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Foram encontradas 50 questões.

2950248 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Na proposição "O assistente em administração dá suporte administrativo, mas não ocupa cargo de administrador." Nesta proposição, o conectivo lógico é:

 

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2950247 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Considerando a sequência de números Naturais:

1,1,2,3,5,8,13,21....

Qual alternativa contém o décimo termo?

 

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2950246 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

Considere as seguintes premissas:

(1) Beta vai à FURG ou trabalha com seu irmão.

(2) Se vai à FURG, terá um salário maior.

(3) Não tem um salário maior.

Logo, o argumento válido é:

 

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2950245 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual

Edição 1183

por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

***

Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22

Indique a assertiva incorreta.

 

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2950244 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual

Edição 1183

por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

***

Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22

Identifique a opção que apresenta a ideia expressa pela oração reduzida sublinhada na passagem que segue: “As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político - ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público” (linhas 9-12).

 

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2950243 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual

Edição 1183

por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

***

Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22

Leia as assertivas a seguir.

I - No período “Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro” (linhas 34-37), a oração “que favorecem a integração e a interação social” está adjetivando o substantivo“aspectos”, ao restringir/especificar o sentido deste.

lI - No período “Lidar com o triângulo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui Q mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo” (linhas 01-03), a oração reduzida de infinitivo “Lidar com o triângulo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação” funciona como sujeito do verbo “constitui”.

III - As conjunções “portanto” (linha 18) e “mas” (linha 46) evidenciam, nos contextos em que estão inseridas, respectivamente as ideias de “consequência” e “contraste”.

Marque a opção adequada.

 

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2950242 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual

Edição 1183

por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

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Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

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Marque a opção em que c grupo sublinhado não exerce a mesma função sintática que os demais nas orações em que estão inseridos.

 

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2950241 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG

O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual

Edição 1183

por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

***

Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

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Identifique a opção que apresenta o numero total de termos que necessariamente alteram sua flexão na reescrita do período a seguir, ao ser modificada a palavra “notícias” (plural) para “notícia” (singular): “As notícias falsas passaram a ser um problema mundial 40 serem transformadas em arma político-ideclógica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público” (linhas 09-12).

 

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2950240 Ano: 2022
Disciplina: Português
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por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

(...)

À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

***

Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22

Observe as passagens a seguir, que apresentam um pronome em destaque e um grupo sublinhado.

I -“As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso, mas dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.” (linhas 18-21)

II - “O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twiiter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medida em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas ” (linhas 22-28)

III -“A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.” (linhas 46-52)

Assinale a opção adequada sobre a correspondência entre o pronome destacado e o grupo sublinhado.

 

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2950239 Ano: 2022
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por Carlos Castilho

12 de abril de 2022

Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.

Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.

Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.

O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.

Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.

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À guerra da cognição

A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.

A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.

A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.

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Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.

httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22

Indique a opção em que há correlação entre os pronomes "suas" (linha 21), "elas" (linhas 24 e 32) e os grupos a que estes se referem respectivamente.

 

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