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A política de saúde para os povos indígenas é uma das questões mais delicadas e problemáticas da política indigenista oficial. Sensíveis às enfermidades trazidas por não-índígenas e, muitas vezes, habitando regiões remotas e de difícil acesso, as populações indígenas são vítimas de doenças como malária, tuberculose, infecções respiratórias, hepatite, doenças sexualmente transmissíveis, entre outras.
Disponível em:
https://pib.socioambiental.org/pt/Sa%C3%BAde_Ind%C3%ADgena.
Quanto ao subsistema de atenção à Saúde Indígena, previsto na Lei n.º 8.080/90, é correto afirmar:
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Marcia pretender ir a uma festa e tem disponível 7 blusas e 6 saias. Quantas possibilidades Maria de se arrumar.
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Um prisma hexagonal regular tem como aresta da base !$ 2\sqrt{3} !$ cm e altura igual a 6 cm. Qual é o volume desse prisma .
Considere !$ \sqrt{3} !$ ≅ !$ 1 !$, !$ 7 !$
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A Estação das Docas é o maior e mais moderno complexo turístico de lazer, cultura e gastronomia da Amazônia. O local é ótimo para se diverti, passear, jantar e fazer compras, pois, conta com uma estrutura de restaurantes, bares, lanchonetes, sorveteria, um teatro entre outra coisa. Um casal de namorados decidiu comemorar seus dois anos de namoro realizando um passeio pela Estação das Docas. Em um determinado momento decidiram comprar uns bombons regionais na lanchonete da Estação. O casal adorou os bombons e gostaria de saber quanto custava à produção dos mesmos, resolveram falar com a dona da lanchonete, então ela lhe disse que a produção desses bombons tem um custo fixo de oito reais mais um custo variável de cinquenta centavos por unidade produzida. Sendo x o número de unidades produzidas. Se o casal de namorados produzirem 10 unidades de bombons. Qual o custo total dessa produção?
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais
No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.
Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.
“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.
“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.
“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.
A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.
Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.
O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.
“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."
O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.
Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.
Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.
“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.
Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.
“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml
Segundo o texto, é possível afirmar que:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais
No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.
Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.
“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.
“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.
“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.
A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.
Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.
O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.
“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."
O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.
Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.
Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.
“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.
Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.
“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml
A palavra destacada no enunciado “Se encontram brechas, os hackers invadem” está sendo empregada como:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais
No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.
Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.
“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.
“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.
“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.
A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.
Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.
O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.
“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."
O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.
Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.
Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.
“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.
Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.
“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml
O verbo da “O assistente social Márcio Salvatore passou por isso” é, transitivamente:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais
No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.
Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.
“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.
“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.
“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.
A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.
Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.
O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.
“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."
O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.
Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.
Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.
“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.
Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.
“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml
Em “O celular também precisa de antivírus”, a palavra destacada é um exemplo de:
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05
Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais
No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.
Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.
“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.
“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.
“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.
A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.
Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.
O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.
“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."
O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.
Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.
Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.
“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.
Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.
“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”
Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml
No trecho “Mandaram o link”, estilisticamente, a palavra destacada constitui um caso de:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Simples (Não Agrupados)
As notas obtidas por quatro alunos em uma determinada prova indicam que a mediana é 8, a moda é 10 e a média aritmética é 8. Acrescentando-se a amostra a nota de um sexto aluno, que fez segunda chamada da prova a mediana aumenta para 7,5. Nessas condições, a média aritmética das notas aumentou para:
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