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Uma paciente de 2 anos e 3 meses de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral (PC), classificação do Gross Motor Function Classification System V (GMFCS V), compareceu para avaliação fisioterapêutica pela primeira vez, apresentando muitas restrições na participação social e limitação em quase todas as tarefas motoras, exceto conseguir controlar a cabeça na postura de pé por 15 segundos. Ela permanece a maior parte do dia no carrinho de bebê e sua mãe acha que não há nada a ser feito pela filha. A avaliação das estruturas e funções dos membros inferiores (MMII) revelou quadris instáveis tendendo à subluxação e à fraqueza muscular generalizada.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Além da classificação de funcionalidade da PC, através do GMFCS, ela também se classifica conforme o subtipo neurológico e topográfico em: espástica (unilateral ou bilateral), discinética, atáxica ou mista.
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Uma paciente de 2 anos e 3 meses de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral (PC), classificação do Gross Motor Function Classification System V (GMFCS V), compareceu para avaliação fisioterapêutica pela primeira vez, apresentando muitas restrições na participação social e limitação em quase todas as tarefas motoras, exceto conseguir controlar a cabeça na postura de pé por 15 segundos. Ela permanece a maior parte do dia no carrinho de bebê e sua mãe acha que não há nada a ser feito pela filha. A avaliação das estruturas e funções dos membros inferiores (MMII) revelou quadris instáveis tendendo à subluxação e à fraqueza muscular generalizada.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O nível descrito do GMFCS nesse caso clínico (nível V), caracteriza-se por crianças com dificuldades para se locomover, mas pode se arrastar e rolar e se mover independentemente com uma cadeira de rodas.
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Uma paciente de 2 anos e 3 meses de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral (PC), classificação do Gross Motor Function Classification System V (GMFCS V), compareceu para avaliação fisioterapêutica pela primeira vez, apresentando muitas restrições na participação social e limitação em quase todas as tarefas motoras, exceto conseguir controlar a cabeça na postura de pé por 15 segundos. Ela permanece a maior parte do dia no carrinho de bebê e sua mãe acha que não há nada a ser feito pela filha. A avaliação das estruturas e funções dos membros inferiores (MMII) revelou quadris instáveis tendendo à subluxação e à fraqueza muscular generalizada.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paralisia cerebral é um conjunto de desordens permanentes do desenvolvimento, do movimento e da postura, causando limitação nas atividades, que são atribuídas à distúrbios progressivos que ocorreram no cérebro em desenvolvimento.
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Com a evolução tecnológica em neonatologia dos últimos anos, as taxas de morbimortalidade de bebês prematuros têm caído. Entretanto, esses bebês necessitam de maiores cuidados em relação a seu atendimento. Em 1979 os doutores Héctor Martínez e Edgar Rey Sanabria do instituto materno infantil do hospital San Juan de Dios de Bogotá, na Colômbia, iniciaram uma transformação na visão da atenção a recém-nascidos prematuros e bebês de baixo, peso promovendo uma abordagem mais humanizada. Foi então criado o método mãe canguru que consiste na redução do tempo em que o neonato é mantido na incubadora. A criança é colocada no colo materno em posição canguru e ocorre contato pele a pele do bebê com a mãe, alimentação exclusiva no seio e no programa de acompanhamento do bebê.
Barradas J et al. Jornal de Pediatria - Vol. 82, Nº6, 2006
A respeito da fisioterapia neonatal e das técnicas utilizadas atualmente nas Unidades de Terapia Intensiva, julgue os itens a seguir:
Em recém-nascidos prematuros, a abordagem da fisioterapia é restrita apenas ao contexto de manutenção da integridade pulmonar. Na qual executa procedimentos de manutenção das vias aéreas com manobras e técnicas específicas; a partir de 37 semanas de idade gestacional podem ser acrescentadas as condutas de estimulação da auto-organização sensório motora e estimulação do desenvolvimento neuropsicomotor.
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Um paciente de 28 anos de idade, praticante recreacional de tênis, relata ter começado a sentir dores no ombro esquerdo há quatro semanas e atribui essa condição ao fato de retomar a prática do esporte após ficar afastado devido à pandemia do Sars-CoV-2. Em consulta com o ortopedista, o paciente foi encaminhado para avaliação e tratamento de impacto subacromial do ombro esquerdo. A dor no ombro exacerba ao fletir o braço para frente, não consegue levar a mão às costas, levantar objetos acima do nível do ombro e não consegue mais jogar tênis. Além disso, ele não consegue vestir a camisa na região de trás do corpo. O médico orientou uso de anti-inflamatório não esteroidal. O raio X antero-posterior (AP) e o perfil do ombro eram negativos para anormalidades ósseas e deficits estruturais.

A imagem apresentada foi realizada durante a avaliação fisioterapêutica.
Acerca do caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A partir da imagem podemos constatar uma discinesia escapular à esquerda caracterizada por uma borda escapular lateral proeminente e uma adução do ângulo inferior
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Uma paciente sedentária com 47 anos de idade, comerciante de loja de calçados femininos, relata que ao dar uma “corridinha” para pegar o ônibus sentiu uma fisgada na parte posterior da perna esquerda. A paciente fazia uso de salto alto no momento da lesão e relata o uso diário de sapatos deste tipo. Como relatado sobre uma história prévia, ela sente dor em região posterior das pernas e nos tendões calcâneos quando caminha descalça, além de dor anterior em joelhos. Em uma consulta com o ortopedista, o exame clínico diagnosticou lesão miotendinosa grau II em gastrocnêmio lateral. A paciente foi medicada com anti-inflamatório nãoesteroidal e encaminhada para fisioterapia.
Quanto a esse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
A Tecarterapia (TECAR - Transferência Elétrica Capacitiva e Resistiva) tem sido uma tecnologia inovadora para área da reabilitação no tratamento de lesões músculo-esqueléticas, induzindo efeitos térmicos de resfriamento através de uma bio-estimulação causada pela inibição de cargas iónicas naturalmente presentes nos tecidos moles do corpo humano.
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Uma criança alegre de 5 anos de idade, comunicativa, alegre, que sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) no período neonatal. Apresenta hemiparesia à D, com predomínio braquiofacial, além de hipertonia e fraqueza no hemicorpo parético. Deambula de forma independente com órtese tornozelo-pé, mas apresenta quedas com frequência.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
O processo de avaliação de crianças com hemiparesias e outras condições de saúde contemplava, no passado, principalmente, uma avaliação focada nas funções e estruturas do corpo, como tônus muscular, reflexos ou reações. Nas últimas décadas, porém, sobretudo em uma “era pós CIF”, as avaliações tiveram seu foco modificado, onde as funcionalidades e as incapacidades são norteadoras desse processo.
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Uma criança alegre de 5 anos de idade, comunicativa, alegre, que sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) no período neonatal. Apresenta hemiparesia à D, com predomínio braquiofacial, além de hipertonia e fraqueza no hemicorpo parético. Deambula de forma independente com órtese tornozelo-pé, mas apresenta quedas com frequência.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Terapias por realidade virtual têm benefícios comprovados na reabilitação de crianças com AVE, pois melhoram o desempenho funcional, a coordenação olho-corpo e têm o adjuvante de motivar o paciente no decorrer da prática.
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Uma criança alegre de 5 anos de idade, comunicativa, alegre, que sofreu um acidente vascular encefálico (AVE) no período neonatal. Apresenta hemiparesia à D, com predomínio braquiofacial, além de hipertonia e fraqueza no hemicorpo parético. Deambula de forma independente com órtese tornozelo-pé, mas apresenta quedas com frequência.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
As AFOs podem ser rígidas ou dinâmicas. As dinâmicas são mais utilizadas para não permitir a interferência da espasticidade do tríceps sural.
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Uma paciente de 2 anos e 3 meses de idade, com diagnóstico de paralisia cerebral (PC), classificação do Gross Motor Function Classification System V (GMFCS V), compareceu para avaliação fisioterapêutica pela primeira vez, apresentando muitas restrições na participação social e limitação em quase todas as tarefas motoras, exceto conseguir controlar a cabeça na postura de pé por 15 segundos. Ela permanece a maior parte do dia no carrinho de bebê e sua mãe acha que não há nada a ser feito pela filha. A avaliação das estruturas e funções dos membros inferiores (MMII) revelou quadris instáveis tendendo à subluxação e à fraqueza muscular generalizada.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos correlatos, julgue os itens a seguir.
Crianças com PC têm uma probabilidade aumentada de luxação de quadril, inversamente proporcional ao nível do GMFCS.
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