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De acordo com o Protocolo de Suporte Básico de Vida do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), conforme diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para o atendimento pré-hospitalar móvel às urgências, a transição do cuidado para a unidade de destino deve observar práticas formais de segurança do paciente e continuidade assistencial. Um paciente com suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC) foi identificado no atendimento pré-hospitalar após aplicação da Escala de Cincinnati, apresentando déficit focal agudo. Durante o transporte e na transferência do cuidado à unidade hospitalar de referência, a conduta CORRETA em relação às práticas de segurança do paciente e à continuidade do cuidado previstas no protocolo é:
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De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Agudo do Ministério da Saúde do Brasil, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS n.º 29/2023, são considerados critérios de exclusão absolutos para a realização de trombólise intravenosa com alteplase na janela terapêutica de até 4,5 horas do início dos sintomas. Um paciente de 70 anos, com início súbito de déficit neurológico focal há 3 horas, sem evidência de hemorragia na tomografia de crânio, está em avaliação para trombólise intravenosa. Acerca desse caso, o critério de exclusão absoluto, conforme descrito no PCDT, é:
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No manejo do Acidente Vascular Cerebral (AVC) agudo e de outras patologias neurológicas, a escolha da modalidade de imagem e a interpretação correta de suas sequências são cruciais. Com base nos princípios da Tomografia Computadorizada (TC) e da Ressonância Magnética (RM), assinale a alternativa CORRETA.
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No contexto da investigação de doenças do sistema nervoso, a semiologia permanece como a ferramenta de maior custo-benefício, orientando a racionalização de exames complementares e evitando ciclos iatrogênicos. Sobre a técnica de anamnese, o exame físico neurológico e a interpretação de achados clínicos, analise o caso a seguir:
Um paciente do sexo masculino, 19 anos, sem antecedentes mórbidos conhecidos, é admitido em unidade de emergência com quadro de tetraparesia flácida e arreflexa de instalação aguda, iniciada há cerca de 6 horas. A equipe de prontidão, suspeitando de uma polirradiculoneuropatia aguda desmielinizante (Síndrome de Guillain-Barré), solicita propedêutica armada com análise de líquor e neurocondução. Antes da realização dos exames, o neurologista assistente reavalia o paciente, identificando que o déficit motor teve início após uma refeição copiosa rica em carboidratos e que, apesar da gravidade da paresia, não havia comprometimento da sensibilidade ou de nervos cranianos.
Conforme os preceitos da semiologia neurológica e o raciocínio clínico-diagnóstico, é CORRETO afirmar que:
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Um paciente de 75 anos, com 8 anos de escolaridade, é levado à consulta por familiares que relatam esquecimento progressivo de eventos recentes há 2 anos, associado a prejuízo funcional significativo, necessitando de auxílio para gestão de finanças, organização de medicações e planejamento de atividades diárias. O exame cognitivo revela escore de 16 pontos no Mini-Exame do Estado Mental (MEEM). A avaliação funcional estabelece Clinical Dementia Rating (CDR) = 2, compatível com demência moderada. Após exclusão de causas secundárias por exames laboratoriais e neuroimagem estrutural, estabelece-se o diagnóstico de Doença de Alzheimer provável, segundo critérios clínicos.
Com base no PCDT da Doença de Alzheimer (2025), assinale CORRETAMENTE:
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A Eletroneuromiografia (ENMG) é considerada uma extensão do exame neurológico e ferramenta fundamental na investigação da unidade motora. Com base nos conceitos de neurocondução e Eletromiografia (EMG) por agulha descritos na literatura técnica, é CORRETO afirmar que:
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Um homem de 45 anos é trazido à Unidade de Emergência em atividade convulsiva tônico-clônica generalizada contínua há aproximadamente 10 minutos. O paciente não possui acesso venoso estabelecido no momento da avaliação. De acordo com as recomendações de Nível A da diretriz da American Epilepsy Society para o tratamento do Estado de Mal Epiléptico Convulsivo em adultos, assinale a conduta farmacológica CORRETA para o caso.
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Um paciente de 19 anos apresenta-se ao ambulatório de neurologia com história de dificuldade progressiva para caminhar desde a infância tardia, associada a quedas frequentes. Há relato de familiares de primeiro grau com quadro semelhante em padrão compatível com herança autossômica dominante.
Ao exame físico, observa-se atrofia muscular distal simétrica em membros inferiores, conferindo às pernas aspecto de “garrafa de champanhe invertida”, além de pés cavos e deformidades digitais. Os reflexos aquileus estão abolidos e os patelares diminuídos bilateralmente. O estudo de condução nervosa (eletroneuromiografia) revela neuropatia sensitivo-motora desmielinizante difusa, com velocidade de condução do nervo mediano de 32 m/s. Teste genético demonstra duplicação do gene PMP22 no cromossomo 17p11.2. Com base nos dados clínicos, eletrofisiológicos e genéticos, o diagnóstico provável para o caso é:
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Um paciente de 55 anos é admitido na unidade de emergência com quadro agudo de cefaleia holocraniana, febre (38,9°C) e rigidez de nuca. O exame físico revela nível de consciência alterado, com pontuação na Escala de Coma de Glasgow de 9, além de hemiparesia à direita. Considerando as recomendações da Infectious Diseases Society of America (IDSA) e os protocolos de conduta inicial, a sequência CORRETA de procedimentos a ser adotada é:
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Um paciente masculino de 67 anos, previamente independente (modified Rankin Scale – mRS prévio = 0), é admitido 4 horas após início súbito de hemiparesia esquerda e desvio conjugado do olhar para a direita. Na admissão, apresenta National Institutes of Health Stroke Scale (NIHSS) = 18. A Tomografia Computadorizada (TC) de crânio sem contraste demonstra Alberta Stroke Program Early CT Score (ASPECTS) = 2, sem evidência de efeito de massa ou desvio de linha média. A angiotomografia cerebral confirma oclusão intracraniana da artéria carótida interna direita (Intracranial ICA), caracterizando large vessel occlusion (LVO)). Não há contraindicações clínicas para reperfusão. Segundo as evidências científicas recentes consolidadas por ensaios clínicos, assinale a conduta CORRETA em relação à Terapia Endovascular (EVT):
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