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Um paciente portador de úlcera péptica duodenal que se mantém ativa após 12 semanas de tratamento possui indicação cirúrgica. A técnica adequada para resolução desse caso e:
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A tríade letal é comum em pacientes reanimados vítimas de grandes sangramentos ou em estado de choque decorrente de vários mecanismos. Alem da coagulopatia, essa tríade é composta de:
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A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No terceiro parágrafo, o emprego dos dois-pontos estabelece o seguinte sentido entre as partes da frase:
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Na prática diária do cirurgião, diversos critérios são utilizados para o encaminhamento cirúrgico das mais diferentes patologias. Para os pacientes portadores de hiperparatireoidismo primário, é uma indicação de terapia cirúrgica:
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Paciente, 60 anos de idade, feminina, internada no serviço de cirurgia geral com quadro de icterícia de padrão obstrutivo (bilirrubina total sérica 26 mg/dL com bilirrubina direta 22 mg/dL), sem queixa de dor ou pródromos infecciosos. Relata perda ponderal de aproximadamente 12 Kg no último mês. Estudos radiológicos determinaram tumoraçã estenosante no ducto hepático principal atingindo a confluência dos ductos hepáticos, porém sem envolvê-los.
Não foram observados Iinfonodomegalias. Segundo a classificação de Bismuth-Collete, o tipo tumoral e o tratamento indicado baseado nesta classificação são, respectivamente:
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Um paciente portador de úlcera péptica duodenal que se mantém ativa após 12 semanas de tratamento possui indicação cirúrgica. A técnica adequada para resolução desse caso e:
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O conhecimento da segmentação hepática e importante para o tratamento de tumores hepáticos primários e secundários que podem ser ressecados e, também, para uma operação hepática segura. Dessa forma, de acordo com Brisbane (2000), uma trisseccionetomia esquerda envolve os seguintes segmentos hepáticos:
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Com o advento da cirurgia Iaparoscópica, é crescente o uso deste método para a correção das hérnias inguinais, principalmente as hérnias recidivadas. Porém, o conhecimento da anatomia do canal inguinal por esta via se faz importante para evitar complicações e / ou acidentes cirúrgicos típicos desse método. Os limites da região conhecida como triângulo da destruição e as estruturas contidas nessa topografia são, respectivamente:
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Paciente, 60 anos de idade, masculino, apresenta-se no pronto-socorro com queixa de dispneia e dor torácica. Relata inúmeros (aproximadamente 6) episódios emeticos após Iibação alimentar. Durante o exame físico, observou-se taquidispneia e presença de enfisema subcutâneo em região cervical e torácica alta. Os sinais vitais eram: frequência cardíaca 100 bpm, pressão arterial 110X80 mmHg e temperatura axilar 37,9ºC. A Ieucometria era de 19.000 leucócitos com bastonemia importante. Os exames de imagem revelaram hidropneumomediastino discreto. O diagnóstico mais provável e o tratamento indicado para este paciente são, respectivamente:
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A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No quinto parágrafo, uma expectativa dos autores ainda não realizada é reforçada pelo emprego da seguinte marca linguística:
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