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Nos exames laboratoriais em osteomalácia por deficiência da vitamina D, pode-se observar:
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Paciente idoso, alcoólatra, cai da escada e sofre trauma. Após 20 dias, apresenta hemiplegia direita, cefaleia e distúrbio do comportamento. O seu diagnóstico provável é:
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A endocardite infecciosa causada pelo Staphylococcus aureus, sem complicação e limitada à válvula tricúspide ou pulmonar, deve ser tratada inicialmente com o esquema:
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Paciente masculino, de 35 anos de idade, queixa-se de dor na coluna na região dorsal com seis meses de duração. Ao raio X, observam-se um colapso parcial de T6 e T7 e erosão do disco intervertebral. A afecção mais provável é:
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Paciente feminina, 28 anos de idade, sem sintomas prévios, apresenta dor retroesternal, inicialmente de fraca intensidade, que evolui para opressão retroesternal. A paciente não relata história de trauma, uso de medicação ou doença crônica. No serviço de emergência, foi auscultada diminuição das bulhas cardíacas, atrito pericárdico e, ao exame, jugulares túrgidas. A hipótese diagnóstica provável é:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
De acordo com a Lei nº 8.080/90, as Comissões Intersetoriais, subordinadas ao Conselho Nacional de Saúde, terão a finalidade de articulação de políticas e programas que abrangerão as seguintes atividades, entre outras:
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Paciente feminina, de 40 anos de idade, notou, ao longo dos anos, alterações somáticas acompanhadas de artralgia (consideradas como artrite degenerativa), sudorese excessiva, voz rouca, hiperostose frontal, espessamento dos lábios, macroglossia, prognatismo e hipertensão arterial. Com esse quadro clínico, a hipótese diagnóstica mais provável é de:
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A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No diagnóstico realizado, as ações relativas aos programas de humanização apresentavam caráter limitado por:
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Conforme estabelecido na Lei que regula, em todo o território nacional, o Sistema Único de Saúde (Lei nº 8.080/90), as ações e serviços de saúde, as atividades de pesquisa e desenvolvimento científico e tecnológico em saúde serão cofinanciadas, entre outros, por:
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De acordo com a Lei nº 8.142/90, os usuários do SUS, entre outros agentes, participarão, por meio dos Conselhos de Saúde, na discussão de políticas de saúde, possibilitando a negociação de propostas que direcionem os recursos e as ações, tendo em vista os interesses da sociedade, e terão suas decisões homologadas por:
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