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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
Considerando que o AVE isquêmico tenha sido de etiologia aterotrombótica, há indicação de profilaxia secundária com
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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
Na investigação da causa do AVE isquêmico, deve-se solicitar o (a)
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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
No que se refere ao AVE isquêmico e ao tratamento do paciente, assinale a alternativa correta.
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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
A respeito da confirmação diagnóstica do AVE, assinale a alternativa correta.
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Um paciente 67 de anos de idade, hipertenso e diabético em acompanhamento irregular, com história de acidente vascular encefálico isquêmico há dois anos, sem sequelas, foi levado ao pronto-socorro pela filha, com quadro de perda de força em dimídio direito associada a afasia e alteração da mímica facial. A acompanhante referiu que o paciente foi dormir, na noite anterior, sem nenhum, deficit ou queixa, e quando acordou no dia seguinte, às 8 h, apresentava-se da forma descrita.
Considerando a suspeita de acidente vascular encefálico (AVE), assinale a alternativa correta.
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Durante um plantão como clínico na sala vermelha, o médico foi chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente arresponsivo sob suspeita de estar em parada cardiorrespiratória.
Na análise de ritmo cardíaco, o clínico não percebia pulso e eram identificadas sístoles e repolarizações normais no monitor. Esse caso trata-se de
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Durante um plantão como clínico na sala vermelha, o médico foi chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente arresponsivo sob suspeita de estar em parada cardiorrespiratória.
Durante a reanimação do paciente, a primeira droga que deve ser utilizada
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Durante um plantão como clínico na sala vermelha, o médico foi chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente arresponsivo sob suspeita de estar em parada cardiorrespiratória.
Diagnosticada a parada cardiorrespiratória, a fim de se iniciar as manobras de reanimação, deve-se
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Durante um plantão como clínico na sala vermelha, o médico foi chamado pela equipe de enfermagem para avaliar um paciente arresponsivo sob suspeita de estar em parada cardiorrespiratória.
A parada cardiorrespiratória deve ser confirmada por meio da
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Um paciente de 72 anos de idade, hipertenso e diabético, em uso regular de valsartana e indapamida, foi internado para preparo hospitalar de colonoscopia, com o fim de rastrear câncer colorretal. No dia seguinte à internação, cerca de uma hora antes do horário agendado para o exame, apresentou febre de 39 ºC, sendo acionada a equipe de plantão. A cuidadora referiu que o paciente vinha apresentando, nas últimas 24 horas, quadro de tosse com expectoração purulenta. Na avaliação do plantonista, o paciente encontra-se hiporresponsivo, com FR = 32 irpm, SatO2 = 87% em ar ambiente, FC = 135 bpm, PA = 110 mmHg x 75 mmHg e tempo de enchimento capilar de 4 segundos. O médico solicitou a transferência do paciente para a unidade de terapia intensiva, por suspeita de sepse de foco pulmonar.
Quanto à etiologia do quadro séptico e ao tratamento indicado, é correto afirmar que trata-se de pneumonia
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