Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2546371 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
A Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1.638/2002, determina a responsabilidade pela guarda dos prontuários, com EXCEÇAO de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2546351 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No terceiro parágrafo, o emprego dos dois-pontos estabelece o seguinte sentido entre as partes da frase:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2546179 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, publicado pela ANS em 2016, atualizou e incluiu diretrizes de utilização (DUT) para cobertura de procedimentos na saúde suplementar em relação ao exame de tomografia de coerência óptica (OCT). Essa cobertura não é obrigatória para a seguinte indicação clínica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2546174 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
Na visita de auditoria externa aos pacientes internados em hospital credenciado ao plano de saúde, o medico auditor discordou do pedido de uma ressonância nuclear magnética solicitada pelo médico assistente para um dos pacientes. A Resolução CREMERJ nº 182/2002 determina que o auditor deve:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2546061 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
A OMS lançou, em outubro de 2004, a AIiança Mundial para a Segurança do Paciente com o objetivo de despertara consciência profissional e o comprometimento político para uma melhor segurança na assistência à saúde. O segundo Desafio Global para a Segurança do Paciente tem o objetivo de promover a melhoria da segurança cirúrgica e reduzir mortes e complicações durante a cirurgia. Apresentam-se, a seguir, algumas maneiras para se atender a esse objetivo, com EXCEÇÃO de:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2545812 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
Conforme as diretrizes de utilização (DUT) do rol de procedimentos e eventos em saúde da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o teste de inclinação ortostática (TILT TEST) tem cobertura obrigatória desde que seja preenchido um dos seguintes critérios:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2545631 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
A Lei nº 12.880 de 12/11/2013, em seu Artigo 1º, incluiu novos tratamentos para cobertura obrigatória pelas operadoras de saúde suplementar (OPS). Entre estes, alem dos tratamentos antineoplásicos de uso oral, foram incluídos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2545612 Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Provas:
Na troca de Informações em Saúde Suplementar — TISS, estabelecida como padrão obrigatório para as trocas eletrônicas de dados de atenção à saúde dos beneficiários de planos de saúde, NÃO se incluiu:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2545593 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No quinto parágrafo, uma expectativa dos autores ainda não realizada é reforçada pelo emprego da seguinte marca linguística:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2544949 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Na Carta dos Direitos dos Usuários da Saúde, está previsto que, na dificuldade para atendimento, é de responsabilidade da direção e da equipe da Unidade de Saúde a resolução das condições de acolhimento e encaminhamento do usuário do SUS, assim como a informação sobre os critérios de priorização do acesso na localidade por ora indisponível. Esses critérios devem ser baseados na:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas