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O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual
Edição 1183
por Carlos Castilho
12 de abril de 2022
Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
***
Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.
httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22
Marque a opção em que o termo sublinhado pertence à classe gramatical diferente dos demais também destacados.
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O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual
Edição 1183
por Carlos Castilho
12 de abril de 2022
Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
***
Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.
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Identifique a opção em que o termo está empregado, no contexto em que está inserido, como um substantivo.
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Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.
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Aponte a opção em que o advérbio destacado está relacionado a um termo de classe gramatical diferente da classe dos demais no texto.
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Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.
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Indique a opção em que uma das três palavras da sequência não apresenta morfema(s) derivacional/derivacionais.
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Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Identifique o uso de aspas na expressão "guerra da cognição" (linha 47).
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Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Assinale a opção em que o léxico não denota, no contexto, a parcialidade do locutor do texto (o articulista), ou seja, seu posicionamento frente ao que está comentando.
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Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Aponte a assertiva carreta em relação à leitura do texto.
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Lidar com o tranquilo formado pelas fake news, plataformas digitais e informação constitui o mais difícil de todos os desafios enfrentados pelo jornalismo contemporâneo. A extrema complexidade vem do fato de que os três temas estão interligados num ambiente informativo ainda pouco explorado, em que as soluções convencionais tendem a não funcionar.
Na verdade, estamos diante de uma soma de complexidades. As fake news, ou notícias falsas, são parte do fenômeno da desinformação, ou seja, o desenvolvimento de narrativas baseadas na omissão, distorção ou falsificação de dados e eventos. As notícias falsas passaram a ser um problema mundial ao serem transformadas em arma político-ideológica e se tornarem uma enorme dor de cabeça para as empresas jornalísticas ameaçadas de perder a credibilidade do seu público.
Acontece que tanto a imprensa como legisladores e magistrados, em sua esmagadora maioria, tratam a questão das fake news com uma visão punitiva, um mal a ser exterminado, o que é impossível, dada a própria natureza da notícia. Qualquer dado, fato ou evento reportado por uma pessoa embute, na narrativa, as percepções do autor, logo [há] alguma dose de subjetividade e portanto, um grau variável de diversidade informativa. As fake news são uma óbvia aberração dentro de um sistema noticioso; mas, dada a sua natureza complexa, a forma mais eficaz de combatê-las é por meio da conscientização pública de suas consequências maléficas e até criminais.
O fenômeno das plataformas digitais, como Facebook, Youtube, Telegram, Twitter e Instagram, torna ainda mais complicado o enfrentamento das notícias falsas, na medica em que elas passam a ser disseminadas em tempo real num contexto planetário. Mais do que isso, a intensidade e a diversidade da sua propagação criam uma saturação informativa que bloqueia ou anula a capacidade de quem as recebe de formular rapidamente um juízo crítico e evitar atitudes equivocadas.
Cresce, no mundo inteiro, a tendência a limitar o crescimento avassalador das redes sociais, e novamente se repete a abordagem jurídica e política predominante no combate às fake news. As redes sociais são um fenômeno inseparável da digitalização da sociedade contemporânea. Elas permitiram a ampliação exponencial do número de indivíduos incluídos no fluxo informativo, e seu crescimento é irreversível. Como todo fenômeno novo, as redes têm aspectos positivos que favorecem a integração e a interação social e [têm] um lado negativo, fruto principalmente da obsessão das plataformas digitais pelo lucro.
(...)
À guerra da cognição
A abordagem simplista de questões complexas gera falsas expectativas de solução de problemas surgidos nesta transição da era analógica para a digital. Não se trata apenas de substituir artefatos mecânicos por sistemas baseados em microprocessadores eletrônicos. Houve uma mudança qualitativa na forma pela qual as pessoas, independentemente de sua nacionalidade, raça ou crenças religiosas, estão tendo que administrar todas as mudanças geradas pelas novas tecnologias digitais. Isso nos obriga a refletir muito antes de tomar decisões cuias consequências podem ser letais.
A guerra na Ucrânia não está sendo decidida por combates, mas, sim, pela chamada “guerra da cognição”, cujo principal instrumento é a informação veiculada nas redes sociais, contexto em que é muito difícil identificar a desinformação, notícias falsas e reais. A incerteza sobre o que é confiável ou não no noticiário dificulta ou inibe o posicionamento da maioria das pessoas, o que as leva a se transformarem em participantes involuntários na estratégia militar de um dos lados envolvidos no conflito.
A complexidade da discussão obviamente gera uma grande incerteza e insegurança, O que nos deixa tensos, porque ainda é forte a herança cultural da nossa longa convivência com sistemas jurídicos e políticos baseados em decisões dicotômicas, ou seja, limitadas apenas a duas escolhas. Hoje, quando temos diante de nós dezenas de possibilidades, não resta outro caminho senão assumir uma atitude crítica e uma posterior reflexão, especialmente sobre aquilo que não conhecemos. O jornalismo tem um papel insubstituível; é absolutamente crucial neste campo.
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Foram realizados alguns ajustes linguísticos no texto.
httpe://w.ww.ww observatoriodaimporensacom. briniormacac/o-mais-complicado-quebra-cabecas-do-lornalismo-atual/ - Acesso em 09/08/22
As questões a seguir são propostas com base no texto “O mais complicado quebra-cabeças do jornalismo atual”, conforme apresentado nas páginas 1 e 2. 1) Marque a opção em que a informação sobre o texto é inadequada.
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Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: PROGEP-FURG
Orgão: FURG
Analise as alternativas abaixo e considere se, de acordo com o que foi lido, são verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A arquitetura ePING — Padrões de Interoperabilidade de Governo Eletrônico — define um conjunto mínimo de premissas, políticas e especificações técnicas que regulamentam a utilização da Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC) na interoperabilidade de serviços de Governo Eletrônico, estabelecendo as condições interação com os demais poderes e esferas de governo e com a sociedade em geral
( ) As áreas cobertas pela ePING estão segmentadas em Interconexão e Meios de Acesso.
( ) Segundo a Anatel, interconexão consiste na ligação de redes de telecomunicações funcionalmente compatíveis, de modo que os usuários de serviços de uma das redes possam se comunicar com usuários de serviços de outra rede ou, ainda, acessar serviços nela disponíveis. Logo, esse segmento estabelece as condições para que as redes dos órgãos de governo possam se interconectar e, assim, promover a interoperabilidade.
( ) Meios de Acesso aborda os aspectos relativos ao tratamento e a transferência de informações nos serviços de Governo Eletrônico. Inclui padrão de vocabulários controlados, taxonomias, ontologias e outros métodos de organização e recuperação de informações.
A sequência que preenche correta e respectivamente os parênteses é:
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Sobre a responsabilidade pela prática de atos de improbidade administrativa, de que trata o 8 4º do Art. 37 da Constituição Federal e a Lei 8. 429/1992, com as alterações introduzidas pela Lei 14.230/2021, assinale a alternativa correta:
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