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Foram encontradas 40 questões.

4275737 Ano: 2026
Disciplina: Música
Banca: FURB
Orgão: Fund. Cultura Timbó
Complete as lacunas do excerto a seguir:

Para saber quantos sustenidos possui a escala de Mi maior, percorre-se a ordem dos sustenidos até encontrar o acidente correspondente à sétima nota da escala: a escala de Mi maior terá, portanto, __________ sustenidos. Nas escalas maiores com bemóis, o último acidente da armadura corresponde à alteração da __________ nota da escala. Já a armadura de clave com três bemóis corresponde à tonalidade de __________ maior.

Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas no excerto:
 

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4275736 Ano: 2026
Disciplina: Música
Banca: FURB
Orgão: Fund. Cultura Timbó
A leitura de partitura exige o domínio dos nomes das notas musicais, cuja origem histórica é apresentada nos estudos de teoria musical. A respeito da origem dos nomes das notas musicais, é correto afirmar que:
 

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4275735 Ano: 2026
Disciplina: Música
Banca: FURB
Orgão: Fund. Cultura Timbó
Considere as afirmativas a seguir, relativas às distâncias entre as notas musicais e às suas grafias:

I.O semitom diatônico envolve notas com nomes diferentes, enquanto o semitom cromático envolve notas com o mesmo nome.
II.Notas enarmônicas são aquelas que recebem nomes e grafias diferentes para representar o mesmo som nos instrumentos temperados, e a escolha da grafia depende do contexto em que as notas musicais serão utilizadas.
III.O tom é a menor unidade de medida do sistema musical temperado, equivalendo à metade de um semitom.

É correto o que se afirma em:
 

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4275734 Ano: 2026
Disciplina: Música
Banca: FURB
Orgão: Fund. Cultura Timbó
A ordem dos sustenidos é a ordem das alterações que regem as armaduras de clave de parte das escalas maiores e decorre do procedimento de construção das escalas maiores com sustenidos. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa sequência:
 

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4275733 Ano: 2026
Disciplina: História
Banca: FURB
Orgão: Fund. Cultura Timbó
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Do popular ao massivo na época dos registros mecânicos
O marco da indústria fonográfica e da formação da música popular industrializada no Brasil foram as primeiras gravações realizadas em cilindros por Frederico Figner, a partir de 1897, no Rio de Janeiro.
Depois de ter passado alguns anos comercializando os fonógrafos de Thomas Edson e fonogramas importados, esse imigrante tchecoslovaco de origem judaica passou a contratar músicos populares como Cadete (Antônio da Costa Moreira), Baiano (Manuel Pedro dos Santos) e a banda do Corpo de Bombeiros, regida por Anacleto de Medeiros, para registrar em cilindros modinhas, lundus, valsas, polcas e outros gêneros musicais. Em março de 1900, Figner fundou a Casa Edison, destinada a comercializar fonógrafos, gramofones, cilindros, discos importados e fonogramas gravados por ele próprio (TINHORÃO, 1981 e FRANCESCHI, 1984). A partir de então, começou a formar-se um mercado de música gravada no país, por meio do qual era veiculada, por quase todo o território nacional, uma gama de gêneros populares urbanos que se constituíram, especialmente no Rio de Janeiro, em fins do século XIX e início do século XX. Dentre eles destacaram-se o samba, a marcha e o choro.
Aos poucos, esses gêneros foram se libertando dos seus espaços tradicionais e ritualísticos e se integrando a um novo circuito de produção e consumo por um processo definido por Krausche como "apropriação capitalista da canção" (1983: 11). Mesmo assim, especialmente o samba, que se fixara como gênero a partir dos redutos negros que se espalhavam pelos bairros pobres do Rio de Janeiro como Saúde, Cidade Nova e, posteriormente, pelos morros do Estácio, Mangueira e Favela, guardava forte identidade com suas matrizes étnicas. Presente nos catálogos das gravadoras desde 1911, esse gênero teve grande destaque no mercado alguns anos depois com o conhecido Pelo telefone, de Donga e Mauro Almeida, lançado pela Casa Edson em 1917. Tratava-se, de fato, de um partido-alto, criação coletiva de um grupo de frequentadores da casa da baiana Hilária Batista de Almeida, a famosa Tia Ciata.
Por outro lado, com a expansão do mercado fonográfico, entram no país gravações de gêneros estrangeiros como fox-trots, one-steps, ragtime, charleston, entre outros, dando início à hibridação da música local com a estrangeira (TINHORÃO, 1990). 
A partir de 1904, passaram a predominar no Brasil as gravações em disco. Trata-se de um sistema desenvolvido pelo alemão, radicado nos Estados Unidos, Emile Berliner, que possibilitava a produção de matrizes para a tiragem de milhares de cópias. Os sons faziam vibrar uma agulha presa a um diafragma que feria a superfície de um disco de zinco coberto por uma substância gordurosa. Era o sistema mecânico de gravação. Desse disco, tirava-se um negativo de metal, um molde que permitia a reprodução das cópias (FRANCESCHI, 1984). A grande dificuldade encontrada por Berliner era impedir a distorção dos sons reproduzidos, uma vez que a velocidade da rotação tende a diminuir à medida que a agulha se desloca da periferia para o centro do disco. Ao mesmo tempo, era necessário garantir um período razoável de execução. As empresas fonográficas da época definiram velocidades variadas que oscilaram entre 70 e 82 rotações por minuto para discos de 7, 10 e 12 polegadas e diâmetro, o que permitia durações de execução entre 3 e 4 minutos e meio. [...]
A partir das suas relações com a indústria fonográfica nascente e com o público de música popular, o artista começava a adquirir certas habilidades para reconhecer as regras do mercado musical em formação e orientar suas práticas de artista. Talvez pudéssemos falar da configuração de uma espécie de habitus¹ do músico popular. Já nos primeiros anos do século XX, podia-se perceber entre músicos manifestações da consciência dos direitos autorais e conexos relativos à sua arte. A iniciativa do artista de circo, compositor e intérprete Eduardo das Neves, tomada por volta de 1902, de exigir da Casa Edson os seus direitos e a sua contratação foi um marco dessa tomada de consciência (TINHORÃO, 1981). Ao mesmo tempo, tornava-se comum a prática da apropriação da autoria alheia. É atribuída a Sinhô a frase emblemática: "Samba é que nem passarinho; é de quem pegar primeiro".
Mas a interiorização, por parte do músico, das regras que regem a produção e o consumo de música popular vai se refletir até mesmo nos aspectos formais da canção. O compositor popular desenvolve habilidades para produzir canções com letras concisas, andamento dinâmico e melodias simples capazes de serem memorizadas com facilidade pelo público ouvinte. Sinhô talvez tenha sido o que mais se destacou por tais habilidades. Como diz Tatit, "Sinhô chegou a um modelo de melodia simples e direto que caía no gosto do público com a eficácia de um jingle" (1996: 34).
Todos esses aspectos eram sinais de que, já nas primeiras décadas do século XX, estavam em formação no Brasil uma cultura e uma música popular de massa.
ZAN, José Roberto. Música popular brasileira, indústria cultural e identidade. EccoS Revista Científica, São Paulo, v. 3, n. 1, p. 105-122, jun. 2001. Disponível em: https://www.redalyc.org/articulo.oa?id=71530108
A formação da música popular brasileira está intimamente relacionada ao desenvolvimento da indústria e do mercado fonográficos no país. Considere os acontecimentos a seguir:

1.Fundação da Casa Edison, destinada a comercializar fonógrafos, gramofones, cilindros, discos importados e fonogramas.
2.Primeiras gravações realizadas em cilindros por Frederico Figner, no Rio de Janeiro.
3.Entrada, no Brasil, do sistema elétrico de registros sonoros.
4.Lançamento de Pelo telefone , de Donga e Mauro Almeida.
5.Início do predomínio, no Brasil, das gravações em disco, sistema desenvolvido por Emile Berliner.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem cronológica correta desses acontecimentos:
 

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Entre 2016 e 2025, o número de domicílios alugados no Brasil cresceu 54,1%. Entre 2012 e 2025, a participação das unidades domésticas unipessoais no total de unidades domésticas passou de 12,2% para 19,7%, enquanto a parcela das pessoas de 60 anos ou mais na população total aumentou de 11,3% para 16,6%. Para subsidiar o planejamento urbano e habitacional, esses dados recomendam:
 

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Entre 2013 e 2023, a participação das empresas do setor cultural no conjunto estudado subiu de 8,0% para 8,6%. No mesmo período, porém, sua participação na receita líquida caiu de 7,7% para 5,6%, e no valor adicionado recuou de 10,5% para 8,3%. Em 2024, o setor reuniu 5,9 milhões de ocupados e apresentou informalidade de 44,6%, além de registrar crescimento de atividades ligadas à internet, ao software e à publicidade. A leitura mais consistente desses dados é que o setor cultural:
 

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Em 1934, Timbó foi elevado à categoria de município, desmembrado de Blumenau, sendo formado inicialmente por quatro distritos. Nos anos seguintes, Rodeio e Benedito Novo deixaram de integrar seu território e, em 1961, ocorreu também a emancipação de Rio dos Cedros. Ao comparar mapas, dados populacionais e documentos administrativos de diferentes épocas, deve-se considerar que:
 

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Em 2024, menos de 1% dos nascimentos ocorridos no Brasil ficou sem registro em cartório. Mesmo assim, algumas regiões apresentaram percentuais bem maiores. Esse resultado mostra que:
 

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Consta, na Avaliação dos Dados sobre a Biodiversidade Brasileira que, entre 2022 e 2025, os registros de ocorrências de espécies no Brasil cresceram 65,49% e chegaram a 37,5 milhões. O levantamento também encontrou regiões com poucos dados, registros repetidos e muitas ocorrências sem coordenadas geográficas. A interpretação correta é:
 

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