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De acordo com o previsto no Regulamento Interno dos Serviços Gerais (RISG), assinale as alternativas abaixo com “V” para verdadeiro e “F” para falso.
( ) As férias subordinam-se às exigências do serviço devendo, para isso, ser estabelecido um plano de férias visando a não apresentar solução de continuidade à administração, bem como a não perturbar a execução dos programas de instrução.
( ) O trânsito tem início no dia imediato à data do desligamento do militar da OM,devendo este seguir destino durante o seu transcurso ou no dia imediato ao seu término.
( ) O controle semanal de material bélico, particularmente o de armamento, munição e explosivo, constitui-se na série de medidas implementadas pela unidade para verificar, rigorosamente, as quantidades, o destino e a segurança requerida do material em tela.
( ) Somente o Cmt SU realiza pessoalmente as revistas diárias do armamento sob sua responsabilidade.
De acordo com suas respostas de “V” ou “F”, marque a única alternativa que representa a sequência correta:
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Para satirizar a situação vivida por Sr. Joaquim, o texto III utiliza o vocábulo "saiu", cuja transitividade nesse texto é:
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O texto a seguir é uma reportagem publicada pelo site Carta Capital analisando a temática da Reforma da Previdência Social no Brasil em 2016.
Reforma da Previdência proposta é restrição de direitos básicos.
Por Débora Melo.
Economista defende reforma tributária e volta da CPMF para criação de fundo previdenciário e diz que debate ignora questões éticas e sociais.
O governo federal deve enviar ainda neste semestre uma proposta de reforma da Previdência social ao Congresso Nacional. Diante do processo de envelhecimento da população brasileira, o tema tem ganhado destaque nos discursos da presidenta Dilma Rousseff e do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa. Projeções da Previdência Social apontam que a população idosa irá triplicar em 45 anos no Brasil, passando de 11,7% em 2015 para 33,7% em 2060.
Diante de uma conjuntura que envolve menos contribuintes, mais beneficiários e benefícios de duração maiores devido ao aumento da expectativa de vida, o governo estuda propostas como a unificação de todos os regimes de aposentadoria a partir de uma idade mínima e até mesmo a desvinculação dos benefícios do salário mínimo.
O economista Guilherme Costa Delgado , que coordenou a área previdenciária do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e integrou o Conselho Nacional de Previdência Social, se diz contra essas propostas.
Em entrevista à Carta Capital, Delgado afirma que o aumento da despesa previdenciária deve ser resolvido com a criação de novas fontes de recursos, o que incluiria uma reforma tributária, e não com a redução de direitos conquistados. "Precisamos fazer sempre uma distinção entre a ética previdenciária e a questão fiscal. A reforma da Previdência não pode se limitar à questão fiscal", diz Delgado, doutor em economia pela UNICAMP.
Leia os principais trechos da entrevista:
CartaCapital: O Brasil precisa mesmo de uma reforma da Previdência?
Guilherme Delegado: A resposta a essa pergunta é um sim e um não ao mesmo tempo. O regime geral de Previdência Social, passou, nos últimos 15 anos, por um processo e incorporação muito importante de novos segurados, por conta do emprego formal, que cresceu, e também dos benefícios que foram sendo incorporados a certas categorias informais. Então, vai chegar o momento em que a despesa desse sistema vai crescer, por esse maior acesso ao seguro social e também pelo fator longevidade.
Um sistema como esse precisa ter provisões de recursos para atender a essas situações de exacerbação da despesa de longo prazo, porque as fontes convencionais são insuficientes. Isso é previsível e não tem nenhum segredo. Nesse sentido, precisamos de uma reforma? Sim, precisamos.
CC: Que reforma seria essa?
GD: Essa reforma foi antecipada no governo tucano [de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), quando se estabeleceu a necessidade de criar um fundo de reserva na Previdência para atender benefícios futuros. Isso foi uma emenda constitucional, a emenda 20, de 1998, que ficou como o último artigo da Constituição, artigo 250. Mas a lei jamais foi regulamentada. Ninguém mexeu no assunto, nem os tucanos, nem os petistas. Só voltam a pensar nisso quando há uma crise de conjuntura.
CC: O dinheiro do fundo sairia de onde?
GD: É preciso criar fontes novas de arrecadação, provavelmente fontes tributárias. No curto prazo, a aprovação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é uma opção para acudir o sistema. Não é um imposto perfeito, mas não existe imposto perfeito. Na atual conjuntura, a CPMF será integralmente gasta com a necessidade de financiamento corrente. Quando a arrecadação previdenciária começou a cair, em 2012, nós não estávamos em recessão. Mas a presidente Dilma resolveu, nesse período, produzir a mágica da desoneração previdenciária, desonerar a contribuição patronal. Então a receita começou a cair.
CC: E no longo prazo, de onde viriam os recursos?
GD: Do ponto de vista de longo prazo, é preciso outra fonte de recursos, de caráter mais progressivo. Precisamos de uma minirreforma tributária, com impostos incidentes sobre o topo da pirâmide, para a finalidade previdenciária. O sistema empresarial é muito mal tributado no Brasil, e é preciso enfrentar essa questão. Isso inclui taxação de fortunas e novas alíquotas do Imposto de Renda. Nossas alíquotas param em 27,5%. Países liberais como Estados Unidos e Inglaterra têm um topo de tributação na faixa de 40%, 50%.
Quando eu digo minirreforma, é para efeitos previdenciários. Precisamos de uma reforma tributária ampla, mas isso é outro assunto. O que não podemos é abandonar a ideia da justiça tributária. Mas não é essa a visão da “pátria financeira”, que está interessada em produzir superávit primário a qualquer custo para atender o serviço da dívida, sem discutir questões éticas, de justiça tributária e de justiça previdenciária.
CC: É por isso que o senhor também diz 'não' à reforma da Previdência?
GD: O que está sendo proposto, com um verdadeiro consenso da mídia e dos setores conservadores, é a restrição de direitos básicos para atender às exigências de financiamento da Previdência. Querem afetar diretamente a vinculação do salário mínimo com os benefícios previdenciários. É isso que o ex ministro Delfim Netto, que também é colunista de Carta Capital, propõe como salvação da pátria e é o que foi antecipado no programa do PMDB, “Uma ponte para o futuro”, meses atrás. Mas está na Constituição que nenhum benefício da Previdência Social será inferior a um salário mínimo.
O salário mínimo passou por um processo de valorização e, pelo critério constitucional, essa valorização passou para o benefício previdenciário. Em uma situação de incerteza como temos atualmente, a quebra desses benefícios básicos piora o construção social.
Infelizmente, a presidente da República está embarcando nisso. Talvez seja essa a fatura que o sistema está apresentando para não insistir na tese do impeachment: já que não sai impeachment, está aqui a nossa fatura de mudança do estado de bem-estar social básico. (...)
CC: O que o senhor acha das propostas em discussão?
GD: Outra força presente no discurso conservador é a unificação de todas as idades para efeito de percepção de benefício previdenciário. Ou seja, querem aumentar a idade, nivelar pelo alto para que não haja distinções entre rural ou urbano, homem ou mulher. Estariam todos no topo da idade de aposentadoria, que é de 65 anos.
Na previdência rural, 99% das aposentadorias são de um salário mínimo. E a previdência rural tem características muito peculiares, as pessoas trabalham no regime de economia familiar desde crianças. E a atividade rural é informal, sujeita a muitos riscos e com uma jornada de trabalho muito diferente do setor formal.
Além disso, ao mexer na regra do salário mínimo, a tese conservadora afeta as aposentadorias assistenciais, da Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), que tem cerca de 4 milhões de aposentadorias por idade e por invalidez. Então o sistema quer resolver a situação com a restrição de direitos básicos, marcadamente aposentadorias de salário mínimo. Isso afeta a base da pirâmide, o pessoal mais pobre. Não é essa a reforma da Previdência que nós precisamos. (...)
(Fonte: www.cartacapital.com.br/ acessado em: 24.02.2017)


Os textos I, II e III realizam, à sua maneira, críticas positivas/negativas ao processo socioeconômico denominado "Reforma da Previdência Social". Apesar de suas diferenças discursivas , um ponto em comum é:
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Nas alternativas abaixo, assinale com “V”, para verdadeiro ou “F”, para falso.
O cancelamento dos registros de punição disciplinar pode ser concedido ao militar que o requerer, desde que satisfaça às condições abaixo.
( ) Ter o requerente bons serviços prestados, comprovados pela análise de suas alterações.
( ) Não ser a transgressão, objeto da punição, atentatória à honra pessoal, ao pundonor militar ou ao decoro da classe.
( ) Ter o requerente conceito favorável de seu comandante.
( ) Ter o requerente completado, sem qualquer punição, seis anos de efetivo serviço, a contar do cumprimento da punição de repreensão ou detenção disciplinar a cancelar.
De acordo com suas respostas de “V” ou “F”, marque a única alternativa que representa a sequência correta:
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Associe os termos abaixo com os seus respectivos conceitos.
(1) Ato Administrativo ( ) Órgão técnico normativo incumbido de superintender as atividades ligadas ao suprimento , à manutenção e ao controle específico de materiais de interesse do Exército, colocados sob sua gestão.
(2) Fato Administrativo ( ) Órgão incumbido da execução das atividades de suprimento, manutenção e controle de materiais de interesse do Exército.
(3) Órgão Gestor ( ) Providência de ordem geral, praticada por um agente visando à boa marcha da administração e da qual não decorre alteração no patrimônio (propostas de orçamentos, licitações, planos internos de trabalho, tomadas de contas etc.).
(4) Órgão Provedor ( ) Providência praticada por um agente e da qual decorre alteração no patrimônio (aquisições ou vendas, recebimentos ou fornecimentos, cargas ou descargas etc.).
Assinale a única alternativa que contém a sequência correta:
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Associe os termos abaixo com os seus respectivos conceitos.
(1) Encargos ( ) Faculdades inerentes a um cargo, dentro dos limites da legislação específica.
(2) Cargo ( ) Posição de um agente especificada na estrutura organizacional de uma Organização Militar, com atribuições, deveres e responsabilidades definidas.
(3) Função ( ) Obrigações cometidas a um agente que, pela sua generalidade, peculiaridade, duração, vulto ou natureza, não são catalogadas nas estruturas organizacionais das OM ou em outros diplomas legais.
(4) Agentes da Administração ( ) Todo agente que participa da administração do patrimônio público.
(5) Atribuições ( ) Exercício das atribuições, deveres e responsabilidades inerentes a um cargo.
Assinale a única alternativa que contém a sequência correta:
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Nas alternativas abaixo, assinale com "V", para verdadeiro ou "F" , para falso.
( ) Os prazos para a passagem de material, transmissão de encargos e de valores são de até 20 (vinte) dias úteis para o Encarregado do Setor de Material.
( ) Os prazos para a passagem de material, transmissão de encargos e de valores são de até 4 dias corridos para o Encarregado do Setor de Finanças.
( ) Os prazos para a passagem de material,,transmissão de encargos e de valores são de até 8 (oito) dias corridos para o Fiscal Administrativo.
( ) Os prazos para a passagem de material , transmissão de encargos e de valores são de até 8 dias úteis para o Encarregado do Setor de Aprovisionamento .
De acordo com suas respostas de "V'' ou "F'', marque a única alternativa que representa a sequência correta:
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“Durante duas décadas, a produção de automóveis no Brasil concentrou-se, exclusivamente na grande São Paulo. Em 1975, a FIAT inaugurou uma fábrica nos arredores de Belo Horizonte, mas a descentralização começou de fato na década de 1990.” (Magnolli, 2012) De acordo com Magnolli (2012), os investimentos da indústria automobilística, a partir da década de 1990, dirigiram-se, principalmente, às seguintes unidades da federação:
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Compete ao primeiro-sargento ajudante:
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Sobre dependentes de militar assinale ''V'', de verdadeiro, para os que são considerados dependentes e ''F'', de falso, para os que não são considerados dependentes.
( ) A esposa
( ) A mãe viúva, mesmo remunerada. .
( ) A ex-esposa com direito à pensão alimentícia estabelecida por sentença transitada em julgado. mesmo contraindo novo patrimônio.
( ) a filha casada, desde que não receba remuneração.
( ) o filho estudante, menor de 24 (vinte e quatro) anos, desde que não receba remuneração.
De acordo com sua resposta de ''V'' ou ''F'', marque a alternativa que representa a sequência correta,
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