Uma menina de 10 anos é acompanhada por Esclerose Sistêmica Juvenil (ESJ) cutânea difusa há 2 anos, com anti-Scl-70 positivo. Apresenta tosse seca progressiva há 3 meses. A tomografia computadorizada de alta resolução evidencia padrão em vidro fosco bilateral. Dessa forma, assinale a conduta farmacológica de primeira linha para o acometimento pulmonar intersticial:
Menina de 7 anos com diagnóstico de espondiloartrite juvenil apresenta monoartrite de joelho esquerdo refratária a AINEs. Os pais relatam que a criança está com redução do ganho de peso nos últimos 6 meses e queda na curva de crescimento. Exame oftalmológico de rotina é normal. Acerca do caso, a investigação complementar CORRETA diante da alteração pôndero-estatural descrita é:
Menino de 8 anos com diagnóstico de artrite relacionada à entesite há 6 meses é trazido à consulta para avaliação de rotina. Ao exame físico, o reumatologista pediátrico deve buscar ativamente sinais de entesite. Considerando os sítios de acometimento mais prevalentes na espondiloartrite juvenil, assinale CORRETAMENTE os locais que devem ser inicialmente palpados durante o exame semiológico:
Uma adolescente de 14 anos com AIJ oligoarticular, FAN positivo, desenvolve uveíte anterior crônica que não responde ao metotrexato após período adequado de tratamento. Nesse caso, a conduta terapêutica CORRETA para o controle da uveíte deve ser:
Menino de 10 anos com Artrite Idiopática Juvenil (AIJ) sistêmica em uso de pulso de metilprednisolona endovenosa (10-30 mg/kg/dia por 3 dias) e prednisona oral (1 a 2 mg/kg/dia) é reavaliado após 7 dias. Mantém febre diária e a PCR não reduziu 50% em relação ao valor inicial. Com base no tratamento da AIJ sistêmica com manifestações sistêmicas ativas, assinale a conduta CORRETA:
Um Anestesiologista é chamado para avaliar um
paciente de 55 anos, internado na UTI cirúrgica no 8º dia de pós-operatório de esofagectomia, em ventilação
mecânica invasiva desde o procedimento. O paciente
apresenta febre de 39,2 °C, secreção traqueal purulenta
abundante, leucocitose de 22.000/mm³ com desvio à
esquerda, PaO₂/FiO₂ de 180 mmHg (com PEEP de 10
cmH₂O) e novo infiltrado em lobo inferior esquerdo na
radiografia de tórax. O diagnóstico de Pneumonia
Associada à Ventilação Mecânica (PAV) é
estabelecido. Após coleta de culturas de secreção
traqueal e hemoculturas, é iniciada antibioticoterapia
empírica intravenosa de amplo espectro. Em relação à
estratégia ventilatória indicada para esse paciente,
assinale CORRETAMENTE:
Uma gestante de 32 anos, secundigesta, com idade
gestacional de 39 semanas, está em trabalho de parto
ativo sob analgesia peridural. Após ruptura espontânea
das membranas, evolui subitamente com dispneia
aguda, agitação intensa, calafrios, cianose e queda da
saturação periférica de oxigênio para 78%. A frequência
cardíaca fetal cai para 85 bpm. Minutos depois, a
paciente apresenta hipotensão arterial grave (PA 60/30
mmHg), rebaixamento do nível de consciência e
sangramento vaginal volumoso sem formação de
coágulos. Com base nesse caso, assinale
CORRETAMENTE o diagnóstico provável:
Um adulto de 40 anos, ASA I, está aguardando na sala
de preparo para ser submetido a artroscopia de joelho
sob anestesia geral eletiva. Ele relata ansiedade intensa
e solicita ao Anestesiologista permissão para mascar
chiclete enquanto aguarda. De acordo com as diretrizes mais recentes, a conduta CORRETA do
Anestesiologista deve ser:
Uma criança de 18 meses, ASA I, com 11 kg, é
programada para herniorrafia inguinal eletiva sob
anestesia geral. A cirurgia está agendada para as 8h da
manhã. A mãe informa que a criança tomou 150 mL de
leite materno às 2h e, às 5h30, ingeriu 50 mL de água
filtrada. Segundo as diretrizes ASA 2023 sobre tempos
mínimos de jejum pré-operatório pediátrico, assinale a
conduta CORRETA do anestesiologista em relação ao
início da anestesia:
Durante intubação orotraqueal com vídeo laringoscópio
de lâmina hiperangulada em uma paciente de 38 anos,
ASA I, submetida a tireoidectomia total eletiva, o anestesiologista obtém classificação Cormack-Lehane
grau I no monitor e inicia a inserção do tubo
endotraqueal. Ao avançar o tubo, sem manter visão
direta da orofaringe proximal, a paciente apresenta
sangramento oral súbito. Nesse caso, a complicação
provavelmente associada a esse mecanismo de lesão é: