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Paciente de 82 anos, sexo feminino, professora aposentada, hipertensa e diabética há 15 anos em uso de
enalapril 10 mg 2 vezes ao dia e metformina 500 mg 2
vezes ao dia e lombalgia crônica, com uso cerca de uma
a duas vezes por semana de diclofenaco 50 mg para
controle de dor. Paciente com seguimento irregular, sem
acompanhamento há cerca de dois anos vem à consulta referindo fadiga, dispneia aos moderados esforços e
perda de peso, de cerca de 5 kg em 12 meses. Refere
episódios intermitentes de diarreia há 2 anos. Ao exame
físico, paciente em bom estado geral, mas com palidez
cutaneomucosa 2+/4+, hidratada, anictérica, eupneica,
queilite angular, PA 130/80 mmHg, ausência de hepato
ou esplenomegalia. Restante do exame físico sem alterações. Exames laboratoriais: hemoglobina 9,0 g/dL; hematócrito 25%; VCM 75 fL; HCM 25 pg; RDW 16%; leucócitos 4.500/mL; plaquetas 400.000/mL; ureia 73 mg/dL;
creatinina 1.38 mg/dL. Com base no caso clínico, qual a
hipótese diagnóstica mais provável?
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Paciente, 83 anos, sexo masculino, foi internado com
quadro de queda do estado geral, tosse produtiva e febre com início há 3 dias. Paciente tem antecedentes
de hipertensão arterial, hipotireoidismo e doença de
Parkinson. Previamente com cognição preservada, independente para as atividades básicas de vida diária e
totalmente dependente para as atividades instrumentais
de vida diária, devido a limitação motora pela doença de
Parkinson. Seu filho conta que, nos últimos 3 dias, notou
seu pai mais sonolento, alternando com períodos de confusão e agitação, com piora no dia de hoje. Ao exame clínico, nota-se que o paciente está em regular estado geral, desidratado, alerta e calmo, com atenção prejudicada
e pensamento desorganizado. Além disso, encontra-se
eupneico com estertores crepitantes em base esquerda. Exames complementares na admissão: Hb: 13 g/dL;
leuco: 13.200/mL; plaquetas 180.000/mL. RX de tórax:
opacidade com broncograma aéreo em base esquerda.
Considerando as hipóteses diagnósticas, quais os fatores precipitantes e predisponentes para o caso clínico apresentado?
Considerando as hipóteses diagnósticas, quais os fatores precipitantes e predisponentes para o caso clínico apresentado?
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Um paciente de 65 anos, hipertenso e com histórico de
infarto agudo do miocárdio há 3 anos, é admitido no pronto-socorro com palpitações, tontura e sudorese há cerca
de 2 horas. Ao exame físico, encontra-se com pressão
arterial de 90/60 mmHg, frequência cardíaca de 160 bpm,
pulsos finos e irregulares, e frequência respiratória de
20 irpm. A ausculta cardíaca revela ritmo irregular sem
sopros. Um eletrocardiograma (ECG) é realizado e revela uma taquicardia com QRS estreito e ondas P não
visualizadas claramente, variabilidade na amplitude dos
intervalos RR, sem onda F típica em “dente de serra”.
Diante desse quadro, qual a conduta mais adequada?
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Um paciente de 68 anos com histórico de hipertensão
e diabetes tipo 2 é admitido com um acidente vascular
cerebral (AVC) isquêmico agudo. Ele recebeu trombólise intravenosa (rtPA) nas primeiras 4 horas após o início
dos sintomas. No segundo dia de internação, o paciente
apresenta deterioração do nível de consciência, aumento
súbito da hemiparesia e sinais de hipertensão intracraniana. Qual a provável causa dessa evolução?
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Um paciente de 58 anos com história de hipertensão e cirurgia ortopédica recente apresenta-se ao pronto-socorro
com dispneia súbita, dor torácica e sinais de choque. O
exame físico revela taquicardia, taquipneia e oximetria
de pulso de 92% em ar ambiente. A tomografia computadorizada de tórax confirma tromboembolismo pulmonar
(TEP) com evidência de hipertensão pulmonar significativa. O paciente está com pressão arterial de 85/50 mmHg
e níveis de lactato elevados.
Qual é a conduta inicial mais apropriada para o manejo desse paciente?
Qual é a conduta inicial mais apropriada para o manejo desse paciente?
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Paciente masculino de 52 anos, portador de DPOC em
tratamento há 2 anos com vilanterol-umeclidínio, vinha
mantendo dispneia habitual mMRC 1. Fez uso de amoxacilina-clavulanato para uma exacerbação da doença
há aproximadamente 8 meses, mas sem necessidade
de internação hospitalar. Paciente também é hipertenso
em uso de losartana, dislipidêmico em uso de rosuvastatina, diabético em uso de empaglifozina + linagliptina.
Paciente procura o pronto atendimento por queixa de
piora da dispneia há 1 dia, atualmente mMRC 3. Costuma apresentar habitualmente expectoração hialina em
pequena quantidade e nega aumento do volume do catarro agora, mas refere que hoje expectorou secreção
clara com alguns laivos de sangue. Nega dor torácica.
Ao exame físico, paciente encontra-se em regular estado geral, corado, hidratado, anictérico, cianótico, afebril,
lúcido e orientado. Sinais vitais: frequência cardíaca de
115 bpm, frequência respiratória de 26 ipm, PA = 110 x 70
mmHg, SpO2
= 86% em ar ambiente, glicemia capilar de
102 g/dL. Bulhas rítmicas hipofonéticas em 2 tempos sem
sopros, estase jugular 2+/4. Murmúrio vesicular presente,
mas reduzido em ápices, discretos estertores crepitantes
em bases. Abdome globoso, ruídos hidroaéreos presentes, fígado palpável a 2 cm do rebordo costal direito, espaço de Traube livre. Presença de edema em membros
inferiores, pulsos presentes e simétricos.
Quanto ao quadro clínico descrito, todas as medidas a seguir devem ser adotadas nesse momento, EXCETO:
Quanto ao quadro clínico descrito, todas as medidas a seguir devem ser adotadas nesse momento, EXCETO:
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Paciente feminina de 68 anos é trazida ao pronto atendimento por queixa de tosse produtiva há 5 dias, sendo
que hoje passou a apresentar dispneia para caminhar no
plano e dor ventilatório-dependente em hemitórax direito.
Nega febre, internações ou uso de antibióticos recentes.
Nega sintomas gripais antes do início do quadro atual,
mas diz que vem apresentando dificuldade para engolir
alguns alimentos e tosse com frequência durante a alimentação. Paciente é previamente hipertensa e diabética, com controle adequado das comorbidades em uso de
losartana 50 mg 12/12h, anlodipino 5 mg 12/12h, metformina 850 mg 3x/dia e dapagliflozina 10 mg/dia. Ao exame físico, paciente encontra-se em regular estado geral,
corada, hidratada, anictérica, afebril, lúcida e orientada,
cavidade oral em bom estado. Sinais vitais: frequência
cardíaca de 102 bpm, frequência respiratória de 25 ipm,
PA = 120 x 70 mmHg, SpO2
= 91% em ar ambiente,
glicemia capilar de 95 mg/L. Ausculta cardíaca e exame abdominal sem alterações, ausculta pulmonar com
estertores crepitantes em campo inferior de hemitórax
direito. O médico solicita uma radiografia de tórax que
mostra consolidação em base do pulmão direito, com alguns infiltrados algodonosos também em campo inferior
esquerdo. Exames de sangue mostram: Hb = 12,1 g/dL,
leucócitos 15.000 (75% neutrófilos, 5% bastões),
plaquetas 160.000/mm3
, Ur = 60 mg/dL, Cr = 1,1 mg/dL,
Na = 135 mEq/L, K = 4,5 mEq/L, Proteína C-reativa =
50 mg/dL, gasometria arterial com pH = 7,46 pO2
=
58 mmHg, pCO2
= 34 mmHg, SpO2
= 91%.
Com relação ao caso descrito, assinale a alternativa correta.
Com relação ao caso descrito, assinale a alternativa correta.
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Paciente feminina de 37 anos vem em consulta de retorno. Ela havia procurado atendimento inicialmente por
queixa de tosse seca persistente e dispneia progressiva
até para andar no plano, sendo que em alguns dias tinha
até que parar para andar dois quarteirões. Referia que
os sintomas pioravam com mudança de tempo, contato
com poeiras e pelos de animais e que algumas noites
percebia um chiado no peito. Já tinha ido algumas vezes
a pronto atendimentos nos últimos meses por conta de
falta de ar. Na ocasião da primeira consulta, foi feita a
hipótese de asma, solicitada espirometria e iniciado tratamento com formoterol-budesonida 12/400 mcg 12/12h.
A paciente retorna hoje referindo melhora importante dos
sintomas, mantendo sintomas noturnos e necessidade
de medicação de resgate pelo menos 1 a 2 vezes por
semana. Seu score no Asthma Control Test (ACT) é de
18 de 25. Não teve mais buscas ao pronto-socorro. Está
utilizando regularmente a medicação inalatória prescrita,
refere coriza e prurido nasal persistentes e importantes,
pirose e regurgitação a depender da alimentação. Tirou
tapetes e cortinas de casa, mas mantém exposição ao
cachorro da vizinha, que entra na sua casa regularmente.
Nega história de asma na infância.
Ao exame físico, paciente em bom estado geral, corada, hidratada, IMC 33 kg/m2 . Exame cardiovascular sem alterações, ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente e tempo expiratório aumentado, com raros sibilos expiratórios. SpO2 em ar ambiente de 96%, frequência respiratória de 16 ipm. Traz espirometria mostrando distúrbio ventilatório obstrutivo leve com resposta ao broncodilatador, hemograma com eosinófilos de 350/mcL (4%) e IgE total de 200 UI/mL.
Assinale a alternativa que corresponde à melhor classificação de gravidade e conduta nesse momento.
Ao exame físico, paciente em bom estado geral, corada, hidratada, IMC 33 kg/m2 . Exame cardiovascular sem alterações, ausculta pulmonar com murmúrios vesiculares presentes bilateralmente e tempo expiratório aumentado, com raros sibilos expiratórios. SpO2 em ar ambiente de 96%, frequência respiratória de 16 ipm. Traz espirometria mostrando distúrbio ventilatório obstrutivo leve com resposta ao broncodilatador, hemograma com eosinófilos de 350/mcL (4%) e IgE total de 200 UI/mL.
Assinale a alternativa que corresponde à melhor classificação de gravidade e conduta nesse momento.
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Paciente, 59 anos, hipertenso, sedentário, obeso, em uso
de enalapril 20 mg 12/12 horas, anlodipino 10 mg/dia,
clortalidona 25 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia e
carvedilol 25 mg 12/12 horas. Apesar de ser aderente às
medicações em uso, mantém pressão não controlada,
com aferições acima de 140/90 mmHg.
Com base no caso clínico, assinale a alternativa correta em relação ao manejo ambulatorial desse paciente.
Com base no caso clínico, assinale a alternativa correta em relação ao manejo ambulatorial desse paciente.
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Paciente de 56 anos, hipertenso e diabético, é admitido
no hospital com queixa de dor torácica retroesternal, em
aperto, com irradiação para o braço esquerdo e o pescoço, iniciada há uma hora. Sinais vitais: pressão arterial:
160 x 90 mmHg; frequência cardíaca: 90 bpm; saturação
O2
: 96%; temperatura: 36,5 ºC. Ausculta cardíaca e respiratória sem alterações. O eletrocardiograma realizado
na admissão revelou supradesnivelamento do segmento
ST em V2-V4, e a troponina está elevada. O paciente
recebeu tratamento medicamentoso inicial recomendado. O cateterismo revelou lesão única de 99% no terço
médio da artéria descendente anterior (DA).
A conduta correta a ser realizada nesse momento consiste em
A conduta correta a ser realizada nesse momento consiste em
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