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Foram encontradas 40 questões.

2543487 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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A cirurgia para tratamento da obesidade mórbida tem origem nos anos 1950, em que foram realizadas as primeiras cirurgias disabsortivas. Atualmente, NÃO é uma das indicações cirúrgicas para a cirurgia bariátrica:
 

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2543459 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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As hérnias da região inguinal possuem tratamento essencialmente cirúrgico. Inúmeras são as técnicas descritas para o reparo dessas patologias. A técnica baseada na aproximação da aponeurose do músculo transverso abdominal ao ligamento de Cooper, atraves de suturas interrompidas, é:
 

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2543050 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Inúmeros são os fatores relacionados ao aumento do risco de infecção do sítio cirúrgico. Nas condições clínicas que aumentam este risco, encontra-se:
 

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2542819 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
O trecho “Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas" (1º parágrafo) pode ser introduzido por um conectivo. A expressão que introduz corretamente a relação de sentido entre esse trecho e o restante da frase e:
 

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2542466 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente vítima de agressão por arma branca em transição toracoabdominal apresenta, ao ser admitido em sala de trauma, pressão arterial de 90x60 mmHg, frequência cardíaca de 123 bpm, frequência respiratória de 31 irpm e discreta confusão mental. De acordo com a padronização do ATLS (suporte avançado de vida do trauma), a classificação de choque hemorrágico e a reposição volumétrica desse paciente correspondem, respectivamente, a:
 

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2542426 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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A pancreatite agude consiste numa doença de grande incidência e que pode cursar desde a forma branda, com baixa mortalidade, ate a forma mais grave, em que a mortalidade pode chegar a 30%. A principal etiologia da pancreatite aguda e:
 

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2542278 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente, 70 anos de idade, apresenta episódios de hematêmese. Após estabilização hemodinâmica, foi realizada endoscopia digestiva alta que apresentou laudo com a descrição: “classificação de Forrest Ib". Esta descrição significa que o achado endoscópico e o risco de sangramento foram, respectivamente:
 

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2542274 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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As fístulas enterocutâneas, apesar dos avanços da terapia nutricional perioperatória, são importantes causas de morbimortalidade nos pacientes cirúrgicos. É esperado o fechamento espontâneo de uma fístula nos quadros apresentados a seguir, EXCETO em:
 

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2541962 Ano: 2017
Disciplina: Saúde Pública
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
De acordo com a Lei nº 8.080/90, as Comissões Intersetoriais, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, terão a finalidade de articulação de políticas e programas que abrangerão as seguintes atividades, entre outras:
 

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2541851 Ano: 2017
Disciplina: Medicina
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente, 35 anos de idade, feminina, sem comorbidades, foi submetida à colecistectomia videolaparoscópica eletiva para tratamento de coIeIitíase. Durante a primeira noite de pós-operatório, o médico assistente foi chamado para avaliar episódio febril (Tax 37.8ºC). A causa mais comum de febre nas primeiras 24h de pós-operatório e:
 

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