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Foram encontradas 671 questões.

1570649 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05


Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais

No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.

Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.

“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.

“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.

“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.

A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.

Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.

O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.

“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."

O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.

Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.

Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.

“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.

Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.

“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”


Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml

Em “O celular também precisa de antivírus”, a palavra destacada é um exemplo de:

 

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1570645 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05


Aumenta no mundo o número de vítimas de ataques virtuais

No mundo inteiro, o número de vítimas de ataques virtuais só cresce. Os hackers agem quando encontram brechas que a gente deixa sem perceber.

Com ele na mão o tempo todo, as nossas informações mais preciosas também andam por aí.

“É só apertar o botãozinho e está tudo ali registrado”, diz a comerciante Teresinha Ferrão.

“Eu tenho documentos digitalizados no meu celular, eu tenho senhas, fotos”, confirma Rafaela Oliveira Marques.

“Não tenho proteção nenhuma no meu”, admite Antonio Carlos Pires, também comerciante.

A gente tem que pensar e agir no mundo virtual como faz no real. A segurança de uma casa, por exemplo, é uma preocupação para todo mundo. Ninguém sai e deixa a porta aberta. Quando dá, também instala câmeras de segurança, alarme, sobe muro, grade. Tudo para ficar mais protegido. O mesmo raciocínio pode ser usado quando a gente estiver nos computadores ou celulares. Isso porque, se a gente ignorar a segurança, é como se estivéssemos numa casa desprotegida.

Se encontram brechas, os hackers invadem. Em 2019, quase um milhão de pessoas no mundo sofreram ataques virtuais como roubo de senhas, um aumento de quase 60% em relação a 2018.

O assistente social Márcio Salvatore passou por isso.

“Mandaram o link, você tem que se cadastrar, colocar todos os seus dados e depois te dão um prêmio. Quando cheguei na loja ela falou: não, a gente não está dando nenhum brinde, isso não procede e eu falei e agora onde será que foram meus dados."

O americano Andrew Bindner é especialista em segurança há 20 anos e foi para São Paulo mostrar que até um carro pode ser hackeado. Ele conta que, quando você conecta seu celular no bluetooth, um criminoso pode usar um dos seus aplicativos para acessar e controlar toda a parte eletrônica do carro. O objetivo é assustar a vítima e pedir dinheiro, uma espécie de resgate.

Um ataque tão sofisticado como esse já foi feito nos Estados Unidos. Por isso, ele aconselha a só baixar no celular aplicativos confiáveis, ler a política de segurança, e ter senhas longas, com mais de dez caracteres.

Pesquisadores americanos descobriram que bandidos podiam até invadir aparelhos de insulina pelo controle remoto e chantagear o fabricante. Ricardo Tavares é especialista em segurança na internet e dá algumas dicas.

“Manter todos os dispositivos atualizados. O celular também precisa de antivírus”.

Ele diz que o golpe mais comum ainda é por e-mails e mensagens de celular pedindo para a vítima clicar em algum link que rouba dados e senhas.

“Vai abrir aquele programa e o seu computador vai ser controlado sem que você perceba. Desconfie de algo que chame muita atenção, algo que te dê uma vantagem incrível, porque, do outro lado, tem um ganho desconhecido.”


Disponível em: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2019/07/29/aumenta-no-mundo-o-numero-de-vitimas-de-ataques-virtuais.ghtml

No trecho “Mandaram o link”, estilisticamente, a palavra destacada constitui um caso de:

 

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1570644 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Quando você tem um quadro clínico suspeito de meningite, qual exame é “padrão ouro” para diagnóstico?

 

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1570643 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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De acordo com o Ministério da Saúde, a triagem neonatal é considerada como um conjunto de ações preventivas com o objetivo de identificar precocemente indivíduos com doenças metabólicas, genéticas, enzimáticas e endócrinas para que sejam tratadas em tempo oportuno, minimizando sequelas e a mortalidade infantil. Dentre as doenças rastreadas pelo teste do pezinho, uma é de origem hereditária, de carácter autossômico recessivo que afeta principalmente pulmões e pâncreas, em um processo obstrutivo causado pelo aumento da viscosidade e muco. O curso da doença se caracteriza por períodos de remissão e exacerbação, sendo que os sintomas mais graves incluem desnutrição, diabetes, insuficiência hepática e osteoporose.

A descrição a cima se refere a qual patologia?

 

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1570642 Ano: 2019
Disciplina: Enfermagem
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Sobre as infrações éticas e penalidades do exercício profissional, é correto afirmar que:

 

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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 05

Carro do futuro e sem motorista; como eles funcionam?

Veículos autônomos usam radares, câmeras, sensores, GPS e outras tecnologias para se guiarem


Os carros inteligentes já são uma realidade ao redor do mundo, inclusive no Brasil, onde alguns veículos já circulam com sistemas como frenagem autônoma, controle de estabilidade, alerta de uso de cinto de segurança, airbags laterais e sensor de fadiga.

Pouco a pouco, as montadoras caminham a passos largos rumo à criação dos veículos 100% autônomos (sem motorista). E, para a maioria das pessoas, fica a pergunta: como esses carros serão capazes de se deslocar pelas vias?

“Todo veículo autônomo conta com uma série de equipamentos, como radares, lidares (radar que usa laser no lugar de ondas eletromagnéticas de rádio para mapear o entorno), sensores, câmeras, lasers, GPS, computadores, atuadores, além de visão computadorizada, que, ao atuarem juntos, fazem com que o carro ‘sinta’ o ambiente e navegue sem a intervenção humana”, responde Emerson Feliciano, superintendente técnico do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi Brasil).

Em 2018, a Waymo, uma empresa ligada ao Google começou a testar seus primeiros veículos autônomos no Arizona, nos EUA.

Segundo o especialista, os veículos sem motorista, a maioria deles ainda em fase de testes pelas fabricantes, também utilizam informações de GPS e sistema de sensores para aprimorar sua posição e construir uma imagem tridimensional do seu local atual.

Contudo, é preciso lembrar que o veículo autônomo ainda exige a atenção máxima do motorista. “É essencial que o condutor esteja focado e concentrado no trajeto do carro, uma vez que qualquer distração, por mínima que ela seja, pode acarretar graves acidentes”, conclui.

Na indústria automotiva, os veículos autônomos podem ser classificados de acordo com o grau de automação, conforme a norma J3016 elaborada pela Sociedade dos Engenheiros Automotivos – a SAE International –, que estabelece seis níveis:

Nível 1: estão os carros que possuem alguma tecnologia que auxilia o motorista a controlar a velocidade ou a fazer leves correções na direção, nunca os dois ao mesmo tempo (isso inclui os sistemas de piloto automático, alerta de colisão e assistência de frenagem, itens que começaram a surgir no fim dos anos 2000).

Nível 2: é o estágio em que está hoje a maioria dos sistemas de condução semiautônoma nos veículos. A principal evolução, neste caso, é que as tecnologias permitem controlar a velocidade, a direção e a posição do carro na pista, tudo ao mesmo tempo.

Nível 3: de 2018 para cá, começaram a surgir os carros no terceiro nível de automação, com recursos capazes de fazer o automóvel acelerar, desacelerar e até mesmo ultrapassar outros veículos sozinhos, sem qualquer intervenção humana. Para se enquadrar aqui, o sistema também precisa conseguir manobrar ao redor de incidentes ou de congestionamentos, mas ainda não dispensa o motorista. Ele pode até tirar as mãos do volante e os pés do pedal, mas só em certas situações. O novo Audi A8, por exemplo, é nível 3.

Nível 4: a partir de 2021 é esperado que os primeiros carros autônomos de nível 4 ganhem as ruas. Neste estágio, o carro poderá, além de tudo isso já dito, lidar com certos imprevistos, como estradas de terra ou vias remotas que não tenham sido mapeadas. Nessas situações, o veículo só vai conseguir encostar ou estacionar sozinho em um local seguro até que o motorista possa assumir a direção.

Nível 5 (os 100% autônomos): no nível 5, o mais avançado de automação, o carro será capaz de fazer tudo sozinho, de modo que o motorista passará a ser um mero passageiro, bastando informar para onde quer ir. Pedais e volante tornam-se desnecessários, e os comandos podem ser transmitidos por voz ou pelo celular do usuário. Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias, sobretudo no Brasil.

Texto adaptado Disponível em: https://www.otempo.com.br/super-motor/carro-do-futuro-e-sem-motorista-como-eles-funcionam-1.2155053

Levando em consideração os padrões gerais de colocação pronominal no português, nos trechos “Pedais e volante tornam-se desnecessários” e “, Mas é coisa para o futuro: trata-se de uma realidade ainda um pouco distante dos nossos dias”, verificamos que:

 

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1570638 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Familiares trazem paciente de 23 anos, com histórico depressivo, encontrada desacordada na residência após ingestão de comprimidos de clonazepam. Não sabem referir a quantidade ingerida e nem quanto tempo faz do uso. Realizada Gasometria arterial: pH = 7,20; PaCO2 = 80mmHg; BR= 23 mM/L; BE= -1,2. Qual (is) o (s) distúrbio (s) acidobásico (s) apresentado (s)?

 

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1570636 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota
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Quando você tem um quadro clínico sugestivo de meningite, qual exame é padrão ouro para diagnóstico?

 

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1570635 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

João, 72 anos, chegou à emergência referindo paralisia na boca e no braço direito. Ao exame: BEG, COTE, GL 15, Eupneico, Pupilas isofotoreagentes. Apresenta desvio de rima, dislalia e hemiplegia direita com perda importante de força muscular. PA: 160x100 e SatO2 98% AA. Qual sua hipótese diagnostica para o quadro apresentado?

 

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1570634 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: INAZ do Pará
Orgão: FunGota

São critérios de diagnóstico clínico de Sd Guillain-Barré, exceto:

 

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