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- Teoria Geral da ConstituiçãoConceito, Concepções, Fontes e Objeto
- Teoria Geral da ConstituiçãoHistória Constitucional Brasileira
- Princípios Fundamentais da Constituição
Com relação às diferentes classificações das constituições e aos princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue o item seguinte.
A República Federativa do Brasil caracteriza-se pela concessão de soberania à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios.
A República Federativa do Brasil caracteriza-se pela concessão de soberania à União, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios.
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Com relação às diferentes classificações das constituições e aos princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988 (CF), julgue o item seguinte.
Segundo a CF, o povo deve exercer o poder por meio de representantes eleitos, em vez de diretamente.
Segundo a CF, o povo deve exercer o poder por meio de representantes eleitos, em vez de diretamente.
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Com relação às diferentes classificações das constituições e aos
princípios fundamentais previstos na Constituição Federal de
1988 (CF), julgue o item seguinte.
Constituições podem ser formadas por regras não escritas em um único texto solene, tais como as contidas em costumes, convenções e jurisprudências.
Constituições podem ser formadas por regras não escritas em um único texto solene, tais como as contidas em costumes, convenções e jurisprudências.
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À luz das Leis n.º 8.112/1990 e n.º 9.784/1999, julgue o item seguinte.
Ainda que preenchidos os requisitos legais, a concessão de licença para capacitação condiciona-se ao interesse da administração.
Ainda que preenchidos os requisitos legais, a concessão de licença para capacitação condiciona-se ao interesse da administração.
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À luz das Leis n.º 8.112/1990 e n.º 9.784/1999, julgue o item seguinte.
Será reintegrado o servidor que, inabilitado em estágio probatório relativo a outro cargo, retorne ao cargo anteriormente ocupado.
Será reintegrado o servidor que, inabilitado em estágio probatório relativo a outro cargo, retorne ao cargo anteriormente ocupado.
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À luz das Leis n.º 8.112/1990 e n.º 9.784/1999, julgue o item seguinte.
Pessoas jurídicas situam-se entre os legitimados a dar início a processo administrativo.
Pessoas jurídicas situam-se entre os legitimados a dar início a processo administrativo.
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À luz das Leis n.º 8.112/1990 e n.º 9.784/1999, julgue o item seguinte.
O andamento do processo administrativo condiciona-se à atuação dos interessados, sendo vedada a impulsão de ofício pela administração pública.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
A locução verbal “foram sendo aprendidos” (último período do segundo parágrafo) indica que o aprendizado levou um tempo.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
Sem alteração dos sentidos originais do texto, a expressão “Ainda que” (penúltimo período do segundo parágrafo) poderia ser substituída por Desde que.
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O papel fundante da memória dos mortos para o
desenvolvimento da cultura teve algo de acidental, pois o
mecanismo poderoso de propagação dos hábitos, das ideias e dos
comportamentos dos ancestrais foi o afeto. A lembrança de quem
partiu, bem visível nos chimpanzés, que se enlutam quando
perdem um ente querido, tornou-se uma marca indelével de nossa
espécie. Isso não aconteceu sem contradições, é claro. Com o
amor pelos mortos surgiu também o medo deles. Do Egito a
Papua-Nova Guiné, em distintos momentos e lugares,
floresceram rituais para neutralizar, apaziguar e satisfazer aos
espíritos desencarnados. Na Inglaterra medieval, temiam-se tanto
os mortos que cadáveres eram mutilados e queimados para se
garantir sua permanência nas covas. Entre os Yanomami, a
queima dos pertences é uma parte essencial dos rituais fúnebres.
A Igreja Católica até hoje considera que os restos mortais dos
santos são valiosas relíquias religiosas.
A propagação dos memes de entidades espirituais foi,
portanto, impulsionada pelos afetos positivos e negativos em
relação aos mortos. Foi a memória das técnicas e dos
conhecimentos carregados pelos avós e pais falecidos que
transformou esse processo em algo adaptativo, um verdadeiro
círculo virtuoso simbólico. Não é exagero dizer que o motor
essencial da nossa explosão cultural foi a saudade dos mortos. A
crença na autoridade divina para orientar decisões humanas levou
a um acúmulo acelerado de conhecimentos empíricos sobre o
mundo, sob a forma de preceitos, mitos, dogmas, rituais e
práticas. Ainda que apoiada em coincidências e superstições de
todo tipo, essa crença foi o embrião de nossa racionalidade.
Causas e efeitos foram sendo aprendidos pela corroboração ou
não da eficácia dos símbolos religiosos.
Sidarta Ribeiro. O oráculo da noite: a história da ciência e do sonho.
São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 325 (com adaptações).
No texto, o autor defende que o pensamento racional e o pensamento religioso estiveram relacionados.
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