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Você atende no consultório uma jovem de 27 anos, atendente de telemarketing, em consulta de retorno. Ela foi diagnosticada com Transtorno de Ansiedade Generalizada, sendo prescrito Amitriptilina 25mg/dia e encaminhada para Terapia Cognitivo-Comportamental. Informa que após 10 semanas de tratamento efetivo não vem tendo melhora, seu apetite aumentou, com aumento de 4 kg de peso corporal, e passou a apresentar crises de pânico associado. Diante disto, qual a conduta com o caso:
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Você está no consultório da UBS e recebe J.L.M., 62 anos, feminino, aposentada informando a você que iniciou há 2 meses quadro de sentimento de culpa, perda de interesse em realizar suas atividades de vida diária, não vem se alimentando como o fazia habitualmente, o que a fez perder 4 Kg, sente apenas vontade de dormir o dia inteiro como se tivesse perdido a energia, não consegue se concentrar, perdendo o foco em conversar e outras atividades, não quer mais sair com suas amigas, nem participar de eventos sociais. Não tem antecedentes patológicos, não faz uso de nenhuma medicação. Traz consigo exames laboratoriais solicitados por outro médico, como TSH, T4, hemograma completo, uréia, creatinina, TGO, TGP, vitamina B12, ácido fólico e glicemia que estão normais. Diante do quadro, qual a conduta a ser iniciada, como tratamento farmacológico de primeira linha:
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Adicionalmente a prednisona e broncodilatadores, qual dos seguintes tratamentos é mais apropriado para um homem de 51 anos com doença pulmonar obstrutiva crônica que desenvolve uma exacerbação aguda por influenza e cuja radiografia de tórax apresenta sem opacidade focal?
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Qual é o diagnóstico mais provável em uma jovem estudante de 19 anos que se apresenta com sintomas persistentes de queixas somáticas em múltiplos órgãos e sistemas, resultando em problemas sociais e acadêmicos que não são explicados pelas suas condições médicas?
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Mulher de 59 anos se apresenta na emergência com exacerbação grave da asma e concomitante infarto miocárdio sem supra do segmento ST com alteração isquêmica no eletrocardiograma. Em domicílio estava fazendo uso de albuterol vez a cada hora sem melhora dos sintomas. Na admissão apresentava-se dispneica, taquicárdica e discreta elevação da troponina. Recebeu oxigênio e aspirina, mantiveram a estatina que tomava habitualmente. Em relação ao cuidado nesse caso, qual seria o próximo passo?
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Homem de 45 anos de idade em estágio 3 de doença renal crônica, tomando lisinopril para hipertensão arterial e insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida. Vem a consulta de seguimento com edema pretibial e persistente discreta hipercalemia – 5,4 mEq/l (normal: 3,5-5,0), a despeito da dieta com restrição de potássio e em uso de 40 mg de furosemida uma vez ao dia. Sua creatina é de 1,5 mg/dl, seu nível basal é de 1,4 mg/dl (normal: 0,6-1,1). Qual dos seguintes passos seria mais apropriado no manejo da hipercalemia desse paciente?
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Homem de 45 anos de idade, agricultor, sem comorbidades, deu entrada no pronto-socorro com quadro que se iniciou há 3 horas de náuseas, vômitos, diarreia, agitação psicomotora, broncorreia, bradicardia (42 batimentos por minuto), taquidispneia, saturando 90% em ar ambiente. Durante a avaliação neurológica, nota-se que as pupilas estavam isocóricas e mióticas. Antes de extrair dados da história clínica com a esposa do paciente, ele evolui com crise convulsiva, necessitando de intubação orotraqueal após controle medicamentoso da descompensação neurológica. Além das medidas de suporte hemodinâmico iniciais, seria recomendado inicialmente:
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Homem de 56 anos portador de neoplasia de próstata com metástase óssea, em tratamento com terapia de privação androgênica e, para dores lombares, vem em uso de meloxicam 15 mg diariamente e dipirona 1 g de 6/6 horas, sem outras comorbidades. Vinha em uso controlado da doença de base e do quadro álgico quando deu entrada no pronto-socorro com forte dor abdominal em queimação, sudorese fria, taquisfigmia, pressão arterial na admissão de 104/60 mmHg, consciente e agitado. No exame físico do abdome nota-se defesa difusa a palpação superficial, ruídos hidroaéreos ausentes e hipertimpanismo no espaço de Traube e na loja hepática. Demais sistemas sem alterações no exame físico e eletrocardiograma normal. Diante das alternativas, qual seria sua próxima conduta?
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Um homem de 60 anos com história de insuficiência adrenal, tratado com hidrocortisona e fludrocortisona 0,05 mg cinco vezes por semana, hipertensão arterial tratada com clortalidona e depressão tratada com citalopram, apresenta-se ao pronto-socorro com vômitos e tontura do tipo “escurecimento da visão”. Vinha tendo taquicardia ortostática, sódio sérico de 125 mEq/l (normal: 136-145), cálcio sérico de 12,5 mEq/l (normal: 9-10,5) e uma creatinina sérica de 1,4 mg/dl (normal: 0,6-1,1). No estudo da urina nota-se uma osmolaridade urinária de 830 mOsm/kg e indetectável concentração de sódio, na radiografia de tórax apresenta um nódulo pulmonar de 1,2 cm. Além de suspender a clortalidona e iniciar uma dose adicional de glicocorticoide, qual dos seguintes passos seriam mais apropriados no manejo inicial desse caso?
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Homem de 70 anos com antecedentes de insuficiência cardíaca e doença arterial coronária com diagnóstico de taquicardia ventricular não sustentada. Há 30 dias, foi submetido a implante de um cardiodesfibrilador implantável (CDI) e iniciado amiodarona. Vem para consulta queixando-se de fadiga, palpitações, edema e ganho de três quilos. O CDI foi analisado e demonstrou frequentes taquicardias ventriculares não sustentáveis. Nos exames laboratoriais revelaram nível de tiroxina livre de 2,0 ng/dl (normal: 0,8-1,8), nível total de triiodotironina (T3) de 55 ng/dl (normal: 60-181) e nível do hormônio estimulador da tireoide de 4,3 μU/ml (normal: 0,5-4,7). Qual dos seguintes passos seria mais apropriado no manejo da anormalidade da função tireoideana?
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