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Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm3, linfócitos = 880/mm3 e plaquetas = 120 mil/mm3.
Em caso de evolução com piora importante do paciente do caso clínico com choque da dengue, a conduta adequada nas primeiras horas do choque deve ser
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Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm3, linfócitos = 880/mm3 e plaquetas = 120 mil/mm3.
Em caso de reavaliação do paciente do caso clínico com confirmação de dengue, deve ser considerado sinal de alarme no exame físico o (a)
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Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm3, linfócitos = 880/mm3 e plaquetas = 120 mil/mm3.
Após receber antitérmico e hidratação inicial, o ambiente mais adequado para o seguimento do tratamento desse paciente é o (a)
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Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm3, linfócitos = 880/mm3 e plaquetas = 120 mil/mm3.
Quanto à classificação de risco, como o paciente do caso clínico deve ser classificado no momento?
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Um paciente de 45 anos de idade com 80 Kg, sem comorbidades prévias, residente no Paranoá-DF, compareceu ao pronto-socorro com febre de início abrupto há 2 dias, cefaleia intensa, mialgia, e dor retro-ocular. Quando questionado ativamente, negou outros sintomas. Ao exame, apresentou-se febril (39 °C), com taquicardia (110 bpm) e com FR = 18 irpm, PA = 135 mmHg x 85 mmHg e SatO2 = 97% ao ar ambiente e, prova do laço positiva, sem outras alterações. O Hemograma evidenciou: hemoglobina = 15 g%, hematócrito = 45%, leucócitos = 4200/mm3, linfócitos = 880/mm3 e plaquetas = 120 mil/mm3.
Qual é o exame considerado adequado para confirmação laboratorial do diagnóstico de dengue no caso clínico apresentado?
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Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
O diagnóstico do caso clínico é fator de risco para qual tipo de câncer de esôfago?
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Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Qual outra opção de tratamento deve ser considerada para esse paciente, em caso de refratariedade ao tratamento inicial?
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Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Qual achado endoscópico seria considerado de maior risco para câncer de esôfago no caso apresentado?
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Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Qual é a terapia farmacológica inicial recomendada para o tratamento da DRGE nesse paciente?
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Um homem de 58 anos de idade com histórico de obesidade, tabagismo e consumo regular de alimentos picantes e gordurosos, apresentou queixas de queimação retroesternal e regurgitação ácida há 6 meses. relatou que evita deitar-se até três horas após as refeições e ter disfagia ocasional. Disse que, apesar de tentar antiácidos de venda livre, seu desconforto persiste, afetando sua qualidade de vida e sono. Ao exame físico, não houve achados significativos. Uma endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva moderada e hérnia de hiato de 2 cm. A manometria esofágica demonstrou função esofágica normal e a pHmetria de 24 horas revelou uma média de pH esofágico inferior a 4 durante 10% do tempo. O paciente foi diagnosticado com doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).
Assinale a alternativa que apresenta medidas que são consideradas tratamentos não farmacológicos adequados para o caso clínico:
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