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Foram encontradas 50 questões.

1356683 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Quanto à atuação do psicólogo na equipe de cuidados básicos à saúde é correto afirmar que:
I. O trabalho deve ocorrer numa perspectiva interdisciplinar com ênfase para o caráter preventivo e não apenas curativo centrado na doença.
II. A formação do psicólogo tradicionalmente tem preparado este profissional para atuar na atenção básica pois o modelo de atendimento é praticamente o mesmo das clínicas convencionais, mudando apenas o ambiente no qual ele se dá.
III. A ênfase será na saúde individual pois a saúde coletiva já é priorizada nos níveis de média e alta complexidade do SUS.
IV. Sua atuação deve estar baseada na escuta compreensiva, pois o diagnóstico e os encaminhamentos exigem uma estrutura mais complexa de atendimento.
A alternativa que contém toda as afirmativas corretas é:
 

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1356259 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
O conceito de “complexo de inferioridade” é bastante popular em Psicologia. Este complexo teria origem no sentimento de dependência da criança em relação aos pais nos primeiros anos do desenvolvimento infantil e resultaria em sentimentos inconscientes de superioridade cujo objetivo seria superar as emoções perturbadoras por ela experimentadas. Este conceito é parte importante da Teoria da Personalidade de:
 

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1337198 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Juliana, 28 anos, apresenta desregulação e instabilidade emocional, sendo comum a vivência de episódios depressivos, assim como ansiedade e irritabilidade. Demonstra perturbação da identidade através de instabilidade acentuada e resistente da auto-imagem ou do sentimento de self. Seu padrão comportamental é marcado pela tendência à impulsividade, assim como pela tendência a direcionar comportamentos destrutivos a si mesma, causando lesões em seu corpo e possuindo um histórico de tentativas de suicídio. Em seus relacionamentos demonstra dificuldades, tornando-os caóticos, temendo ser abandonada por pessoas significativas para ela. Já teve episódio de ideação paranoide transitória em momentos de intenso estresse. Tem ainda dificuldade em lidar com a raiva e sua expressão, havendo demonstrações frequentes de irritação, às vezes direcionadas ao seu terapeuta.
Neste caso hipotético, o quadro de Juliana a encaixa no transtorno de personalidade:
 

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1322801 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
O psicólogo, ao proceder à seleção de pessoal, precisa avaliar o perfil do candidato. Possuir um perfil correspondente aos atributos do cargo pretendido é importante para que uma pessoa desenvolva com sucesso um determinado trabalho. Desta forma, pode-se destacar pelo menos 4 aspectos os quais devem ser levados em conta no processo de seleção: 1) aquilo que uma pessoa sabe sobre seu próprio trabalho, 2) aquilo que uma pessoa é capaz de realizar no trabalho, 3) o potencial de uma pessoa para desempenhar ou aprender tarefas e 4) peculiaridades como interesses, força física, experiência anterior etc.
Estas características correspondem, respectivamente, à:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
O adjetivo destacado em “A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.” (2º parágrafo) pode ser substituído, mantendo o mesmo sentido pretendido pelo autor, por:
 

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1316352 Ano: 2013
Disciplina: Direito Penal
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
De acordo com o Estatuto do Idoso, aquele que “expor a perigo a integridade e a saúde física ou psíquica do idoso, submetendo-o a condições desumanas ou degradantes ou privando-o de alimentos e cuidados indispensáveis, quando obrigado a fazê-lo, ou sujeitando-o a trabalho excessivo ou inadequado”, está sujeito a:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
Nos termos em destaque em “André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos [...]“, foi empregada a regência do verbo em completo acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Assinale a alternativa em que a regência verbal esteja de acordo com a norma-padrão.
 

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As autarquias, que têm função de regular a atuação do setor privado prestadores de serviços públicos, foram criadas sob regime especial, que compreende basicamente:
 

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1298770 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
A dificuldade de identificar sentimentos e diferenciá-los de sensações corporais, assim como a dificuldade de falar das próprias emoções e a tendência a ter um estilo de pensamento orientado para o mundo externo é denominada de:
 

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De acordo com as determinações da Lei Complementar Nº 101/2000, é correto afirmar que:
 

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