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Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa, sensação de bem-estar classificada como péssima, associada a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR = 22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e sensível à palpação profunda, além de presença de massas palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL, hematócrio = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
Em caso de sucesso na indução de remissão, qual é o tratamento de escolha para manutenção de remissão da doença de Crohn do citado paciente?
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Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa, sensação de bem-estar classificada como péssima, associada a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR = 22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e sensível à palpação profunda, além de presença de massas palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL, hematócrio = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
Qual é o tratamento de escolha para indução de remissão da doença de Crohn do paciente descrito?
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Um paciente de 42 anos de idade, com antecedentes de doença de Crohn diagnosticada há 10 anos, apresentou-se ao pronto-socorro com queixa de dor abdominal muito intensa, sensação de bem-estar classificada como péssima, associada a diarreia sanguinolenta, oito episódios por dia na última semana, mesmo em uso de medicação antidiarreica, e perda de peso progressiva. Ele relatou múltiplas internações prévias por causa de episódios de obstrução intestinal e abscessos intra-abdominais. Ao exame físico, foram verificados PA = 100 mmHg x 70 mmHg, FC = 99 bpm, SatO2 = 98% e FR = 22 irpm. Evidenciou-se palidez cutânea, abdome distendido e sensível à palpação profunda, além de presença de massas palpáveis na região abdominal. Os exames laboratoriais revelaram anemia com hemoglobina = 9,8 g/dL, hematócrio = 29%, leucocitose = 13.500/mm³ e elevação da proteína C reativa (PCR) = 38 mg/L.
Considerando a avaliação clínica geral, o índice de atividade da doença de Crohn e o índice de Harvey Bradshaw, o presente episódio de exacerbação da doença de Crohn deve ser considerado
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Após falha de outras drogas modificadoras de doença (DMARD) convencionais, discussão com a paciente e existindo disponibilidade, qual seria considerado o imunobiológico de escolha para o tratamento da artrite reumatoide?
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Além do metotrexato, qual outro fármaco que é considerado uma droga modificadora de doença (DMARD) convencional da artrite reumatoide e que é opção para o tratamento dessa paciente?
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
No que se refere à artrite reumatoide, qual o local mais típico de ser acometido pelas erosões ósseas descritas nas radiografias?
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Com relação à dosagem do fator reumatoide no diagnóstico e estratificação do prognóstico da artrite reumatoide, a presença de fator reumatoide positivo
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Uma paciente de 38 anos de idade, com histórico de artrite reumatoide diagnosticada há 5 anos, em tratamento com metotrexato, apresenta-se no consultório com queixa de dor articular persistente e rigidez matinal nas mãos e punhos há seis semanas, apesar da terapia em curso. Relata também episódios recentes de febre baixa e fadiga intensa. Ao exame físico, observa-se aumento de volume em articulações interfalangianas proximais e metacarpofalângeas, com sinais de sinovite, além de presença de nódulos reumatoides subcutâneos. Os exames laboratoriais revelam aumento dos marcadores inflamatórios, como PCR e VHS. Radiografias demonstram erosões ósseas características da artrite reumatoide. Diante do quadro clínico e considerando os exames laboratoriais, suspeita-se de atividade inflamatória persistente e conclui-se que a paciente necessita de ajuste terapêutico.
Com base nesse caso clínico, assinale a alternativa que indica o sintoma que essa paciente mantém como queixa e também é considerado critério diagnóstico de artrite reumatoide.
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Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Qual seria a terapêutica de manutenção mais adequada para esse paciente após a alta hospitalar?
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Um paciente de 60 anos de idade, ex-fumante, com história de 40 anos de tabagismo cerca de dois maços por dia, apresenta-se ao pronto-socorro com queixa de dispneia progressiva e tosse crônica há mais de dois anos. Relata episódios frequentes de exacerbações, com aumento da tosse produtiva e dispneia novamente há três dias, faz uso de broncodilatador de longa duração que não lembra o nome há alguns meses. Ao exame físico, observa-se uso de musculatura acessória, FR = 30 irpm, SatO2 = 89%, FC = 100 bpm, PA = 140 mmHg x 90 mmHg. Ausculta pulmonar revela sibilos difusos com diminuição dos murmúrios vesiculares. Radiografia de tórax evidencia hiperinsuflação pulmonar com achatamento do diafragma. O paciente é encaminhado para internação e acolheu-se gasometria arterial com o seguinte resultado: pH = 7,32, PaO2 = 58 mmHg, PaCO2 = 60 mmHg, HCO3 = 30 mEq/L, SatO2 = 88%.
Assinale a alternativa que apresenta a abordagem mais adequada para prevenir exacerbações agudas de DPOC em pacientes com história prévia de múltiplas internações.
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