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Sejam !$ f !$ e !$ g !$ duas funções reais tais que !$ g !$ é a inversa de !$ f !$. Se !$ f !$ [e definida como !$ f(x) = { \large e^x-e^{-x} \over e^x+e^{-x}} !$, calcule !$ e^{g ({ \large 1 \over 2})} !$ e assinale a opção correta.
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Analise a figura abaixo.

A figura mostra um pêndulo cônico no qual um pequeno objeto de massa m, preso à extremidade inferior de um fio, move-se em uma circunferência horizontal de raio R, com o módulo da velocidade constante. O fio tem comprimento L e massa desprezível. Sendo g a aceleração da gravidade e sabendo que a relação entre a tração T e o peso P do objeto é !$ T = 4P !$, qual o período do movimento?
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Which of the options completes the excerpt below correctly?
You're dehydrated - and your skin
Most of us tend to think of dehydration as a short term problem solved by a glass of water, but boardcertified dermatologist Or. Janet Prystowsky encourages viewing skin dehydration as a long-term problem, as consistently failing to get your skin the water it needs can have lasting results.
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Seja !$ f: \mathbb{R} \rightarrow \mathbb{R} !$. Assinale a opção que apresenta !$ f(x) !$ que torna a inclusão !$ f(A) \cap f(B) \subset f(A \cap B) !$ verdadeira para todo conjunto A e B, tais que !$ A, B \subset \mathbb{R} !$.
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Analise o gráfico abaixo.

Eu uma série de experiências, foi medido, para três valores do comprimento L, o período de oscilação correspondente a meio de onda estacionária entre as extremidades fixas de uma corda com densidade linear de massa 0,60 kg/m. Os resultados, representados no gráfico (linear) da figura acima, indicam que a tensão na corda, em newtons, em todas as experiências realizadas, foi igual a:
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Sejam !$ (a_n) !$, !$ (b_m) !$ e !$ (c_k) !$ três progressões geométricas de razão q e primeiro termo x. !$ (b_m) !$ tem o dobro de termos de !$ (a_n) !$, e !$ (c_k) !$ tem !$ { \large 3 \over 2} !$ termos de !$ (b_m) !$. Sabendo que a soma dos termos de !$ (a_n) !$ é igual a 10 e a soma dos termos de !$ (c_k) !$ é !$ { \large 42 \over 5} !$, assinale a opção que apresenta a diferença, em módulo, dos possíveis valores da soma dos termos de !$ (b_m) !$.
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Para pessoas de opinião
Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-Ia é considerado virtude. "- Fulano? É uma pessoa de opinião". É preciso força e decisão para "ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-Ias, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveladora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
Quem se reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamo-nos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestigio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série de ide ias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se lhe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-Ia e, assim, melhor conhecê-Ia.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à "nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-Ias ao crivo da permanência, do tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-Ia significativa, válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobilíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião ...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
Assinale a opção em que o valor semântico da oração destacada no trecho "Mas sem contrariar a força com que você defende suas próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-Ias [...]." (3°§) está corretamente apresentado.
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Para pessoas de opinião
Você me dirá que uma das coisas que mais preza é sua opinião. Prezá-Ia é considerado virtude. "- Fulano? É uma pessoa de opinião". É preciso força e decisão para "ter opinião". Não é fácil.
Você me dirá, ainda, do que é capaz de fazer para defender a própria opinião. Ter opinião é tão importante que há até um direito dos mais sagrados, o direito à opinião, ultimamente, aliás, bastante afetado, pois vivemos tempos de ampliação do delito de opinião. Ter opinião, em vez de ser considerado um estágio preliminar da convicção, passa a ser ameaçador.
Mas sem contrariar a força com que você defende as próprias opiniões e, sobretudo, defendendo o seu inalienável direito de tê-Ias, eu lhe proporei pensar sobre se a opinião é uma instância realmente profunda ou se é, tão-somente, uma das primeiras reações que se tem diante dos acontecimentos.
Será a opinião uma reação profunda ou superficial? Ouso afirmar que, quase sempre, é das mais superficiais.
Opinião é reação, e expressa um sentimento ou julgamento. Ao reagir, o sentimento realiza uma síntese do que e como somos. Esta síntese aparece na forma pela qual reagimos. A primeira reação é reveladora do sentimento com que julgamos a vida, o mundo, as pessoas. Quase sempre a opinião surge nessa etapa inicial, patamar superficial do nosso ser. Somos um repositório de primeiras impressões!
Pode-se, efetivamente, garantir que nossas opiniões são fruto de meditação? Ou de conhecimento sedimentado? Positivamente, não. Quem responder sinceramente, vai concluir que tem muito mais opiniões do que coisas que sabe ou conhece. Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida ou à evidência, e nenhuma dessas quatro instâncias tem a ver com a opinião.
Quem se reparar com cuidado, verificará o quanto é levado a opinar, vale dizer, reagir, sentir, julgar, diante dos variados temas. Somos um aluvião de opiniões. Defendemo-nos de analisar, tendo opinião; preservamo-nos do perigoso e trabalhoso mister de pensar, tendo logo uma opinião.
É mais fácil ter opinião do que dúvida. Opinião traz adeptos e dividendos pessoais de prestigio, respeitabilidade, aura de coragem ou heroísmo.
As opiniões são uma espécie de fabricação em série de ide ias sempre iguais, saídas do modelo pelo qual vemos o mundo, e nos faz enfocar a realidade segundo um eterno subjetivismo. Por isso a opinião quase nunca é o reflexo das variadas componentes do real. É eco a repetir a experiência anterior, diante de cada caso novo. A opinião nos defende da complexidade do real, logo, é maneira de impedir a criatividade do homem.
Na origem latina, opinar tem um sentido ambíguo. É muito mais conjecturar do que afirmar. A palavra chega a ter, nos seus vários sentidos, o de disfarçar. A origem do termo é mais fiel ao seu significado do que a tradução que hoje se lhe dá.
Opinar não significa saber nem conhecer. Opinar significa ter uma opinião a respeito de algo, isto é, uma impressão sujeita a retificações, a correções, a mudanças permanentes. O sentido essencial de opinar é conjecturar, ou seja, supor uma realidade para poder discuti-Ia e, assim, melhor conhecê-Ia.
No entanto, nos ofendemos se contrariam a nossa opinião; vivemos em busca do respeito à "nossa opinião". E, mais grave e frequente, vivemos a sofrer por causa da opinião ou de opiniões dos outros sem saber que a opinião de alguém é o resultado das manifestações (reações) mais superficiais e fáceis do seu espírito.
A opinião é instância superficial, exercício de dúvida e de conhecimento disfarçado em certeza ou afirmação, uma conjetura em forma de assertiva. É mais a expressão de um sentimento do que a conciliação deste com o conhecimento e a verdade. A partir do momento em que sabemos de tudo isso, temos obrigatoriamente que deixar de dar tanta importância à opinião alheia e à própria. É preciso, sempre, submetê-Ias ao crivo da permanência, do tempo, da análise, do conhecimento, da vivência, da experimentação em situações diferentes, em estados de espírito diversos, para, só então, considerá-Ia significativa, válida, profunda.
Qual de nós está disposto a aceitar que a própria opinião, embora válida e respeitável, é uma forma superficial de manifestação? Quem está disposto a se dar ao trabalho de atribuir à opinião sua verdadeira função, que é nobilíssima: a de ser trânsito, passagem, via, para a Convicção, para a Análise, para Dúvida e para a Evidência - os quatro elementos que compõem a verdade?
Esta é a minha opinião ...
TÁVOLA, Artur da. Alguém que já não fui. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
No trecho "Qualquer conhecimento profundo não leva à opinião; leva à análise, à convicção, à dúvida [ ... ]." (6°§), embora as orações sejam assindéticas, há uma relação de sentido entre elas. Assinale a opção em que essa relação está corretamente indicada.
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Analise a figura abaixo.

Conforme indica a figura acima, uma bolha de hélio sofre um deslocamento vertical na água, do ponto A até o ponto B, onde !$ \overline{AB} = 10m !$. Sabendo que a razão !$ (v_B/v_A) !$entre os volumes é dobro da razão !$ (T_B/ T_A) !$ entre as temperaturas. Qual a pressão, em pascal, no ponto B?
Dado: massa específica da água 10³kg/m³ e g=10m/s²
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HNSA Ships
HMS Nordkaparen
This submarine was built at Kockums Mekaniska Verkstad in Malmo. The Oragon-class submarine was delivered in 1962 and differed from earlier boats primarily in that her aft part is streamlined and fitted with a rudder in the longitudinal form of a cross. Her single propeller is less noisy than the earlier twin propellers. A wire guided system steers her torpedoes, and a novel system of storage in a revolving device in her forward compartment simplifies and shortens the time for recharging her tubes. Her original equipment included radar, snorkel ventilation and a crane on her foredeck for recovering dummy torpe does used in training.
Kalmaesund (M13).
The minelayer Kalmarsund, M 13, was built at Orlogsvarvet in Stockholm in 1953. M13 was used in Karlskrona for repairs and maintenance of the Swedish Coast Oefence minefields, and for training of officers and conscripts in navigation and mine service. In 1992 she was refitled at Oskarshamn naval yard when, for instance, the mine storage was converted into crew's quarters. In 2001 she was transferred to Gothenburg. Her main task was to serve as a support-and-quartering ship for the regiment.
HMS Smaland
The largest destroyer ship in Scandinavia preserved in a museum, HMS Smaland was launched in 1952 at Eriksberg's Mekaniska Verkstad in Goteborg, and delivered to the Royal Swedish Navy in 1956. Before the destroyer was decommissioned in 1979, she had been modernized three times. On delivery, she and her sister vessel, HMS Halland were the first destroyers armed with surface to surface marine missiles. Her propulsion machinery comprises 29,000 hp steam turbines, each driving a propeller. She may be said to be the result of the 80-year development of destroyers.
(Abridged Irom http://www.hnsa.org/hnsa-ships)
According to the text, which option is correct?
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Cadernos
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