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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Como o paciente apresentava IC com fração de ejeção menor do que 50%, a vacinação para influenza estaria contraindicada para ele antes do tratamento cirúrgico, em razão do risco de descompensação da IC.
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O uso de inibidores de SGLT2 poderia ser considerado para o tratamento desse paciente, com o objetivo de reduzir hospitalização por IC, mesmo após o tratamento cirúrgico realizado.
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Em caso de ritmo sinusal, a substituição de succinato de metoprolol por ivabradina seria recomendada para esse paciente pela superioridade na redução de mortalidade cardiovascular na IC, da ivabradina.
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O uso do termo IC avançada poderia ser utilizado para denominar paciente com múltiplas internações recentes e com sintomas persistentes CF III ou IV, apesar de terapêutica otimizada, mesmo que a fração de ejeção fosse preservada
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Como o paciente se mantém assintomático e não haveria mais indicação para o prognóstico dele, recomenda-se a suspensão do iECA e espironolactona.
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
O critério diagnóstico para IC de fração de ejeção melhorada de aumento absoluto de 10 pontos percentuais na fração de ejeção é preenchido pelo paciente descrito nesse caso clínico.
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Um paciente de 62 anos de idade, com histórico de diabetes tipo II e hipertensão há dois anos, realizou cirurgia de revascularização do miocárdio, após diagnóstico de miocardiopatia isquêmica decorrente de doença aterosclerótica coronária triarterial, incluindo acometimento de descendente anterior proximal. Antes da cirurgia, apresentava dispneia aos esforços habituais, mas atualmente regrediu completamente. O ecocardiograma, antes da cirurgia, apresentava disfunção ventricular esquerda por alterações segmentares, com fração de ejeção calculada em 45% pelo método de Simpson, mas, no ecocardiograma do mês anterior, a fração de ejeção passou para 60%, sem alterações segmentares. Em consulta, apresenta-se com FC = 64 bpm, FR = 18 irpm, PA = 110 mmHg x 70 mmHg e SatO2 = 98%, sem outras alterações ao exame físico. Atualmente mantém em uso as mesmas medicações do pré-operatório: succinato de metoprolol 100 mg/dia, enalapril 20 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, AAS 100 mg/dia, rosuvastatina 20 mg/dia e glimepirida 10 mg/dia.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue os itens a seguir.
Antes da cirurgia, o paciente apresentava insuficiência cardíaca (IC) com fração de ejeção levemente reduzida, mas como acima de 40% o uso de inibidores da ECA (iECA) ou bloqueadores do receptor de angiotensina (BRA) poderia trazer alívio de sintomas, mesmo assim estaria recomendado para redução de mortalidade cardiovascular.
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Um paciente de 10 anos de idade compareceu ao atendimento com deficit motor em membro inferior direito. Ao exame do membro acometido, observam-se espasticidade, hiper-reflexia e atrofia muscular. Os demais membros não apresentam alterações. O paciente apresenta-se lúcido, orientado, cooperativo, sem alterações na fala. Demonstra bom rendimento escolar e deambula com auxílio de dispositivo auxiliar de marcha (muleta). Seus pais relatam que a criança nasceu de parto vaginal, sem complicações, com boa vitalidade. Aos 9 meses de vida, foi vítima de acidente automobilístico com traumatismo craniano grave, o que gerou o deficit motor.
Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.
A ausência de atraso cognitivo não permite que o caso seja considerado paralisia cerebral.
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Um paciente de 10 anos de idade compareceu ao atendimento com deficit motor em membro inferior direito. Ao exame do membro acometido, observam-se espasticidade, hiper-reflexia e atrofia muscular. Os demais membros não apresentam alterações. O paciente apresenta-se lúcido, orientado, cooperativo, sem alterações na fala. Demonstra bom rendimento escolar e deambula com auxílio de dispositivo auxiliar de marcha (muleta). Seus pais relatam que a criança nasceu de parto vaginal, sem complicações, com boa vitalidade. Aos 9 meses de vida, foi vítima de acidente automobilístico com traumatismo craniano grave, o que gerou o deficit motor.
Com base nessas informações, julgue os itens a seguir.
Trata-se de um paciente com encefalopatia crônica não progressiva.
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Uma criança de 7 anos de idade compareceu a consulta por apresentar febre e cefaleia há 72 horas. Familiares relatam aumento do volume em região de parótida esquerda, dolorosa à palpação. Na caderneta vacinal, constam duas doses da vacina tríplice viral.
A respeito do provável diagnóstico nesse caso clínico, julgue os itens a seguir.
Os vírus influenza A, parainfluenza, citomegalovírus e Epstein-Barr são possíveis agentes etiológicos do quadro de parotidite.
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