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Foram encontradas 80 questões.

2545084 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Analise a figura abaixo.
Enunciado 3023554-1
A figura acima mostra um sistema formado por duas partículas iguais, A e B, de massas 2,0 kg cada uma, ligadas por uma haste rígida de massa desprezível. O sistema encontra-se inicialmente em repouso, apoiado em uma superfície horizontal (plano xy) sem atrito. Em !$ t = 0 !$, uma força !$ \overline {F}_1 = 8,0 î N !$ passa a atuar na partícula A e, simultaneamente, uma força !$ \vec{F}_2 = 6,0 j N !$ passa a atuar na partícula B. Qual o vetor deslocamento, em metros, do centro de massa do sistema de t = 0 a t = 4,0 s?
 

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2544863 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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O dono do livro
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto? Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros - aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: "Quem escreveu o livro?".
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada - comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. E do leitor o prazer. E do leitor a identificação. E do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.
Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.
Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.
Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono.
(Martha Medeiros. JORNAL ZERO HORA - 06/11/11.1 Revista O Globo, 25 de novembro de 2012.)
Assinale a opção que identifica corretamente a ideia comum entre os textos de Marina Cezare Martha Medeiros , sobre a relação livro/leitura.
 

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2544277 Ano: 2017
Disciplina: Física
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Analise o gráfico abaixo.
Enunciado 2975940-1
O gráfico acima representa a posição x de uma partícula que realiza um MHS (Movimento Harmônico Simples), em função do tempo t. A equação que relaciona a velocidade v, em cm/s, da partícula com a sua posição x é
 

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2543718 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Leitura - leituras: quando ler (bem) é preciso
''[...]. Alguns leitores ao lerem estas frases poesia citada não compreenderam logo. Creio mesmo que é impossível compreender inteiramente à primeira leitura pensamentos assim esquematizados sem uma certa prática."
Mário de Andrade - Artista
"Eu sou um escritor difícil
Que a muita gente enquizila,
Porém essa culpa é fácil
De se acabar duma vez:
É s6 tirar a cortina
Que entra luz nesta escurez."
(Mário de Andrade - Lundu do escritor difícil)
No eterno criar e recriar da atividade verbal, a criatividade, a semanticidade, a intersubjetividade, a materialidade e a historicidade são propriedades essenciais da linguagem, indispensáveis a todos os atos de fala, sejam eles presentes, passados ou futuros.
Porém, é a atividade semântica que intermedeia a conexão dos seres humanos com o mundo dos objetos, estabelecendo a relação entre o Eu e o Universo, e, junto com a alteridade (relação do Eu com o Outro, de caráter interlocutivo), permite a identificação da linguagem como tal, pois a linguagem existe não apenas para significar, mas significar alguma coisa para o outro.
A semanticidade possibilita o indivíduo conceber e revelar as coisas pertencentes ao mundo do real e da imaginação. Logo, é ao mesmo tempo significação, modo de conceber, ou melhor, uma configuração linguística de conhecimento, uma organização verbal do pensamento, e designação ou referência, aplicação dos conceitos ás coisas extralinguísticas. [...].
No processo de leitura do texto, para que o leitor se aproprie desse(s) sentido(s), é necessário que ele domine não apenas o código linguístico, mas também compartilhe bagagem cultural, vivências, experiências, valores, correlacione os conhecimentos construídos anteriormente (de gênero e de mundo, entre outros) com as novas informações expressas no texto; faça inferências e comparações; compreenda que o texto não é uma estrutura fechada, acabada, pronta; perceba as significações, as intencionalidades, os dialogismos, o não dito, os silêncios.
Em resumo, é fundamental que, por meio de uma série de contribuições, o interlocutor colabore para a construção do conhecimento. Assim, ler não significa traduzir um sentido já considerado pronto, mas interagir com o outro (o autor), aceitando, ou não, os propósitos do interlocutor.
(Prof' Marina Cezar - Revista de Villegagnon. Ano IV. N° 4. 2009 - Texto adaptado)
Marque a opção em que a função sintática do termo sublinhado é idêntica à da expressão destacada neste trecho: "[...] aplicação dos conceitos às coisas extralinguísticas. [...]." (3°§)
 

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2543568 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Nas proposições abaixo, coloque V (Verdadeiro) ou F (Falso) e assinale a opção que apresenta a sequência correta.
( ) Existe pelo menos um !$ a !$ e !$ \mathbb{R} !$ e !$ a \ne 0 !$, para que as curvas !$ y = ax^2 !$ e !$ x^2 + 2y^2 =1 !$ não se interceptem ortogonalmente.
( ) A negação da proposição !$ ( \exists x ∈ A) (p(x)) → ( ∀ x ∈ A) (~q (x)) !$] é !$ ( \exists x ∈ A) (p(x)) ∧ ( \exists x ∈ A) (q(x)) !$ .
( ) Se !$ \int\limits_{0}^{{ \large \pi \over 2}} !$ !$ { \large 1 \over 1 + sen(x)} dx = M !$, então !$ M^2 = 2 !$
( ) Seja z um número complexo e i a unidade imaginária. Se !$ z = |z| e^{i θ} !$, então !$ |e^{iz}| = e^{|z|sen(θ)} !$
 

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2543523 Ano: 2017
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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As lhe Olympics Approaches, a Lesson in Overcoming Adversity
8ert R. Mandelbaum, MD
Ju[y 20, 2016
I've known a lot 01 athletes who qualilied lor the Olympic Games injuries. But I know 01 only one who qualified beca use of an injury.
Cliff Meidl's story captures the spirit 01 the Olympics.
In November 1986, Cliff, a 20-year-old plumber's apprentice, hit three buried high-voltage electrical cables with a jackhammer. An estimated 30,000 volts surged through his body, exploding bone and cartilage lrom the inside ali the way up to his head. To put that into perspective, electric chairs use only 1500-2000 volts for executions. So it's sale to say that Cliff should have died.
And he nearly did. His heart stopped. Paramedics were able to get it going again, but they had to resuscitate him on the way to the hospital.
As part of a team with renowned plastic surgeon Malcolm Lesavoy, MD, and others, I got to work reconstructing Cliffs legs. Our best hope was to avoid amputation.
But very quickly, we noticed something else going on - something that had nothing to do with our expertise. Through every step of his painlul rehabilitation, Cliff grew more and more determined. He never complained. He just asked, 'What's next?"
Belore he had even linished the rehabilitation, Cliff started paddling various watercralts. The days spent on crutches had already strengthened his upper body, and he took naturally to the sport. The same year in which he was injured, he began competing in canoe and kayak events, and in 1996 he qualilied lor the Olympics - not the Paralympic Games, the Olympic Games.
Four years later, in Sydney, Australia, I was overseeing the sports medicine team at the Olympic soccer tournament. I was sitting in the stands during the opening ceremonies when Cliff walked into the Olympic Stadium carrying the Stars and Stripes.
It's a long-standing tradition lor delegations of athletes to select one among their number to bear the Ilag, and the choice olten symbolizes some extraordinary accomplishment. I had no idea that Cliff would be selected. So when he strode into the stadium with a normal gait, I nearly broke down.
Moments like that reinlorce what I have always believed: that sport can bring out the best in us alI.
The Olympic Games (...) are devoted to celebrating the human capacity to improve body, mind, and sou I.
They are about taking part - not necessarily about winning. Cliffs peers in the US delegation of 2000 recognized that when they elected him to bear the nation's colors. He never won a medal at the games, but the spirit with which he overcame adversity inspired ali of them.
The Olympic moUo - laster, higher, stronger - can help our patients realize that the real victory is the "win within." The Win Within: Capturing Your Victorious Spirit is the name of the book I wrote to show people that coming back Irom adversity is part of our heritage - that we as human beings are more adapted to adversity than we are to success.
Adversity is the engine of unimagined opportunity. It can unleash our energy and stimulate our will. It moves us to succeed. If I don't have lood, I have to go get some. If I'm cold, I have to build a shelter.
I remind patients who don't participate in sports that they have the heritage of athletes. We ali have the genes of pursuit-hunters who survived by running down their prey and running away Irom their predators. That's why even now, in 2016, when we go out and take a run, we leel good. We get an endorphin surge and our lipids go down. Our hearts and brains become clear.
The life of sport and sport of life are interlinked. Exercise is our birthright; it's our legacy; it's why we are here.
We no longer have to lear saber-toothed tigers or cave bears. But when you look today at how people can be successful in 2016, it's by avoiding the predators in our urban life: overeating, inactivity, and smoking. And it's by rising to meet adversity.
(Adapted trom http://WNIN.medscape.comlviewarticle/866279)
Choose the correct statement according to the text.
 

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2543421 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Calcule o número de soluções inteiras não negativas de !$ x_1 + x_2 + x_3 + x_4 + x_5 + x_6 = 20 !$, nas quais pelo menos 3 incógnitas são nulas, e assinale a opção correta.
 

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2543403 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Se !$ A = lim_{x → 0} { \large \sqrt [3] {(x+3)^2} - \sqrt [3] {9} \over x} !$, !$ B = lim_{x → 0} { \large |x^2 - 2| - |x - 2| \over x} !$ e !$ C = lim_{x → 1} (x - 1)^9 sen({ \large 1 \over (x-1)^3}) !$, então o valor de !$ A^{3 \, B} - C !$ é igual a
 

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2543257 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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O dono do livro
Li outro dia um fato real narrado pelo escritor moçambicano Mia Couto. Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado.
Mas logo o menino mostrou o que tinha em mãos: um livro do próprio Mia Couto. Esse livro é seu? perguntou o menino. Sim, respondeu o escritor. Vim devolver. O garoto explicou que horas antes estava na rua quando viu uma moça com aquele livro nas mãos, cuja capa trazia a foto do autor.
O garoto reconheceu Mia Couto pelas fotos que já havia visto em jornais. Então perguntou para a moça: Esse livro é do Mia Couto? Ela respondeu: É. E o garoto mais que ligeiro tirou o livro das mãos dela e correu para a casa do escritor para fazer a boa ação de devolver a obra ao verdadeiro dono.
Uma história assim pode acontecer em qualquer país habitado por pessoas que ainda não estejam familiarizadas com os livros - aqui no Brasil, inclusive. De quem é o livro? A resposta não é a mesma de quando se pergunta: "Quem escreveu o livro?".
O autor é quem escreve, mas o livro é de quem lê, e isso de uma forma muito mais abrangente do que o conceito de propriedade privada - comprei, é meu. O livro é de quem lê mesmo quando foi retirado de uma biblioteca, mesmo que seja emprestado, mesmo que tenha sido encontrado num banco de praça.
O livro é de quem tem acesso às suas páginas e através delas consegue imaginar os personagens, os cenários, a voz e o jeito com que se movimentam. São do leitor as sensações provocadas, a tristeza, a euforia, o medo, o espanto, tudo o que é transmitido pelo autor, mas que reflete em quem lê de uma forma muito pessoal. E do leitor o prazer. E do leitor a identificação. E do leitor o aprendizado. É do leitor o livro.
Dias atrás gravei um comercial de rádio em prol do Instituto Estadual do Livro em que falo aos leitores exatamente isso: os meus livros são os seus livros. E são, de fato. Não existe livro sem leitor. Não existe. É um objeto fantasma que não serve pra nada.
Aquele garoto de Moçambique não vê assim. Para ele, o livro é de quem traz o nome estampado na capa, como se isso sinalizasse o direito de posse. Não tem ideia de como se dá o processo todo, possivelmente nunca entrou numa livraria, nem sabe o que é tiragem.
Mas, em seu desengano, teve a gentileza de tentar colocar as coisas em seu devido lugar, mesmo que para isso tenha roubado o livro de uma garota sem perceber.
Ela era a dona do livro. E deve ter ficado estupefata. Um fã do Mia Couto afanou seu exemplar. Não levou o celular, a carteira, só quis o livro. Um danado de um amante da literatura, deve ter pensado ela. Assim são as histórias escritas também pela vida, interpretadas a seu modo por cada dono.
(Martha Medeiros. JORNAL ZERO HORA - 06/11/11.1 Revista O Globo, 25 de novembro de 2012.)
Leia o trecho:
"Ele disse que certa vez chegou em casa no fim do dia, já havia anoitecido, quando um garoto humilde de 16 anos o esperava sentado no muro. O garoto estava com um dos braços para trás, o que perturbou o escritor, que imaginou que pudesse ser assaltado." (1°§)
Marque a opção em que as funções da palavra que estão corretamente indicadas, na ordem em que aparecem no trecho.
 

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2543218 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Marinha
Orgão: Escola Naval
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Se !$ a = \sqrt{3 + \sqrt{2}} !$ e !$ b = \sqrt{3 - \sqrt{2}} !$, seja k o determinante da matriz !$ \begin{bmatrix} 1 + a & 1 & 1 & 1 \\ 1 & 1 - a & 1 & 1 \\ 1 & 1 & 1 + b & 1 \\ 1 & 1 & 1 & 1 - b \end{bmatrix} !$, sendo assim, é correto afimar que o coeficiente de !$ x^{k-1} !$ no desenvolvimento de !$ \begin{pmatrix} 2 x + { \large 1 \over x^2} \end{pmatrix}^3 . \begin{pmatrix} x^2 + { \large 1 \over 2x} \end{pmatrix}^3 !$ é
 

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