Foram encontradas 120 questões.
Quando se fala em palhaço, duas imagens costumam vir
logo à cabeça. Palhaço, infelizmente, é aquele de quem muitos
têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
O emprego da forma “você” (sétimo período) está inadequado ao nível de formalidade do texto.
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logo à cabeça. Palhaço, infelizmente, é aquele de quem muitos
têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item a seguir.
Segundo o texto, a arte do palhaço e a arte da escuta têm como elo o fato de ambas encararem o real sem fazer projeções.
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logo à cabeça. Palhaço, infelizmente, é aquele de quem muitos
têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
No trecho “introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e impotência” (décimo período), a forma pronominal “sua” tem como referente o termo “horizonte”.
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Quando se fala em palhaço, duas imagens costumam vir
logo à cabeça. Palhaço, infelizmente, é aquele de quem muitos
têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
A referência temporal da expressão “Neste exato instante” (sétimo período) é atualizada a cada leitura do texto, remetendo ao agora, ao presente de cada leitor.
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têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
De acordo com o texto, a atuação do palhaço provoca uma amplificação, uma intensificação das mazelas intrínsecas à vida.
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palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
No trecho “o horizonte do que o palhaço escuta é a tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro, que se mostra como uma repetição insensata” (décimo período), a substituição de “se mostra” por mostra-se comprometeria a correção gramatical do trecho.
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têm medo. Ele pega alguém da plateia para ridicularizar, faz
grosserias, piadas inconvenientes. Crianças têm medo de
palhaços. Filmes de terror exploram impiedosamente nossas
fantasias infantis sobre tal figura. Esses palhaços malvados
existem em nosso imaginário e, felizmente, são a minoria na
realidade. Neste exato instante em que você lê estas palavras,
milhares de palhaços em todo o mundo estão em hospitais,
campos de batalha, campos de refugiados, escutando pessoas,
relacionando-se verdadeiramente com elas, buscando, por meio
do afeto e do humor, amenizar a dor daqueles que estão passando
por situações trágicas e delicadas. Dessa imagem inferimos por
que a comédia é uma espécie de tratamento para a tragédia. Um
tratamento que não nega nem destitui a existência do pior, mas
que faz com ele uma espécie de inversão de sentido. Assim,
introduzimos que o horizonte do que o palhaço escuta é a
tragédia da vida, a sua realidade mais extensa de miséria e
impotência, de pequenez e arrogância, de pobreza e desencontro,
que se mostra como uma repetição insensata sempre. O palhaço é
um realista, mas não um pessimista. Ele mostra a realidade
exagerando as deformações que criamos sobre ela. Primeira lição
a tirar disso para a arte da escuta: escutar o outro é escutar o que
realmente ele diz, e não o que a gente ou ele mesmo gostaria de
ouvir. Escutar o que realmente alguém sente ou expressa, e não o
que seria mais agradável, adequado ou confortável sentir. Escutar
o que realmente está sendo dito e pensado, e não o que nós ou ele
deveríamos pensar e dizer.
Christian Dunker e Cláudio Thebas.
O palhaço e o psicanalista: como escutar os outros pode transformar vidas.
São Paulo: Planeta do Brasil, 2019, p. 30-1 (com adaptações).
O texto estabelece um contraste entre o palhaço do imaginário, que assusta, e o palhaço real, que conforta.
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Acerca de temas atuais referentes à política, à economia, à sociedade, às relações internacionais e ao desenvolvimento sustentável, julgue o item subsequente.
O Fundo Amazônia — programa que visa à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, assim como à conservação e ao uso sustentável da Amazônia Legal — está bloqueado porque a Alemanha e a Noruega, principais doadoras do fundo, suspenderam os repasses de verbas por discordarem da forma como questões sobre a proteção ambiental vêm sendo tratada, ao longo dos anos, pelo governo brasileiro.
O Fundo Amazônia — programa que visa à prevenção, ao monitoramento e ao combate ao desmatamento, assim como à conservação e ao uso sustentável da Amazônia Legal — está bloqueado porque a Alemanha e a Noruega, principais doadoras do fundo, suspenderam os repasses de verbas por discordarem da forma como questões sobre a proteção ambiental vêm sendo tratada, ao longo dos anos, pelo governo brasileiro.
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Acerca de temas atuais referentes à política, à economia, à sociedade, às relações internacionais e ao desenvolvimento sustentável, julgue o item subsequente.
Santiago Peña, presidente do Paraguai, recusou um encontro diplomático com o presidente do Brasil, no qual ambos discutiriam questões relacionadas à energia que, produzida pela usina hidrelétrica binacional de Itaipu, é vendida pelo Paraguai ao Brasil.
Santiago Peña, presidente do Paraguai, recusou um encontro diplomático com o presidente do Brasil, no qual ambos discutiriam questões relacionadas à energia que, produzida pela usina hidrelétrica binacional de Itaipu, é vendida pelo Paraguai ao Brasil.
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Questão presente nas seguintes provas
Acerca de temas atuais referentes à política, à economia, à sociedade, às relações internacionais e ao desenvolvimento sustentável,julgue o item subsequente.
Apesar de terem aumentado os casos de racismo que envolvem jogadores brasileiros no futebol europeu, no contexto do futebol brasileiro, esses mesmos casos têm diminuído nos últimos cinco anos.
Apesar de terem aumentado os casos de racismo que envolvem jogadores brasileiros no futebol europeu, no contexto do futebol brasileiro, esses mesmos casos têm diminuído nos últimos cinco anos.
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