumo da ginasta e também optou
por deixar as quadras para cuidar de sua saúde mental aos
anos. Aliado a isso, outras atletas como Rebeca Andrade,
Rayssa Leal e Iga Swiatek falam abertamente como a
psicologia esportiva é um dos principais trunfos para
alcançar o topo e, principalmente, se manter lá.
A terapia na vida de Rebeca Andrade e Rayssa Leal
Campeã mundial e medalhista olímpica da ginástica
artística, Rebeca começou a terapia aos 13 anos, quando a
prática já fazia parte das iniciativas da equipe multidisciplinar
do Comitê Olímpico Brasileiro. “Eu seria uma pessoa
totalmente diferente [se não tivesse feito terapia]. Teria mais
medo, mais dúvida, mais inseguranças, porque, ao mesmo
tempo que eu me conheci dentro da ginástica, me conheci
na vida”, contou Rebeca em entrevista ao UOL.
[...]
á nas pistas de skate, Rayssa Leal despontou para o
mundo muito cedo. Aos 15 anos, já acumula diversos títulos
e uma medalha olímpica. O sucesso precoce, porém, teve
grande impacto na vida de Fadinha. Quem a vê nas
competições, tão segura de si, nem imagina o que acontece
por trás.
“Eu tinha muito medo dos campeonatos, de ‘ai, se eu não
me dar bem’. Outras várias coisas, dos obstáculos serem
altos... Sei que consigo jogar, mas minha mente acaba
falando ‘ai, não tenta’. Ela [psicóloga esportiva Gissele Serra
Angeliéri] vai me ajudando a meio que desbloquear isso”,
disse ao Olympics.com. “Foi uma das melhores coisas para
mim como atleta, porque sou muito novinha e tudo
aconteceu muito rápido. A ajuda dela e da minha equipe foi
essencial para mim”.
Saúde mental no futebol
Na final da Copa Libertadores 2024, uma cena chamou a
atenção: o agradecimento de Jhon Arias à Emily Gonçalves,
psicóloga do Fluminense, após a conquista do título.
“Obrigado por tudo. Você me faz ser o que eu sou hoje”,
disse o jogador de 26 anos.
A saúde mental no futebol, porém, ainda é um tema
delicado, especialmente no masculino. Segundo um
levantamento do site Trivela de setembro de 2023, apenas
dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro
tinham psicólogos em suas equipes. No entanto, o processo
de mudança, ainda que gradual, vem acontecendo a
exemplo dos demais esportes olímpicos, também com os
testemunhos de jovens atletas que resolvem falar sobre o
assunto publicamente.
Arias foi um dos exemplos, assim como Richarlyson no
ano passado. Vivendo uma temporada difícil no Tottenham e
na seleção brasileira, o atacante foi flagrado chorando no
banco do Brasil após ser substituído no jogo contra a Bolívia
pelas Eliminatórias. Ao final daquela Data Fifa, ele disse que
planeja trabalhar com um terapeuta para tratar essas
questões.
“Agora eu sei o peso que o Ronaldo [Nazário, o
"Fenômeno"] carregou, que outros grandes jogadores que
vestiram essa camisa carregaram. Porque quando se veste
a camisa nove, é sinônimo de gol. E você tem que estar
preparado para vesti-la, porque a pressão é muito grande”,
afirmou ao Olympics.com.
ZALCMAN, Fernanda. Rebeca Andrade, Rayssa Leal, Iga Swiatek e outros: a saúde mental como legado da nova geração. Olympics. Disponível em: https://www.olympics.com/pt/noticias/rebeca-rayssa-leal-iga-swiatek-saude-mental-legado-nova-geracao. Acesso em 19/11/2025. Adaptado.
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Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa correta quanto à classificação do predicado, à reescrita das vozes do discurso e seus sujeitos, respectivamente.
“No limite do ferro-velho, encontramos um reboque tão velho que deve ter se jogado fora por conta própria.” (Texto I, l. 1-2)
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TEXTO I

Catorze Eu Tenho um Problema Represado
No limite do ferro-velho, encontramos um reboque tão velho
que deve ter se jogado fora por conta própria. Mas o motor
ligou, e ele estava com o tanque cheio, então decidimos
pegá-lo emprestado.
.
Thalia dirigiu. Ela não parecia tão atordoada quanto Zoe ou
Grover ou eu.
.
“Os esqueletos ainda estão lá fora,” ela nos lembrou.
“Precisamos continuar.”
.
Ela navegou pelo deserto, debaixo do céu limpo e azul, a
areia tão brilhante que doía olhar. Zoe sentou na frente com
Thalia. Grover e eu nos sentamos no banco traseiro,
encostados contra o reboque. O ar estava frio e seco, mas
o clima bom parecia um insulto depois de perder Bianca.
.
Minha mão se fechou em volta da estatueta que tinha
custado a vida dela. Eu ainda não podia dizer sequer de que
deus ela deveria ser. Nico saberia.
.
Ó, deuses... o que eu ia dizer ao Nico?
.
Queria acreditar que Bianca ainda estava viva em algum
lugar. Mas eu tinha o mau pressentimento de que ela
realmente se fora.
.
“Deveria ter sido eu,” disse. “Eu devia ter entrado no
gigante.” “Não diga isso!” Grover entrou em pânico. “É ruim
o suficiente que Annabeth se foi, e agora Bianca. Você acha
que eu suportaria se...” Ele fungou. “Você acha que mais
alguém seria meu melhor amigo?”
.
“Ah, Grover...”
.
Ele enxugou os olhos com um pano oleoso que deixou seu
rosto sujo, como se tivesse feito pintura de guerra. “Eu... Eu
estou bem.”
.
Mas ele não estava bem. Desde o encontro no Novo México
— o que quer que tenha acontecido quando aquele vento
selvagem passou — ele aparentava estar realmente frágil,
ainda mais emotivo que o normal. Eu estava com medo de
falar com ele sobre isso, pois ele podia começar a berrar.
.
Pelo menos tem uma coisa boa em ter um amigo que perde
o controle mais do que você. Eu percebi que não podia ficar
deprimido. Precisava deixar de lado os pensamentos sobre
Bianca e nos manter indo em frente, do jeito que Thalia
estava fazendo. Imaginei sobre o que ela e Zoe estavam
falando na parte da frente do reboque. O reboque ficou sem
combustível na beirada de um desfiladeiro de rio. Isso
estava bem, uma vez que a estrada havia terminado.
.
Thalia saiu e bateu a porta. Imediatamente um dos pneus
furou.
RIORDAN, Rick. A maldição do Titã: série Percy Jackson e os olimpianos, vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2023. Adaptado.
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TEXTO I

Catorze Eu Tenho um Problema Represado
No limite do ferro-velho, encontramos um reboque tão velho
que deve ter se jogado fora por conta própria. Mas o motor
ligou, e ele estava com o tanque cheio, então decidimos
pegá-lo emprestado.
.
Thalia dirigiu. Ela não parecia tão atordoada quanto Zoe ou
Grover ou eu.
.
“Os esqueletos ainda estão lá fora,” ela nos lembrou.
“Precisamos continuar.”
.
Ela navegou pelo deserto, debaixo do céu limpo e azul, a
areia tão brilhante que doía olhar. Zoe sentou na frente com
Thalia. Grover e eu nos sentamos no banco traseiro,
encostados contra o reboque. O ar estava frio e seco, mas
o clima bom parecia um insulto depois de perder Bianca.
.
Minha mão se fechou em volta da estatueta que tinha
custado a vida dela. Eu ainda não podia dizer sequer de que
deus ela deveria ser. Nico saberia.
.
Ó, deuses... o que eu ia dizer ao Nico?
.
Queria acreditar que Bianca ainda estava viva em algum
lugar. Mas eu tinha o mau pressentimento de que ela
realmente se fora.
.
“Deveria ter sido eu,” disse. “Eu devia ter entrado no
gigante.” “Não diga isso!” Grover entrou em pânico. “É ruim
o suficiente que Annabeth se foi, e agora Bianca. Você acha
que eu suportaria se...” Ele fungou. “Você acha que mais
alguém seria meu melhor amigo?”
.
“Ah, Grover...”
.
Ele enxugou os olhos com um pano oleoso que deixou seu
rosto sujo, como se tivesse feito pintura de guerra. “Eu... Eu
estou bem.”
.
Mas ele não estava bem. Desde o encontro no Novo México
— o que quer que tenha acontecido quando aquele vento
selvagem passou — ele aparentava estar realmente frágil,
ainda mais emotivo que o normal. Eu estava com medo de
falar com ele sobre isso, pois ele podia começar a berrar.
.
Pelo menos tem uma coisa boa em ter um amigo que perde
o controle mais do que você. Eu percebi que não podia ficar
deprimido. Precisava deixar de lado os pensamentos sobre
Bianca e nos manter indo em frente, do jeito que Thalia
estava fazendo. Imaginei sobre o que ela e Zoe estavam
falando na parte da frente do reboque. O reboque ficou sem
combustível na beirada de um desfiladeiro de rio. Isso
estava bem, uma vez que a estrada havia terminado.
.
Thalia saiu e bateu a porta. Imediatamente um dos pneus
furou.
RIORDAN, Rick. A maldição do Titã: série Percy Jackson e os olimpianos, vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2023. Adaptado.
“Ele enxugou os olhos com um pano oleoso que deixou seu rosto sujo, como se tivesse feito pintura de guerra.” (Texto I, l. 36-37)
A figura de linguagem presente no trecho analisado pode ser encontrada em
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TEXTO I

Catorze Eu Tenho um Problema Represado
No limite do ferro-velho, encontramos um reboque tão velho
que deve ter se jogado fora por conta própria. Mas o motor
ligou, e ele estava com o tanque cheio, então decidimos
pegá-lo emprestado.
.
Thalia dirigiu. Ela não parecia tão atordoada quanto Zoe ou
Grover ou eu.
.
“Os esqueletos ainda estão lá fora,” ela nos lembrou.
“Precisamos continuar.”
.
Ela navegou pelo deserto, debaixo do céu limpo e azul, a
areia tão brilhante que doía olhar. Zoe sentou na frente com
Thalia. Grover e eu nos sentamos no banco traseiro,
encostados contra o reboque. O ar estava frio e seco, mas
o clima bom parecia um insulto depois de perder Bianca.
.
Minha mão se fechou em volta da estatueta que tinha
custado a vida dela. Eu ainda não podia dizer sequer de que
deus ela deveria ser. Nico saberia.
.
Ó, deuses... o que eu ia dizer ao Nico?
.
Queria acreditar que Bianca ainda estava viva em algum
lugar. Mas eu tinha o mau pressentimento de que ela
realmente se fora.
.
“Deveria ter sido eu,” disse. “Eu devia ter entrado no
gigante.” “Não diga isso!” Grover entrou em pânico. “É ruim
o suficiente que Annabeth se foi, e agora Bianca. Você acha
que eu suportaria se...” Ele fungou. “Você acha que mais
alguém seria meu melhor amigo?”
.
“Ah, Grover...”
.
Ele enxugou os olhos com um pano oleoso que deixou seu
rosto sujo, como se tivesse feito pintura de guerra. “Eu... Eu
estou bem.”
.
Mas ele não estava bem. Desde o encontro no Novo México
— o que quer que tenha acontecido quando aquele vento
selvagem passou — ele aparentava estar realmente frágil,
ainda mais emotivo que o normal. Eu estava com medo de
falar com ele sobre isso, pois ele podia começar a berrar.
.
Pelo menos tem uma coisa boa em ter um amigo que perde
o controle mais do que você. Eu percebi que não podia ficar
deprimido. Precisava deixar de lado os pensamentos sobre
Bianca e nos manter indo em frente, do jeito que Thalia
estava fazendo. Imaginei sobre o que ela e Zoe estavam
falando na parte da frente do reboque. O reboque ficou sem
combustível na beirada de um desfiladeiro de rio. Isso
estava bem, uma vez que a estrada havia terminado.
.
Thalia saiu e bateu a porta. Imediatamente um dos pneus
furou.
RIORDAN, Rick. A maldição do Titã: série Percy Jackson e os olimpianos, vol. 3. 1ª ed. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2023. Adaptado.
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Sabe-se que esses dois militares mantiveram seus respectivos trajetos em velocidades constantes e ambos correram exatamente 12 minutos.
Sabe-se, ainda, que o Militar 1 manteve sua velocidade igual a 3,4 metros por segundo (m/s) e o Militar 2 correu a uma velocidade de 5 metros por segundo (m/s).
Além disso, no posicionamento inicial da corrida, os dois militares ficaram distribuídos na pista de atletismo da seguinte maneira:
A pista tem exatamente 400 metros (uma volta completa) na raia em que ambos executaram o teste. A corrida é realizada no sentido anti-horário e o Militar 2 realizou sua largada ao mesmo tempo que o Militar 1, porém, 200 metros atrás.
Com base nessas informações dadas, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I) A diferença entre as distâncias finais é maior que 2,5 voltas e menor que 2,8 voltas.
II) O momento em que os dois militares ficaram lado a lado na corrida, pela primeira vez, foi aos exatos 125 segundos.
III) O tempo t gasto, em segundos, no momento exato em que o Militar 2 consegue dar duas voltas completas no Militar 1 é um valor, tal que, \(\dfrac{t}{5}\) é um número quadrado perfeito.
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• opção 1: valor à vista,
• opção 2: pagando 180 reais após um mês da compra e 200 reais dois meses após a compra, sendo que os juros mensais são de 25% sobre o saldo devedor, e
• opção 3: valor parcelado em 5 vezes sem entrada, a uma taxa de 10% ao mês, sob o regime de capitalização simples.
Sabendo que o aluno comprou a coletânea por apenas uma das opções listadas, analise as afirmações a seguir.
I) O valor pago na opção 1 é um número múltiplo de 17
II) O valor pago na opção 2 é igual a 1,5 do valor pago na opção 1
III) O valor pago na opção 3 possui 16 divisores naturais.
É correto afirmar que
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g(x)=x2 − 2 x + 2
h(x)= x2 − 2 x + 8
i (x) = x2 −2 x +16
Sobre os gráficos de g(x), h(x) e i(x) em relação ao gráfico de f(x), analise as sentenças abaixo, classificando-as em verdadeira ou falsa e assinale a alternativa correta.
I) Interceptarão o eixo das abscissas no mesmo ponto.
II) Terão o mesmo conjunto imagem.
III) Terão o mesmo valor para a abscissa do vértice.
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- GeometriaGeometria PlanaTriângulosTriângulos RetângulosRelações Métricas no Triângulo Retângulo
- TrigonometriaSeno, Cosseno e TangenteLei dos Senos e Cossenos
- TrigonometriaLeis dos Senos e Cossenos.
Moradores ficaram soterrados e/ou ilhados em suas residências.
Com a missão de salvar e resgatar essas pessoas, a Força Aérea Brasileira enviou para Juiz de Fora um helicóptero Black Hawk.
O piloto foi acionado e instruído a realizar missão de busca e salvamento de moradores nos bairros A e B, conforme o croqui abaixo:
Partindo da base (ponto P) e com decolagem de 30º em relação à direção Norte, o helicóptero resgata os primeiros moradores no bairro A, que fica em uma trajetória retilínea a 10 Km da base P. Do bairro A, partiu para direção Leste, percorrendo mais 10 km em linha reta e resgata moradores no bairro B. Em seguida, também em linha reta, retorna a base (Ponto P) conforme croqui acima.
Com base nas informações e no croqui, a distância, em metros, percorrida pela aeronave nessa missão foi de:
(Dados: √2=1,4 ; √3 =1,7)
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Caderno Container